1. TEMA: O Perdão - Como perdoar
LE, 918; ESE., 10: 1 a 15; 12.
Almas em Desfile (Hilário Silva / F. C. Xavier e Waldo Vieira), 2ª parte, cap. 16.
01- Quem nos recomendou o perdão?
02- Por que o perdão é básico para a boa convivência?
03- O que Jesus nos mostra na recomendação: “Orai pelos que vos perseguem e caluniam”?
04- O que Jesus quis dizer ao recomendar a Pedro que perdoasse até setenta vezes sete vezes?
05- Como nós podemos aprender a perdoar as grandes ofensas?
06- Quem merece mais a nossa compaixão: o doente do corpo ou o doente da alma?
07- Por que perdoar é um ato de inteligência?
08-O que é que sentimos quando nos lembramos de uma pessoa que nos tenha ofendido e de cuja ofensa ainda guardamos mágoa?
09- Será ato de inteligência permitir que uma ação, muitas vezes impensada, de uma pessoa perturbe a nossa paz?
10- Se você ficar magoado ou com raiva porque uma pessoa fez-lhe algum mal, não estará, assim, permitindo que essa pessoa decida por você, como você deve se sentir?
11- A quem o perdão faz mais bem, àquele que o recebe ou àquele que o concede?
12- Para qual das duas posições é necessário ter-se mais coragem: para vingar-se ou para perdoar?
13- Com que espécie de Espíritos estamos nos sintonizando quando retribuímos o mal com o mal?
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DINÂMICA - ANTE O OFENSOR
O Evangelizador deverá escrever na lousa uma pergunta sobre um crime hipotético, questionar os alunos como deveriam tratar o criminoso e anotar as respostas.
Se um filho roubasse os seus próprios pais como deveria ser tratado?
Após anotar as respostas dos alunos na lousa, faça outros questionamentos:
Se este filho fosse você como gostaria de ser tratado? Gostaria de receber o mesmo tratamento que havia pensado antes? Gostaria de receber o perdão dos seus pais e familiares? (Aguarde as respostas)
Quase sempre categorizamos aqueles que nos ferem por inimigos intoleráveis; entretanto, o Divino Mestre, que tomamos por guia, determina venhamos a perdoar-lhes setenta vezes sete. (...)Se a injúria nos visita o cotidiano, pensemos em nossos opositores na condição de filhos de Deus, tanto quanto nós, e, situando-nos no lugar deles, analisemos o que estimaríamos receber de melhor das Leis Divinas se estivéssemos em análogas circunstâncias. (...) Efetuado o autoexame, não mais nos permitiremos qualquer censura e sim proclamaremos no coração a urgente necessidade de amparo da Misericórdia Divina, em favor deles, e a nosso próprio benefício. (Rumo certo. Agressores e nós. Espírito Emmanuel. Psicografado por Chico Xavier)
O Evangelizador deverá confeccionar previamente vários corações coloridos (tamanho: aproximadamente 10cm X 10cm) e distribuir um para cada aluno. Depois deverá pedir para que os alunos escrevam no coração quais sentimentos possuem quando perdoam alguém (Exemplos: paz, amor, felicidade, etc.). Após escrever, todos deverão colar os corações na cartolina.
O perdão sincero é filho espontâneo do amor e, como tal, não exige reconhecimento de qualquer natureza. (O Consolador. Questão 335. Espírito Emmanuel. Psicografado por Chico Xavier).





































