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sábado, 19 de março de 2022

O VALOR DA VERDADE - GEEAL - Aula Virtual

Durante as reuniões públicas temos um grupo, em nossa casa, que evangeliza as crianças de 03 a 11 anos, é o GEEAL - Grupo de Educação Espírita André Luiz. 


Nesse período em as atividades da nossa Casa Espírita estão suspensas, as aulas estão sendo on line. Confiram o trabalho lindo da equipe do GEEAL!
 
As aulas são transmitidas pelo canal do Centro Espírita Miguel 
 
https://youtube.com/channel/UCKVWmzFM0F_j18kMyHYpKww
 
Domingo, após a transmissão da reunião, que começa a ser transmitida às 8:45 horas;
 
Quinta-feira, após a transmissão da reunião, que começa a ser transmitida às 14:15 horas;
 
Sexta-feira, antes da transmissão da reunião, às 19:15 horas.
 
Segue o link da aula 11/2022:



domingo, 5 de agosto de 2018

Evitando a Fofoca - Jardim

Para a aula desse sábado (04/08/2018), a Ângela começou espalhando penas pela sala, depois pediu aos evangelizandos que catassem.





Eles até que tentaram catar tudo, mas ficou muita pena pelo chão. Ela orientou que sentassem para ouvir a história:

Uma mulher espalhou uma fofoca sobre sua vizinha. Alguns dias depois, o bairro inteiro já sabia da história. 

A moça que foi alvo da fofoca ficou muito magoada e ofendida.

Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira. Ficou muito arrependida e resolveu visitar um velho sábio para descobrir o que poderia fazer para consertar o estrago.

– Vá agora até a praça do mercado – disse ele – compre uma galinha e mande matar. Depois, no caminho de casa, depene a galinha e solte as penas uma por uma pela rua. Amanhã volte aqui novamente.

Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que ele tinha pedido.

No dia seguinte voltou, e o sábio disse: - Agora vá, recolha todas as penas que soltou pelo caminho ontem e traga-as para mim.

A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha espalhado as penas em todas as direções. Depois de procurar por horas, ela voltou com apenas três penas na mão.

– Está vendo – disse o velho sábio – é fácil soltá-las, mas é impossível recolhê-las. Com a fofoca também é assim. Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que se espalhou, nunca se pode reverter o dano completamente.

Ela fez uma reflexão com eles a respeito do entendimento da história, fazendo perguntas para saber se haviam compreendido a mensagem, pediu que recontassem conforme haviam entendido.


Fez a brincadeira do telefone sem fio, para que percebessem como entendemos errado o que as pessoas nos falam, uma frase que é passada de boca em boca, acaba sendo modificada.

A frase que circulou: Jesus é nosso Mestre e Amigo. 




A frase chegou ao fim como: Melissa é sua amiga.

Depois, distribuiu telefones feitos com copos de isopor e fio de algodão para varal, para que brincassem em duplas, depois cada um levou um telefone para brincar em casa.



segunda-feira, 23 de abril de 2018

Tudo me é Lícito, mas nem tudo me convém - Maternal

Esse sábado (21/04/18) tivemos mais um momento de convergência, que é quando todo o DEF (Departamento de Evangelização da Família) estuda o mesmo tema.

A Sara preparou uma aula linda!

Conversou com os evangelizandos sobre o que eles costumam fazer em casa e perguntou:”Quando a mamãe manda vocês tomarem banho, vocês gostam?”

Usou o vídeo "Tayler não quer tomar banho", fazendo a reflexão sobre o assunto.



Deu um desenho para cada um pintar apenas as coisas que usamos para tomar banho.






Voltou a conversar com os evangelizandos, perguntando: "Quando vocês fazem algo de errado, vocês contam a verdade?"

Usou o vídeo "Fiz besteira", fazendo a reflexão sobre o assunto.

Deu um desenho da boca feliz para cada um colar bolinhas de papel coloridas para a boca ficar ainda mais sorridente.





Conversou sobre as palavrinhas mágicas, perguntando: “Vocês agradecem quando ganham alguma coisa?”

Usou o vídeo "Palavras Mágicas". Recortou com os evangelizandos corações, colou no barbante e fez um colar com as palavrinhas mágicas para levarem para casa. 




segunda-feira, 6 de março de 2017

Reformando Nosso Carro

Narramos à história "O Carro Velho", após a história, fizemos uma reflexão sobre a união que devemos ter em família, tomando as decisões juntos para o bem de todos.  Explicamos que em família tanto aprendemos como ensinamos e que devemos colocar em prática tudo o que aprendemos com os ensinamentos de Jesus.

Mais uma vez o grupo foi dividido em dois: Pequeníssimos (4 a 6 anos).

Fixamos na parede a figura de um carro feito de cartolina e cheio de imperfeições na lataria. (figuras que representavam as imperfeições)


Modelo usado para ampliar



Dispomos em cima da mesa várias figuras que representavam valores morais e imperfeições para que os evangelizandos pudessem refletir. 



Cada evangelizando foi até o carro, escolheu uma imperfeição para consertar e depois avaliou qual a melhor figura representava o valor moral para consertar o carro, a figura selecionada foi coladas em cima das imperfeições que estavam na lataria do carro. 


Pequenos (7 a 12 anos)


Usamos a mesma metodologia com os Pequenos, substituindo as figuras por palavras que foram escritas no carro, representando as imperfeições e disponibilizamos etiquetas com palavras que representavam os valores morais e imperfeições para que o evangelizando avaliasse qual seria melhor para consertar o carro.






O carro velho

Todas as semanas, Valter reunia a família para o estudo do Evangelho no Lar. E ali, em torno da mesa singela, ele e a esposa Luzia, junto com os filhos Maria e Lucas, de cinco e sete anos, liam e comentavam as lições do Evangelho.
Naquele dia, o texto era dirigido especialmente às crianças, pois falava da simplicidade e da pureza de coração, e Jesus dizia claramente que aquele que não recebesse o reino de Deus como uma criança nele não entraria. E, para que os filhos entendessem melhor, Valter explicou-lhes que Jesus tomara a criança como exemplo porque ela é pura, simples, diz sempre o que pensa, não mente, entre outras coisas. 
Após conversarem  sobre o tema, a pequena reunião foi encerrada com uma prece, e tomaram água fluidificada, com as bênçãos do Alto.
Todos estavam muito bem. A mãe arrumou a mesa para o lanche, em meio à alegria geral.
Logo foram dormir, pois tinham que se levantar cedo. No dia seguinte tomaram o café da manhã e Valter despediu-se da esposa:
— Tenha um bom-dia, querida! Não se preocupe, eu deixo as crianças na escola.
Valter saiu acompanhado das crianças. Após deixar os filhos na escola, rumou para a empresa. De repente, atravessando uma rua, o carro parou de funcionar.


Ele fez de tudo, mas foi obrigado a deixá-lo e seguir andando para o trabalho.
Chegou tarde à empresa e desculpou-se pelo atraso, explicando a razão e o chefe avisou:
— Espero que isso não aconteça mais, Valter. Outro dia você deu a mesma desculpa. Leve-o para consertar ou troque-o por um carro mais novo!
— O senhor tem razão. Vou pensar no assunto — concordou o empregado.
Valter pôs-se a trabalhar preocupado. Ele não ganhava muito, mas dava para manter a casa e a família. Mas, comprar outro carro seria difícil! Ele não tinha dinheiro para isso.
Assim, ele levou o carro para a oficina de um amigo, que examinou bem o veículo:
— Valter, seu carro precisa de vários consertos, inclusive o motor não está bom. Acho melhor vender este carro e comprar outro mais novo.
Ele agradeceu ao mecânico e saiu, preocupado. Em casa, conversou com a esposa e explicou a situação, enquanto as crianças brincavam no tapete, e Luzia concordou:
— Se não tiver saída, venda o carro. Ficaremos sem carro por algum tempo. Você vai de ônibus para o serviço, e eu levo as crianças para a escola! Depois, quando der, nós compraremos outro.
Então, Valter colocou o carro à venda. Logo no dia seguinte, apareceu um comprador.
Era sábado. Valter recebeu sorridente o comprador e foi mostrar-lhe o carro. Lucas, que estava brincando ali perto, na calçada, parou de brincar e, curioso, ficou junto do pai.
Valter abriu o carro, para que o homem pudesse vê-lo por dentro. O comprador fazia perguntas sobre o veículo, que ele respondia. De repente, o homem indagou:
— Seu carro está bom mesmo, Valter? Tudo funciona bem?
Valter, entre a consciência de dizer a verdade e o desejo de vender o carro, respondeu constrangido:
— Este carrinho me serviu por muitos anos sem problemas.
— Mas, o motor está bom mesmo? — insistiu o outro.
— Está! — ele concordou, cheio de vergonha.
Lucas, ao ouvir isso, puxou as calças do pai. Virando-se, ele ouviu o pequeno dizer:
— Papai, o senhor deve ter esquecido! O motor está precisando arrumar, lembra?
O comprador olhou para o menino, depois para o dono do carro, que se sentiu pior ainda por estar mentindo, e sem jeito, concordou:
— É verdade. O motor não está muito bom, precisa de reparo.
Muito sério, sentindo-se enganado, o comprador agradeceu a atenção e despediu-se.
Entrando em casa, com os ombros caídos, cheio de vergonha por ter sido pego em flagrante mentira, Valter jogou-se no sofá, calado.
O filho aproximou-se dele e disse:
— Papai, me desculpe o que eu falei, é que achei que o senhor tinha esquecido que o motor não está bom, e não queria que dissesse uma mentira! Lembra que Jesus disse que precisamos ter simplicidade e pureza de coração como uma criança, para entrarmos no reino de Deus? Fiquei com medo que o senhor não dissesse a verdade!
O pai fitou o filho, passou a mão na sua cabecinha e, com lágrimas nos olhos, concordou:
— Você tem toda razão, meu filho. Temos que dizer a verdade, sempre, mesmo que isso represente um possível prejuízo para nós.
A mãe, que tinha entrado na sala com a filha e ouvira a conversa, indagou ao esposo:
— E agora, o que faremos?
— Vou vender o carro, mas sem mentiras, dizendo a verdade. Depois, com o tempo, quem sabe poderemos comprar outro melhor?
— Sim, Valter. É preferível vivermos com mais simplicidade, que abrirmos mão dos valores morais que Jesus nos ensinou — a mãe concordou.
Eles se abraçaram, e o pai, aconchegando Lucas ao coração, disse:
— Obrigado, meu filho, por ter-me lembrado de que a verdade deve sempre ser dita, mesmo que nos cause prejuízo. Agradeço a Jesus ter-me dado um filho como você. 

(Pelo Espírito Meimei - Recebida por Célia X. de Camargo - Fonte: Revista Semanal de Divulgação Espírita - O Consolador).

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A LANTERNA DA VERDADE

Frase: O conhecimento é a luz da VERDADE, que deve ser acesa para que todos possam ver melhor.

Atividade proposta : Escrevemos com letras grandes a frase acima e cortamos em pedaços (cada pedaço uma palavra), numeramos o verso, pois trabalhamos com o jardim, escondemos os pedaços pela sala antes da aula começar. Apagamos a luz, entregamos uma lanterninha para cada um e pedimos que, com a ajuda das lanternas, os evangelizandos procurassem os pedaços que estavam escondidos. Quando todos os pedaços foram achados, ainda com a ajuda das lanternas, montamos um cartaz colando as palavras e formando a frase.
Lemos e explicamos que quanto maior é o nosso conhecimento, mais fácil fica encontrar a verdade. E quando dividimos o nosso conhecimento com outra pessoa, ajudamos o outro a encontrarem a verdade.
Fizemos uma analogia da lanterna com o conhecimento, mostrando como podemos dividir mossa luz, ajudando os outros a verem melhor, a encontrarem a verdade (colocamos o foco da luz da lanterna na palavra  VERDADE  em destaque na frase.)

Contamos " A História do Juquinha ". Falamos que temos que ser sempre sinceros, pois temos uma luz em nosso coraçãozinho, e sempre que falamos a verdade, essa luz brilha mais forte e ainda. Nosso anjinho da guarda fica muito feliz com a nossa atitude! E cada vez que ela brilha mais um pouco, é um passo que estamos dando para a nossa felicidade.

Utilizamos um fantoche, e contamos duas histórias para eles, cada uma com dois finais, para decidirem o melhor final:

História 1: João estava jogando bola na rua. Ele era um ótimo jogador de futebol, e sempre jogava bola com seus amiguinhos. Um dia, João foi dar um chute na bola, e sem querer ela desviou do  gol e foi direto na janela do vizinho, quebrando o vidro. O que ele deve fazer?

História 2: Beatriz estava na sua festa de aniversário. Ela estava brincando muito, e ficou com fome e sede. Ao passar pela mesa, que estava cheia de doces, salgados e sucos ela resolver pegar um salgado para comer, porém, sem querer, ela esbarrou num copo de suco que derramou por toda mesa, molhando tudo que estava próximo. A mãe dela chegou, e quando viu um monte de suco derramado pela mesa, perguntou quem havia derramado. E agora, o que ela deve dizer?

O fantoche deu como opções primeiro uma mentira, depois uma verdade. Dentro dele colocamos uma lanterna, quando falava a verdade a lanterna se acendia e quando mentia, a lanterna ficava apagada.

Cada evangelizando decorou sua lanterna com adesivos.