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sábado, 12 de novembro de 2022

O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO - Não Julgueis para não serdes julgado - GEEAL - Aula Virtual

Durante as reuniões públicas temos um grupo, em nossa casa, que evangeliza as crianças de 03 a 11 anos, é o GEEAL - Grupo de Educação Espírita André Luiz. 


Nesse período em as atividades da nossa Casa Espírita estão suspensas, as aulas estão sendo on line. 


Confiram o trabalho lindo da equipe do GEEAL!


As aulas são transmitidas pelo canal do Centro Espírita Miguel

https://youtube.com/channel/UCKVWmzFM0F_j18kMyHYpKww


Segue o link da aula 45/2022:

https://youtu.be/P05A4-Q1RTQ



segunda-feira, 28 de setembro de 2020

NÃO JULGAR - Jardim - Aula Virtual

Caso não consiga visualizar os vídeos da postagem, basta clicar nos links.

Esse foi o material enviado para as famílias no dia 26/09/2020.




Prece inicial


ÁUDIO 1: Vamos começar nossa aula com um vídeo. Prestem bastante atenção e depois conversem em família, reflitam sobre o que aconteceu na história

PARTE 1: Vídeo "Confusão com os biscoitos". (Reproduzir até 3:15) 

ÁUDIO 2: E então já conversaram sobre o que aconteceu no vídeo? Vamos então ver como essa história termina?

PARTE 2: Vídeo "Confusão com os biscoitos". (Reproduzir de 3:15 até o fim do vídeo)

https://youtu.be/vBzwcxHfRao



ÁUDIO 3: Pois é, a senhora o tempo todo achando que o rapaz estava comendo o biscoito dela, mas na verdade, era ela que estava comendo o biscoito dele. Ela o julgou e nós também julgamos, tiramos conclusões precipitadas sem ter certeza de todos os fatos. 

Vocês sabiam que nem tudo é o que parece? Vejam as imagens abaixo.

Imagens de ilusão de ótica baixadas da internet.




ÁUDIO 4: Essas imagens são ilusão de ótica, na primeira, parece que a imagem está em movimento, mas não está, a nossa mente está sendo enganada pela quantidade de informações, cores e formas, que nossos olhos estão vendo.

E na segunda vemos manchas escuras nos espaços em branco, mas quando olhamos diretamente para o local onde ela deveria estar, ela desaparece, porque na verdade ela nunca esteve lá. Essa ilusão acontece devido ao contraste acentuado da cor que aparece em nossa visão periférica que cria pontos que não existem.

Então, nem tudo é o que parece, por isso devemos ter certeza do que está acontecendo realmente antes de julgar. Mas mesmo tendo certeza, será que nós temos o direito de julgar os outros? Para responder essa pergunta, vamos ver o que Jesus nos ensinou.

Vídeo com a passagem da mulher adultera.

https://youtu.be/hsFK_bmXyjA




ÁUDIO 5: Antes de falarmos sobre o vídeo que acabamos de assistir, precisamos explicar algumas coisas: 

Naquela época, o povo seguia a Lei de Moisés, que era composta de uma parte divina, os 10 mandamentos e de outra parte que foi determinada por Moisés, que previa punições severas para quem não cumprisse o que estava determinado. 

Os escribas, eram doutores que conheciam muito a Lei de Moisés. 

Os fariseus faziam parte de grupo de judeus que era muito ligado aos escribas, pois pensavam e agiam de forma muito parecida. 

Agora que já sabemos essas coisas, vamos falar da história do vídeo.

Essa história conta que, certa vez, uma mulher que havia cometido um erro, foi colocada de pé no meio do povo. Os escribas e os fariseus tentaram colocar Jesus em uma situação difícil, para poder acusa-lo de não cumprir a Lei de Moisés.  Eles perguntaram a Jesus como Ele se sentia diante daquela mulher que descumpriu a Lei, que cometeu um erro considerado grave e que de acordo com a Lei, deveria ser apedrejada até a morte. Jesus não respondeu, apenas se abaixou e começou a escrever com o dedo sobre a terra. Mas os escribas e os fariseus insistiram, queriam que Jesus desse a sua opinião. Jesus levantando-se, disse:

- Aquele que nunca tiver cometido um erro, que atire a primeira pedra.

Abaixou-se novamente e continuou escrevendo.

Sabem o que aconteceu? O povo que estava ali reunido, pronto para apedrejar a mulher, foi indo embora, um depois do outro, ficando somente Jesus e a mulher.

Como todos que condenavam a mulher já tinham ido embora, Jesus disse a ela que também não a condenava, que ela deveria ir e que se esforçasse para não errar mais.

Jesus nessa passagem, nos deu um grande exemplo de como devemos agir, que não devemos julgar os erros dos outros, precisamos lembrar sempre que nós erramos muito, pois ainda somos muito imperfeitos, e que antes de julgar o nosso próximo, devemos pensar nos nossos erros e nos julgar severamente. Jesus mostrou que não somos superiores a nenhum dos nossos irmãos, por isso não devemos julgar nem condenar o nosso próximo. Foi um belo exemplo, não é mesmo?

Tem uma música muito legal que fala justamente sobre isso, vamos ouvir?



ATIVIDADE: NEM TUDO É O QUE PARECE - as imagens foram tiradas da internet










Prece Final

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Não Julgueis para Não Serdes Julgados


NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS,
AQUELE QUE ESTIVER SEM PECADOS QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA.


"Não queiras julgar, para que não sejais julgados. Pois com o juízo com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou, como podes dizer ao teu irmão: "Deixa-me tirar o cisco do teu olho", quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão." ((Mateus, capítulo 7º, versículos 1 a 5)

"Então lhe trouxeram os escribas e fariseus, uma mulher que fora apanhada em adultério e a puseram no meio. E lhe disseram:" Mestre, esta mulher foi apanhada em adultério. E Moisés na lei mandou-nos apedrejar estas tais. Que dizes tu pois?" Diziam isto os judeus, tentando-o, para o poderem acusar. Porém Jesus, abaixando-se pôs-se a escrever com o dedo na terra. E como eles perseveravam em perguntar, ergueu-se e disse-lhes: "Quem de vós outros está sem pecados seja o primeiro que a apedreje." e tornou a escrever na terra, mas eles ouvindo-o, foram saindo um a um sendo que os mais velhos primeiro; e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio em pé.
Então erguendo-se Jesus, disse-lhe: "Mulher, onde estão os que lhe acusavam? Ninguém lhe condenou?"- Respondeu ela: "Ninguém Senhor." Então disse Jesus: "Nem eu tão pouco lhe condenarei; Mas vai, e não peques mais." (JOÃO)

COMENTÁRIOS DE ALLAN KARDEC
O que de vós outros está sem pecados seja o primeiro que a apedreje" disse Jesus. Esta máxima torna a indulgência um dever, Por que não há quem não necessita de indulgência.
Jesus quis dizer que a autoridade da reprovação está na autoridade moral de quem a pronuncia. Aos olhos de Deus só é autoridade legitima a que se apóia sobre o bom exemplo.


*****


O julgamento é condenável, porque quase sempre não sabemos julgar. Somos muito imperfeitos. E por isso mesmo, não nos é licito fazer o julgamento.
Alice é prima de Alexandre. Gostam de brincar juntos. Possuem muitos brinquedos. Faltou um brinquedo nos guardados de Alice e esta julgou que Alexandre tivesse furtado, porque era justamente um carrinho que ele muito cobiçava.
Alice procurou, procurou e disse Por fim. Já sei, foi Alexandre quem tirou-me o brinquedo.
Sua mãe acudiu depressa dizendo-lhe:- Filha procure melhor e veja se não está em algum lugar da casa. Não pense mal de seu primo, nem julgue-o culpado sem Ter toda certeza.
De fato Alice encontrou o brinquedo atrás da porta do quarto e sentiu muita vergonha de ter pensado mal de Alexandre.
Depois refletiu muito sobre o ocorrido e inverteu os papeis e pensou. Será que Alexandre me julgaria culpada?
Não creio, porque ele é um menino muito religioso e não julgaria mal de mim.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A Verdadeira Beleza

Dispor sobre a mesa figuras de rostos colados em corações.



Pedir aos evangelizandos que juntos ordenem essas figuras do mais bonito para o menos bonito.


Essa foi a ordem que eles escolheram.

Depois que eles tiverem ordenado, vamos abrir cada coração, identificando o que tem dentro de cada coração.








Concluir que não devemos julgar pela aparência, pois a verdadeira beleza é a interior, que não vemos com os olhos, mas que podemos sentir.