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segunda-feira, 30 de maio de 2016

VEM! – Letra e música: Vilma de Macedo Souza

Trabalhamos uma outra música como atividade para a personalidade Tia Vilma, a música Vem!:


Vem! Vem! Vem!
Vem! Vem, amigo!
Eu quero estar contigo,
Vamos caminhar?
Vem! Vem! Vem!
Longa é a estrada,
Jesus nos aguarda,
Vamos hoje! Agora! Já!!!

Promovemos um diálogo, mostrando que nessa música a Tia Vilma, nos faz um convite, um convite em nome de Jesus, ela nos chama: “Vem, vem, vem, longa é a estrada, Jesus nos aguarda, vamos hoje! Agora! Já!” Ela quis nos lembrar dos convites que Jesus nos fez, vamos ver quem sabe quais convites foram esses. Ouvir o que cada um tem a dizer, reforçando, complementando. 

Disponibilizar os convites que Jesus nos fez, com imagens para colorir e montar um painel colando os desenhos na parede da sala.









Mural feito com os desenhos coloridos.


Gentilmente – Letra e música: Vilma de Macedo Souza

Como atividade para a personalidade  Tia Vilma, trabalhamos duas músicas dela, a primeira foi Gentilmente, ouvimos com os evangelizandos.

Obrigado para agradecer
Com licença se quero passar
Por favor digo sempre pra pedir
E desculpe-me pra me desculpar
Eu pra você, você pra mim e toda gente,
É mais feliz se sempre se lembrar de dizer
Obrigado!

Para ver quem prestou atenção na música, que a Tia Vilma nos ensinou palavras gentis e quando devemos usá-las, citamos algumas situações e os evangelizando disseram qual palavra gentil mais adequada, estimulando a formarem frases completa:


  1. Preciso passar por algumas pessoas para sair do ônibus lotado. (Com licença)
  2. Quando entrei no Centro, esbarrei sem querer em uma senhora. (Desculpe-me)
  3. Preciso pedir uma informação na Biblioteca do Centro. (Por favor)
  4. Meus pais estão conversando com outros pais e eu preciso interromper a conversa para perguntar algo importante. (Com licença)
  5. Cheguei atrasado à evangelização, a porta está fechada e eu preciso entrar. (Com licença)
  6. O ajudante do dia me entregou o copo com a água fluidificada. (obrigado)
  7. Derrubei o copo com água fluidificada e molhei o amigo sentado ao meu lado. (Desculpe-me)
  8. Preciso usar o lápis de cor azul que está do outro lado da mesa. (Por favor)
  9. Esbarrei na minha amiga e ela borrou o desenho que estava pintando. (Desculpe-me)
  10. Disse algo que magoou meu amigo. (Desculpe-me)
  11. Pedi uma tesoura a evangelizadora para cortar o desenho que fiz. (Por favor)
  12. A evangelizadora me entregou a tesoura que pedi para usar. (Obrigado)
  13. Ao devolver a tesoura, não prestei atenção e deixei-a cair no chão. (Desculpe-me)
  14. Quero ver o livro que meu amigo pegou emprestado na biblioteca. (Por favor)
  15. Estou com sede e quero sair da sala para beber água. (Por favor)
  16. Duas pessoas estão conversando o corredor e eu preciso passar. (Com licença)
  17. Na hora da história fiquei conversando, não prestei atenção e atrapalhei a evangelizadora. (Desculpe-me)
  18. A evangelizadora explicou novamente a história que eu não havia entendido. (Obrigado)
  19. Comprei um lanche na cantina do Centro, ao pagar e receber o troco o que devo dizer? (Obrigado)
  20. Estou com a ficha do lanche que comprei na cantina, quando a atendente se aproxima para saber qual o meu pedido, devo dizer? (Por favor)
  21.  Vou pedir a meus pais para comprarem um livro que estou querendo muito ler. (Por favor)
  22. Meus pais compram o livro que eu queria tanto. (Obrigado)

Vilma de Macedo Souza - Tia Vilma

Trabalhamos com a turma do Jardim a personalidade espírita Tia Vilma.

Iniciamos com a atividade de detetive (sugestão da Juliana Rangel para trabalhar com personalidade), os evangelizandos tiveram que encontrar as pistas espalhadas pela sala. Para isso, usaram um chapéu e uma lupa, a cada pista encontrada, passavam a vez (chapéu e lupa) para outro colega.












Quando todas as pistas foram encontradas, explicamos que cada uma conta um pouco da história de uma pessoa muito especial. Utilizando as pistas encontradas, contamos a história da Tia Vilma:


Nossa personalidade nasceu no dia 23 de março de 1929, na cidade do Rio de Janeiro. Do sexo feminino, era filha de Nelcio Raimundo de Macedo e Armeni Santos de Macedo.


Era a primogênita (filha mais velha) de nove irmãos: Manoel, Leila, Jussara, Jaira, Jussema, Juaciara, Marcílio e Stélio. Desde cedo teve a responsabilidade de ajudar sua mãe a criar os irmãos.


Quando criança, seu divertimento maior era brincar de dar aulas aos irmãos menores, uma vocação nata para o magistério. Desejava muito estudar, mas seus pais não tinham recursos. Teve, por isso, que interromper os estudos e trabalhar, para ajudar na manutenção da família.


 Quando via uma garotada uniformizada na rua, muitas vezes chorava, achando que seria impossível para ela. Naquela época era muito difícil a gratuidade do ensino. Mais tarde, já moça feita, conseguiu, graças a uma bolsa de estudos, terminar o ginásio no Colégio Cardeal Leme. Aluna dedicada, destacou-se em seus estudos, ganhando várias medalhas por seu desempenho. 



Mesmo trabalhando para manter-se e à família, formou-se na Escola Normal Carmela Dutra, em 1953. 



Sendo uma das primeiras colocadas, teve o direito de escolher a escola em que desejava lecionar. Optou por uma bem longe de sua residência, na zona rural, em Barros Filho, que só tinha praticamente o prédio. Desejava acompanhar o nascimento de uma escola desde a sua estrutura inicial até o seu funcionamento. Durante dez anos trabalhou naquele estabelecimento de ensino, querida e acatada por todos.


 Casou-se no dia 30 de janeiro de 1961, aos 31 anos de idade, com Wilson de Souza, natural de Angra dos Reis. 



 Teve quatro filhos: Paulo Estevão, Ana Matilde, Pedro Marcos e João Emanuel.


 Em 1980, depois dos filhos criados, voltou a estudar e formou-se em pedagogia, tornando-se especialista em Educação, pela Sociedade Universitária Augusto Motta.

No Espiritismo, por meio século (50 anos), trabalhou na evangelização infantil. Colaborou com a evangelização em presídios, manicômio, por mais de 25 anos. Dedicou-se também à evangelização na Comunidade do Jacarezinho, por 20 anos.


 Por 26 anos pertenceu à Associação Espírita Nosso Lar, em Del Castilho, e por 24 anos à União Espírita Fernandes Figueira e Bezerra de Menezes, tendo presidido esta última por 12 anos consecutivos.

Era expositora muito solicitada e levava a todo o Estado do Rio de Janeiro, e muitos outros, palestras entremeadas de músicas, sempre acompanhada ao violão por seu querido esposo.
Gravou quatro fitas-cassete e seis CDs pela Federação Espírita Brasileira, tendo deixado vários manuscritos de poesias e composições ainda inéditas.
Aqui na Evangelização, nós cantamos as músicas dela, uma em especial, cantamos todos os sábados.



Com a história relatada, verificamos se alguém sabia de quem estávamos falando. Como na parede da nossa sala temos letras de algumas músicas dela que costumamos cantar e alguns evangelizandos já sabem ler, demos algumas dicas que ajudaram a descobrir.

Mostramos fotos dela, foi difícil conseguir, mas felizmente a nossa coordenadora, Graça Borges, conseguiu com uma amiga dela que trabalhou com a Tia Vilma, assim foi possível desvendar quem era a nossa personalidade: VILMA DE MACEDO SOUZA, ou TIA VILMA, como era carinhosamente conhecida. 


Tia Vilma

Nessa foto a Tia Vilma está com o marido da pessoa que conseguiu as fotos para nós.

Tia Vilma e Tio Wilson

Tio Wilson com o coral de evangelizandos cantando as músicas da Tia Vilma


Foi uma trabalhadora dedicada, muito séria e responsável na realização das tarefas que assumia no campo do bem: na evangelização, na divulgação do Espiritismo e no auxílio aos necessitados. Repetia sempre: “No trabalho com Jesus não se brinca”.Teve uma vida dedicada à educação, à família e à Doutrina dos Espíritos. Mesmo nos últimos anos, apesar da limitação de suas condições físicas, não recusava trabalho. 


No dia 2 de novembro de 2004 realizou sua última palestra, e no dia 5, serenamente, no Rio de Janeiro, regressou à Espiritualidade. Como ela mesma dizia: “Perseveremos no Bem, confiantes em Jesus, e haverá paz em nossos corações”.