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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O Uso da Palavra - Jardim

Sábado (01/09/2018) a Ângela levou um dominó e montou com os evangelizandos algumas fileiras e empurrou o primeiro, mostrando que os outros caiam, num processo em cadeia.








Comentou que também somos como peças de uma estrutura, que é a sociedade. Os nossos pensamentos, palavras e atos atingem os outros, para o bem ou para o mal, de acordo com sua qualidade, positiva ou negativa. Daí a necessidade de procurarmos desenvolver bons hábitos, pois o que damos de bom aos outros e ao meio em que vivemos, primeiramente beneficia a nós mesmos.

Narrou a história "A Tartaruga", e fez uma reflexão para que compreendessem o que a história quis nos trazer de lição.

Depois aplicou a atividade "A Boca fala do que está cheio o Coração".

E para finalizar, cofeccionamos tartarugas usando tampinhas plásticas de refrigerante e cartolina.








A Boca fala do que está cheio o Coração

Para essa atividade, usamos um molde que pegamos na internet.


Ampliamos a imagem para a figura ficar bem grande e colorimos.



Depois colamos na língua palavras negativas: GRITO, XINGAMENTO, OFENSA, FOFOCA, APELIDO, MENTIRA, PALAVRÃO, RECLAMAÇÃO, 
GROSSERIA, DESRESPEITO, RAIVA, CRÍTICA.


Apresentamos a imagem para os evangelizandos e através da reflexão, substituímos as palavras por palavras positivas, escritas em corações, que foram colados por cima.








 Eles adoraram!

Uma outra opção é usar somente uma boca, colando as palavras na imagem e os corações por cima.



E também tem essa outra imagem que encontrei e que também pode ser usada.



A Tartaruga




Quando menino eu era impaciente, arreliado e áspero no tratamento com as outras pessoas. 

Quando desejava alguma coisa, ao invés de solicitar com educação, azucrinava os ouvidos alheios até que, para se livrarem de mim, davam-me o que pretendia. Assim, transformara-me em uma criança moleta e pouco simpática. 

Eu percebia que aquilo aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, está claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passaram a tratar-me de igual maneira. 

Cresci um pouco e, de certa feita, me apercebi de que a situação era desconfortante e me preocupei, sem, entretanto, saber como me modificar. 

O aprendizado me foi dado em um domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me para a margem do riacho que coleava entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e, quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente pretendi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a catucar os orifícios que havia na carapaça. Mas os meus esforços resultaram vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado. Foi quando meu pai se aproximou de mim. 

Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: 

 - Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês catucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho. 

Acompanhei-o e ele se deteve perto na fogueira que havia aceso com gravetos do bosque. E me disse:  

- Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável.

Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga pôs a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em direção a mim. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:  

- Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, as vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade. 

(E, para o resto da vida ... de Wallace L. Rodrigues, ed. O Clarim) 

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Bons Hábitos - Jardim

No sábado (25/08/18), enquanto a Carol escondia algumas figuras pela sala.






Eu fui com a turminha para a biblioteca, e fizemos nossa prece inicial lá. Eles adoraram da novidade.




Quando voltamos para a sala, a Carol pediu que os evangelizandos procurassem as figuras, utilizando uma lupa para ajudar.





Após encontrarem todas as figuras, coloriram. 

As figuras coloridas foram usadas na atividade seguinte, quando cada figura foi avaliada por eles, que decidiram se seriam coladas ao redor da carinha feliz ou da carinha triste.






segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Conduta e Bons Hábitos - Jardim

Essa foi a aula da Carol no dia 11/08/2018, usando como base o perfil da turma, que tem dificuldade em assumir o que fazem de errado, de aceitar o não e querem fazer as coisas do seu jeito, a Carol trabalhou a compreensão da obediência com uma outra abordagem. 

Ela optou por uma aula diferente, mais solta e bem a vontade. Estendeu o tapetão na sala e começou pedindo que falassem do que os deixava tristes, depois do que deixava as mães e os pais deles tristes e foi desenvolvendo a aula de acordo com as respostas dadas.  Mostrou que o lar é melhor quando estamos bem e que temos que mudar nosso comportamento quando estamos chateados com alguma coisa.

Pediu que pensassem em alguma coisa que fizesse se sentirem muito feliz. Depois pediu que desenhassem o que pensaram.



Explicou que deveriam guardar o desenho e quando se sentirem zangados ou tristes, peguem o desenho e olhem, lembrando daquilo que os deixa feliz, ajudando a mudar sua atitude e o sentimento ruim.

Depois fez o jogo da batata-quente, circulando uma bola entre os evangelizandos, que se sentaram formando uma roda. Quando ela falava "parou", quem estivesse com a bola deveria citar um momento em que exercitou a obediência. Eles adoraram!