segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ATIVIDADE: EM QUE EU POSSO AJUDAR? - Jogo da Memória - Colaboração

Confeccionamos um jogo da memória com as seguintes imagens:


Deixar a sala organizada

Jogar o lixo na lixeira

Fazer a prece pensando em Jesus

Participar das atividades

Distribuir água fluidificada

Varrer a sala quando for necessário


Brincamos com o jogo algumas vezes e cada evangelizando recebeu um para brincar em casa e lembrar da responsabilidade de ser um Seareiro da Verdade.






Modelo para impressão

A Formiguinha Orgulhosa


Essa história eu recebi em um dos grupos de evangelizadores do qual faço parte, adaptamos para o XII Encontro de trabalhadores da nossa casa.

Narrador
Era uma vez uma formiguinha que vivia num lindo e organizado Formigueiro, onde a atividade era intensa, sob as ordens da bondosa Formiga Rainha. Só que a formiguinha Fifi era diferente das outras, ela gostava muito de se sentir importante.Todas as outras formiguinhas carregavam suas folhas para abastecer o formigueiro, mas Fifi achava aquele trabalho comum demais e pensava:



Fifi
Que diferença fará uma folha a mais ou a menos, há tantas formigas carregando folhas, que se eu não for hoje, não terá nenhum problema.”

Narrador
E assim, Fifi ia fazer outras coisas.
Outro dia, Fifi soube que estavam precisando de ajuda para organizar as folhas, pois havia poucas formigas e muito trabalho. Fifi logo se ofereceu. Chegou cedo no primeiro dia, ficou encarregada de picotar as folhas para que pudessem ser armazenadas.

Fifi
“Nossa, se eu soubesse que era pra fazer isso nem tinha vindo!” pensou Fifi.

Narrador
Depois que terminou de picotar, a formiga encarregada, pediu a Fifi para anotar os tipos de folhas que estavam sendo armazenadas.

Fifi
“Nossa! Que trabalho mais chato!”

Narrador
No dia seguinte resolveu encontrar algumas amigas para almoçar e depois ir ao cinema, o trabalho com as folhas podia esperar, até porque, se ela não fosse, com toda certeza outra formiga faria. Afinal, ela era uma voluntária, não tinha salário e precisava se divertir um pouco.
E assim vivia Fifi, sempre se oferecendo para ajudar, mas sem se preocupar com o que acontecia quando ela não aparecia.

Narrador
Na semana seguinte, Fifi soube que a sentinela do Formigueiro ficou doente, e estavam precisando de uma formiga voluntária com urgência. Fifi põe-se de pé. Agora sim, Fifi tinha achado um posto muito chique, ia ficar em pé ali, todos poderiam vê-la quando entrassem ou saíssem, e ela ainda poderia dar o alarme quando aparecesse algum perigo... Era demais!!!

Mas não demorou muito para Fifi achar aquela tarefa chata, resolveu então sentar um pouco, Fifi senta-se afinal, nada acontecia por ali de interessante. 

Não demorou muito e a Fifi pegou no sono... Ela dormiu ali mesmo, sentada…



Fifi estava dormindo (Tamanduá aparece) e não viu quando chegou o Sr. 

Tamanduá, o maior comedor de formigas das redondezas. 

Foi um corre corre só! O Tamanduá esticava sua língua dentro do formigueiro, querendo comer as formigas, que desesperadas corriam de um lado para o outro.

Fifi chora  e  tamanduá vai embora.
F
ifi chorou muito! Quando o Tamanduá foi embora, ela foi severamente repreendida pela Rainha, que estava muito zangada.



Rainha
“Que atitude mais feia, Fifi!

Narrador
Ela ainda chorava quando ouviu um barulho de buzina BI BIIIII!!!!

Que susto! Fifi estava dormindo, em vez de ficar de sentinela. O ataque do tamanduá foi um sonho! Mas um sonho que serviu como um importante aviso, Fifi agora sabia da importância e da responsabilidade da tarefa que assumiu.

Hoje, Fifi é a formiguinha mais responsável do Formigueiro, quando está trabalhando como sentinela, fica muito atenta, evita faltar e quando não tem outro jeito, avisa a Formiga Rainha para que encontre outra formiga para assumir o seu lugar.

E além de realizar seu trabalho de sentinela, ela faz outros trabalhos voluntários, como carregar as folhas, recolher o lixo, tudo sempre com muita alegria e responsabilidade. Fifi é agora um bom exemplo para todas as formigas voluntárias.

Lidando com a Diversidade – O Respeito ao Outro - Maternal

Para mostrar que somos todos diferentes, mas que diante de Deus somos todos iguais, é assim que Deus nos vê, a Cida preparou a seguinte aula:

Leitura do livro "Tudo bem ser diferente", mostrando as gravuras e suas diferenças.








Entregou balões coloridos, para mostrar que por fora somos diferentes, mas por dentro somos todos iguais.






Colocou uma música animada e quando a música parava, cada um fazia uma careta diferente.














Entregou contornos para colorirem e depois montou um cartaz.











Lidando com a Diversidade – O Respeito ao Outro - Jardim

Sábado, 18/08/2018, foi dia do Momento de Convergência, que é quando todos os setores da nossa casa estuda o mesmo tema.

A aula foi minha, e para que entendessem que devemos aceitar o outro como ele é, respeitando as diferenças que existem entre nós, pois ser diferente é necessário para que possamos evoluir, inciei a aula com a "Dinâmica das Máscaras" que recebi em um dos grupos de evangelizadores do qual faço parte.

Após a dinâmica, conversamos, eu ia perguntando e os evangelizandos respondendo: 
Como seria o mundo se todas as pessoas fossem iguais? 
Ia ser bom se todos fizessem sempre as mesmas coisas, gostassem das mesmas coisa? 
Vocês sabiam que o planeta Terra tem mais de 7,5 bilhões de habitantes? 
Se todos fossem iguais, será que teria graça? 

Mostrei um cartaz com o desenho do planeta Terra.




 Enquanto explicava o que era diversidade, fui colando algumas figuras.





Falei que a diversidade, ou seja, as diferenças que existem entre as pessoas, é uma das maiores riquezas do ser humano no planeta Terra. Cada país, cada estado, cada cidade tem seus costumes: as roupas, as comidas, as músicas, as crenças, e são essas diferenças que fazem o mundo mais completo. Por isso, devemos respeitar as pessoas que são diferentes de nós, que pensam diferente, que gostam de coisas diferentes, que agem de forma diferente daquela que achamos “normal”. Devemos aceitar as diferenças como uma coisa boa, que nos ensina e nos ajuda a evoluir.

Vejam nosso cartaz depois da explicação:



Depois contei a história "Elmer, o Elefante Xadrez", usei a figura do elefante Elmer colada em um palito de churrasco. Imprimi e colori com giz de cera.







Conversei com os evangelizandos sobre a história, fui incentivando com perguntas, para que falassem sobre a diversidade. 
Como eram os elefantes? 
Eles eram felizes? 
Como era o elefante Elmer? 
Por que ele se sentia diferente dos outros?
O que Elmer fez para deixar de ser diferente? 
E o que aconteceu quando Elmer tentou ser igual aos outros elefantes? 

Aproveitei o tema para falar sobre o respeito com nosso querido evangelizando autista, graças a Deus nossa turma compreendeu a dificuldade dele e que precisamos respeitar todas as pessoas com quem convivemos.



Distribuí imagens do Elmer (desenho do elefante xadrez, acima), impressas em 1/2 folha de A4, para colorirem.





Entreguei a cada evangelizando um elefante impresso em papel colorido e uma língua de sogra, mostrei como encaixar a língua de sogra no lugar da tromba, ajudei aos que não conseguiram. 








Molde para imprimir - coloquei 04 imagens na folha A4