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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Lei de Liberdade - Jadim

RELEMBRANDO AS AULAS PASSADAS

Como ficamos todo o mês de setembro falando de paz, iniciamos a aula desse sábado (12/10/2019) lembrando que estamos estudando as Leis Morais e explicando que paramos porque em setembro escolhemos falar de paz. 

Para relembrar as tudo que já estudamos, fizemos algumas perguntas, mesmo ajudando para que se lembrassem nossos evangelizandos tiveram dificuldades para responder. 

As perguntas foram feitas para o grupo, pois por conta do feriado, poucos evangelizandos compareceram.

1) Qual é a Lei que rege o Universo? É a Lei de Deus

2) A Lei de Deus também é conhecida como? Lei Divina, Lei Natural e Leis Morais

3) Por que Deus criou as Leis Morais? Para nos ajudar a progredir.

4) Quantas são as Leis Divinas? São 10

5) Onde estão gravadas as Leis de Deus? Elas estão gravadas na nossa consciência

6) Qual a Lei que nos ensina a louvar a Deus? Lei de Adoração – lembrar que na aula que falamos sobre a Lei de Adoração, a tia Ângela trouxe um guarda-chuva para mostrar que quando oramos e não nos concentramos, quando não fazemos a nossa oração do fundo do coração, as boas energias não chegam até nós.

7) Qual Lei que nos ensina que todos devemos colaborar com as tarefas da casa? Lei do Trabalho – lembrar que nessa aula aprendemos que quando amamos nossa família, ajudamos com as pequenas tarefas do dia a dia.

8) Qual Lei fala da continuidade da vida no planeta Terra? Lei da Reprodução – nessa aula tia Carol falou que todos os seres vivos se reproduzem e montamos um cartaz com figuras de flores, árvores, famílias de animais e pessoas. 

9) Qual a Lei que nos ensina a cuidar do corpo, do espírito, do planeta e do próximo? Lei de Conservação – Nessa aula a tia Ângela trouxe figuras para montar um cartaz “Cuidado x Não cuidado”.

10) Qual Lei nos fala que tudo tem começo e também tem fim? Lei de Destruição – nessa aula nós montamos uma maquete da destruição necessária e da abusiva.

11) Qual Lei nos ensina que precisamos conviver com as outras pessoas para melhorar? Lei de Sociedade – nessa aula a tia Carol fez uma atividade com uma figura de formiga, nos mostrando que precisamos pensar antes agir, nos colocando sempre no lugar do outro. Que devemos fazer ao outro o que gostamos que façam conosco. 

12) Qual a Lei que nos ensina que precisamos nos esforçar para evoluir? Lei de Progresso – nessa aula, fizemos uma trilha com as boas atitudes, pois quando praticarmos somente o bem, é que vamos evoluir, assim como o nosso planeta.

13) Qual a Lei que nos ensina que para Deus somos todos iguais? Lei de Igualdade – nessa aula a tia Ângela contou a história da lagartinha verde, que virou borboleta, ensinando que as diferenças físicas são importantes para a nossa evolução, que precisamos respeitar os outros, pois somos todos iguais para Deus. E vocês fizeram uma borboleta, lembram?


LEI DE LIBERDADE

Explicamos que íamos falar sobre mais uma lei, uma lei que nos fala que Deus nos criou iguais, mas nos deu a liberdade de fazemos escolhas, de seguirmos caminhos diferentes. Deus nos criou iguais, mas nos deu o direito de escolher, e como consequência das nossas escolhas, colher aquilo que plantamos na mesma existência ou em várias outras. 

Isso é a Lei de Liberdade, determinando que todos nós somos livres para escolher o que queremos fazer, mas será que podemos fazer tudo o que queremos? Dialogar com as crianças com perguntas: 

Todo mundo aqui almoçou? 
Vocês puderam escolher o que comeriam? Na hora do almoço podemos escolher algumas coisas como se queremos comer arroz ou macarrão, cenoura ou abóbora, carne ou frango, mas não podemos escolher comer chocolate ou biscoito recheado no lugar da comida, ou podemos? 

Enquanto somos pequenos (crianças), nossos pais e responsáveis fazem algumas escolhas por nós (ir para escola, frequentar a evangelização, tomar vacina, a hora de dormir) e outras eles nos dão opções para escolher (a roupa que vamos usar, o sabor do sorvete, suco ou refrigerante), assim vamos exercitando nossa liberdade e aprendendo o que é certo e errado, para quando crescermos, termos condições de decidir o que fazer.

E ao longo da nossa vida, vamos aprendendo. Será que podemos morder ou puxar o cabelo de um coleguinha só porque ele fez algo que não gostamos? É claro que não, sabem porquê? Porque a nossa liberdade tem um limite, ela termina quando começa a afetar os outros. 


OUVINDO UMA HISTÓRIA – Contar a história “O Balão do Bruno

ENTENDENDO A HISTÓRIA: Perguntas

Bruno era obediente? 
Ele usou sua liberdade para fazer o que ele queria ou aceitou a ordem do pai?
Qual foi a consequência de Bruno ter usado sua liberdade e desobedecido seu pai? 
Se Bruno tivesse sido obediente, será que a casa do cachorro teria pegado fogo?
Vocês acham que Bruno aprendeu que sempre que temos uma atitude ruim ou boa nós colhemos o resultado do que fazemos?

Como vimos, o pai do Bruno o aconselhou a não soltar o balão, mas ele decidiu soltar assim mesmo. Em nossas vidas isso também acontece, algumas vezes podemos contar com os conselhos e com a ajuda a um amigo, um parente, mas a decisão do que vamos fazer é sempre nossa, nós é que somos responsáveis por tudo que fazemos. Por isso, quando alguém fala pra gente não correr, mas a gente não atende, cai e se machuca, estamos sofrendo as consequências das nossas escolhas. Todas as nossas escolhas geram consequências, quando as escolhas são boas, as consequências também são, e quando são ruins, as consequências são ruins também.


EXERCITANDO A LIBERDADE

Permitir que os evangelizandos escolham o que irão fazer, perguntar qual das três atividades eles querem realizar, cada um pode escolher a sua.

Atividade 1 - Colorir e/ou fazer colagem – papel colorido picado, desenho de um balão, lápis de cor. Eles poderão colar pedaços de papel colorido no desenho, ou colorir ou fazer as duas coisas. 




Atividade 2 – Ligar os pontos para descobrir o que Bruno fez (soltou um balão) e colorir se desejarem.




Atividade 3 – Correlacione a ação à sua consequência.











O Balão do Bruno

Imagem obtida na internet


Bruno era um menino muito desobediente. Vivia fazendo arte. Certo dia chegou em casa com papel bem colorido, estava todo satisfeito! Chamou sua irmã e disse: - Venha Ritinha, vamos fazer um balão!

Ao ouvir isso, o pai de Bruno disse: - Bruno, você não vai fazer balão nenhum, você sabe que balão é muito perigoso e pode causar incêndio. No ano passado um balão caiu numa Fábrica e foi um incêndio muito grande, muita gente se feriu e todos os empregados da fábrica ficaram sem emprego, muitos passando necessidades pela falta do salário que recebiam. Essa brincadeira causa prejuízo ao nosso próximo, não vai fazer balão nenhum, entendeu?

Bruno ouviu tudo calado, prometeu ao pai que não ia fazer o balão e guardou o papel, mas assim que o pai foi para trabalho, mais do que depressa Bruno buscou novamente o papel e pôs-se a montar o balão, iria soltá-lo quando o vento começasse a soprar. Estava radiante, ninguém iria incomodá-lo! Quando o balão ficou pronto, Bruno chamou Ritinha para que ela visse a sua obra prima. 

- Veja a Ritinha, o balão que fiz ficou lindo! Vou soltá-lo.

- Bruno, você não ouviu o que o papai falou com você sobre balões? Você vai desobedecê-lo?

Mas o menino teimoso não ouvia ninguém, acendeu a bucha do balão que foi subindo, subindo... mas de repente o balão começou a cair, foi caindo, caindo, caiu bem em cima da casinha do Rex, cachorro de Bruno. O fogo forte espalhou-se rapidamente e o pobre do Rex saiu correndo, antes que fosse chamuscado pelo fogo. Pobrezinho, estava tão assustado!

Vendo o ocorrido Bruno arrependeu-se e compreendeu que foi ele o causador do que aconteceu com a casa do seu cachorrinho que graças a Deus só ficou assustado.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Tudo me é Lícito, mas nem tudo me convém - Jardim

A aula desse sábado (21/04/18) foi da Carol, que começou conversando com os evangelizandos sobre o livre-arbítrio, fazendo algumas perguntas. 

Quem já ouvir a frase “A gente colhe o que planta”?

O que é livre-arbítrio? Possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade. Podemos escolher quase tudo em nossas vidas, escolher nossas ações, escolher nossos amigos, escolher a escola que iremos estudar, escolher o esporte que queremos praticar, escolher nossa roupa. Todos temos esse direito a escolha, só que cada escolha feita por nós terá uma reação, um efeito, tanto pode ser boa como ruim.

Pegou uma bola e jogou contra a parede. Interrogou-os sobre o que aconteceu. 
Mostrando que se jogasse forte, voltaria forte, se jogasse fraco, voltaria fraco, se jogasse torto, voltaria mais torto ainda, se jogasse reto, voltaria da mesma forma.

“Ao jogar uma bola contra a parede, ela imediatamente voltará em minha direção. Da mesma forma, para cada ação que eu desempenho, haverá uma reação. Ao dar felicidade, recebo felicidade. Ao dar tristeza, recebo tristeza. Esta é a Lei da Ação e Reação. Quando sou consciente dela, me torno responsável pelo que digo e faço. Quando entendo essa lei espiritual, me torno criador do meu destino. Eu escolho o destino que eu quero para mim. E inspiro outros a também escolherem seus destinos através do meu exemplo e das minhas ações.”
Brahma Kumaris, Correspondence Course in Raj-Yoga, New Delhi
Comentou que cada atitude tem uma consequência, pediu que dissessem a consequência de:
  • Comer/comer demais (passar mal, dor de barriga);
  • Ver filme (tipo de filme);
  • Estudar bastante para uma prova (irá bem na prova);
  • Não tomar banho (terá cheiro desagradável, poderá adquirir alguma doença);
  • Tomar muito sol (ficará queimado e ardendo);
  • Dormir tarde e acordar cedo (passará o dia sonolento);
  • Jogar videogame demais (mil e umas consequências);
  • Brincar o dia todo e não fazer as tarefas da escola;
  • Arrumar o quarto;
  • Sair na rua sozinho.

Pediu para falarem sobre o que gostam de fazer e o devem fazer.


Para que pudessem refletir se nossas atitudes também afetam outras pessoas, ela aplicou uma dinâmica.

DINÂMICA I - Do livro 30 Atividades... - vol. II – Laços –Cecilia Meirelles (um pouco adaptada)

Escreveu em papeis diversas ações: pular em um pé só, esticar-se, agachar, ficar sentado, rodas em torno de si, dançar, pular com os 2 pés.

Deixou que cada evangelizando escolhesse um papel.

Em seguida, amarrou barbante ao redor da cintura de cada um. E orientou para que, em círculo, cada um executasse a ação escolhida.

Em seguida, amarrou-os uns aos outros: primeiro dois a dois, depois todos juntos, pois eram quatro evangelizandos. Ficou bem difícil executarem suas ações.

Em seguida passou à discussão: As nossas escolhas afetam as pessoas a quem estamos ligados?
As escolhas delas nos afetam?
Temos o poder de escolher (livre-arbítrio)? (Porém naquele momento o livre-arbítrio  era relativo, pois só podiam escolher entre as ações que ela previamente havia preparado).

Entregou a cada um o desenho de uma árvore para que desenhassem na raiz o que desejavam plantar e na copa o que iriam colher.




















segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Lei de Liberdade - Responsabilidade

A aula desse sábado (02/09/17), foi da Cíntia Machado, que iniciou explicando que podemos escolher quase tudo em nossas vidas: escolher nossas ações, escolher nossos amigos, escolher a escola que iremos estudar, escolher o esporte que queremos praticar, escolher nossa roupa. Todos temos esse direito a escolha, só que cada escolha feita por nós terá uma reação, um efeito, tanto pode ser boa como ruim. E que esse seria o tema da aula.

Cada evangelizando recebeu um PAPEL dizendo o que tinha que fazer com o evangelizando que estava sentado do seu lado direito, depois escreveu o seu nome atrás. Ela reforçou que toda ação deveria ser feita com carinho, sem machucar o amiguinho, pois era apenas uma brincadeira. 




Depois ela colocou os papéis em uma caixa e esperou até término da aula.

Logo em seguida disponibilizou uma bola e um evangelizando pro vez jogou a bola contra a parede. 





Perguntou sobre o que aconteceu: observaram que quem jogou a bola forte, a bola voltou forte, quem jogou a bola fraco, ela voltou bem fraco, quem jogou a bola torto, a bola volta mais torto ainda, quem jogou a bola reto, a bola volta na mesma direção.

Ela explicou: “Ao jogar uma bola contra a parede, ela imediatamente voltará em minha direção. Da mesma forma, para cada ação que eu desempenho, haverá uma reação. Ao dar felicidade, recebo felicidade. Ao dar tristeza, recebo tristeza. Esta é a Lei da Ação e Reação. Quando sou consciente dela, me torno responsável pelo que digo e faço. Quando entendo essa lei espiritual, me torno criador do meu destino. Eu escolho o destino que eu quero para mim. E inspiro outros a também escolherem seus destinos através do meu exemplo e das minhas ações.” (informação tirada de Brahma Kumaris, Correspondence Course in Raj-Yoga, New Delhi)

Seu eu jogar para cima pétalas de rosas, o que irá acontecer? Cairão pétalas de rosas. E se eu jogar pedras? Cairão pedras na minha cabeça.

Cada atitude tem uma consequência, pediu aos evangelizandos que dissessem a consequência de cada uma das ações abiaxo:

  • Comer demais (passar mal, dor de barriga);
  • Estudar bastante para uma prova (irá bem na prova);
  • Não tomar banho (terá cheiro desagradável, poderá adquirir alguma doença);
  • Tomar muito sol (ficará queimado e ardendo);
  • Dormir tarde e acordar cedo (passará o dia sonolento);
  • Jogar videogame demais (mil e umas consequências);

Questionou: Deus é bondoso e justo? Por quê? Deus governa o Universo com base na Lei de Causa e Efeito. Tudo o que acontece tem uma causa e uma consequência. Cada pessoa é responsável por suas atitudes e colhe as consequências do que fizer. Tudo o que fizermos de bom ou ruim volta para nós.

As leis dos seres humanos, às vezes, não são cumpridas. Mas as leis de Deus sempre são cumpridas. Elas não mudam e são perfeitas.
Ex: Roubo. O ladrão pode não ser preso ou condenado, mas ele não foge da justiça Divina. Por isso dizemos que Deus vê tudo. Não é necessária a vingança.

As consequências dos atos podem ser positivas, se os atos forem positivos. Ou podem ser negativas, se os atos forem negativos. Os atos podem ser desta vida ou de uma vida anterior.

Por isso a dor e o sofrimento não são castigos de Deus são apenas consequências de atos desta vida ou de uma reencarnação passada.

Ler a História – As Duas Árvores

Retornar à atividade inicial - cada criança tira um cartão da caixa, lê o nome do colega e faz com ele o que ele havia feito para o outro. Essa atividade visa que as crianças concluam que tudo o que fazemos aos outros, volta para nós mesmos.

Depois, cada evangelizando recebeu uma árvore e escolheu o que plantar e representará o fruto que colherá. Vejam a atividade no link "Colhendo o que Plantou".

Atividade: Colhendo o que Plantou

Cada evangelizando recebeu a figura de uma árvore.



Escolheu o que plantar e representou o fruto que colherá.



Puderam decorar o solo com materiais diversos, representando as sementes e depois irá decoraram a copa, simbolizando os frutos. 

Pedimos para que dissessem quais as atitudes de causa (solo) e quais as consequências (fruto).




História – As Duas Árvores

A história foi contada com ajuda de figuras, que foram coladas em uma cartolina a medida que a história se desenvolvia.

Material utilizado: dois bonecos, duas árvores, imagens das sementes, imagens de limões e de laranjas.

Antes da história, começar, os evangelizandos uniram suas mãos. Olhem que lindo!




Havia dois irmãos que moravam em uma bonita fazenda. Um deles escolheu sementes de limão e as plantou. Regou a planta, cuidou dela, e ela se transformou em uma linda árvore. Quando, porém, ele foi colher os frutos, experimentou o primeiro e não gostou. Era azedo, ardia na boca. Eram limões, afinal, sementes de limão fazem crescer um limoeiro, que por sua vez dá limões!






O outro menino resolveu plantar sementes de laranja. Regou a plantinha e viu crescer uma bonita árvore. Quando a árvore deu frutos, eles eram doces e saborosos! Eram bonitas laranjas, afinal uma laranjeira só pode dar laranjas!






Concluiu a história fazendo a relação das sementes com nossas ações (quando escolhemos o que plantar, escolhemos também o que colher), comparando o sol com Deus que nasce e brilha para todos (oferecendo oportunidades de crescimento a seus filhos) e os frutos sendo os resultados de nossas ações, que são bons ou ruins de acordo com as sementes (ações).  






Lembrou que o plantio é livre (cada um escolhe o que fazer, como ocupar seu tempo e seus pensamentos), mas que a colheita é obrigatória e varia de acordo com as atitudes e pensamentos que escolhemos ter.

sábado, 29 de abril de 2017

Lei de Causa e Efeito

Após contar a história ilustrada, dialoguei com os evangelizandos, para verificar se compreenderam a história. Estimulei a conversa com perguntas:

Vocês gostaram da história? Quem prestou atenção no que aconteceu? Podem então me contar o que aconteceu na história? O que a Vivi estava fazendo quando caiu no rio? Ela sabia nadar? Quem ajudou ela? O que aconteceu depois? E Vivi conseguiu ajudar Piteco? O que ela fez? 

Expliquei que a história falava que tudo que fazemos um dia volta para nós, se fazemos coisas boas, como o Piteco, recebemos coisas boas, mas se fazemos coisas ruins, como o caçador, recebemos coisas ruins.

Perguntei quem sabia o que significa ser responsável. Ouvi as respostas e completei que ser responsável é assumir o que fez e responder pelo resultado dessa ação. Por exemplo, todo mundo sabe que não devemos mentir, certo? Então se alguém aqui rasga sem querer o meu caderno, mas eu não vejo quem foi, quando eu pergunto “quem rasgou o meu caderno?”, e essa pessoa fala a verdade, me conta que foi mexer e sem querer rasgou, ela está sendo responsável. Eu vou ficar triste, vou entender, explicar que devemos ter cuidado quando mexermos nas coisas dos outros e vou desculpá-la. Mas se essa pessoa não assumir que foi ela, ela não está sendo responsável. Quando eu descobrir que foi ela, eu vou ficar chateada, então ela vai ter que assumir que além de ter rasgado o meu caderno, ela mentiu e além de conversar com ela, eu vou deixa-la sem participar das atividades com os outros colegas porque ela mentiu.

Para podermos entender melhor o resultado das nossas ações, aplicar a seguinte atividade:

CAUSA X EFEITO

Dividi a turma em dois grupos, cada evangelizandos do primeiro grupo pegou uma figura causa, expliquei a figura e convidei um evangelizando do outro grupo para encontrar a figura correspondente ao efeito. Quando todos do grupo tiverem pego a figura da causa, invertemos, o segundo grupo pegou a figura com a causa e o primeiro encontrou o efeito.









Eles coloriram as figuras que estavam com eles, separamos as figuras em pares e montamos um cartaz com as colunas, CAUSA e EFEITO, colando as figuras nas colunas correspondentes.

O cartaz ficou assim:

Lei de Causa e Efeito - História Ilustrada

A aula desse sábado (29/04) foi minha. Estava envolvida com outros assuntos e não conseguia me concentrar para planejar. 

No início da semana sentei para fechar o planejamento. O conteúdo que eu queria passar estava pronto, mas ainda faltava uma história para fazer o link para o tema e estimular o raciocínio dos pequenos. Já havia pesquisado algumas histórias na internet, mas nada me agradava.

Resolvi então partir para a atividade de fixação, e deixar a história para o final, foi então que me deparei com uma sequência de imagens sem história, e achei que tinha tudo a ver com a minha aula. 

Acabou que a história surgiu, conforme olhava cada figura da sequencia, ia escrevendo a parte da história correspondente.  As imagens serviram como apoio para a contação da história, que vocês podem conferir logo abaixo.


FIG. 1 - Era uma vez, uma formiguinha muito trabalhadeira chamada Vivi.

Vivi saia todos os dias bem cedinho para pegar folhas verdinhas e água fresca para abastecer o formigueiro. Vivi estava na beira do rio, pegando água, quando se desequilibrou...



FIG. 2 - ... e caiu dentro do rio.

Desesperada, ficou se debatendo e gritando por socorro, pois Vivi não sabia nadar.

Foi quando um belo passarinho, que voava por ali, ouviu os gritos desesperados de Vivi e foi ajudá-la.


FIG. 3 - O passarinho encontrou um pedaço de barbante e jogou na água, para ajudar Vivi, que segurou firme no barbante e foi puxada para a margem do rio pelo passarinho bondoso.


FIG. 4 - Vivi e o passarinho conversaram. Vivi descobriu que o nome dele era Piteco e que ele tinha uma linda família. 

Vivi disse muito agradecida: - Obrigada Piteco, por ter me salvado, gostaria muito de fazer alguma coisa para ajudá-lo também.

Piteco apenas respondeu: - Não precisa, Jesus nos ensinou que devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que os outros nos fizessem.

Vivi, emocionada, se despediu do passarinho Piteco.



FIG. 5 - Alguns dias depois, Vivi reconheceu o belo canto de Piteco, viu que seu salvador estava cantando alegremente, pousado em uma árvore.

Nesse momento, Vivi percebeu que um caçador se aproximava de Piteco. A formiguinha ficou desesperada, precisava ajudá-lo, assim como ele a havia ajudado.

Foi então que teve uma ideia...


FIG. 6 - ... subiu na perna do caçador e deu-lhe uma bela mordida.

O caçador gritou de dor e seu grito assustou Piteco que foi embora voando, agradecendo a Deus por livrá-lo do caçador, sem imaginar que isso só aconteceu por que ele ajudou Vivi.

Somos todos responsáveis pelos que fazemos e tudo o que fazemos um dia volta para nós. Piteco fez o bem, por isso ele recebeu o bem de volta.

Para contar a história, eu imprimi as figuras em tamanho A4, colori (adoro colorir) e o texto eu imprimi no verso das figuras, pois enquanto mostrava as figuras para os evangelizandos, pude ler o texto que estava no verso.

Seguem as figuras coloridas.









Pensei o seguinte como opção de atividade para usar com essa história: 
imprimir a história em tamanho menor, todas as figuras em uma folha A4.



Uma folha para cada evangelizando. Cortar as figuras, embaralhar, entregar as figuras embaralhadas para os evangelizandos e pedir que pintem. Depois que as figuras estiverem coloridas, pedir que colem em uma folha, na sequência correta. Como eu optei por uma outra atividade, essa vai ficar como ideia para uma próxima vez que usar essa história.