segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Louvado Seja Deus - História adaptada para apresentação



Narrador - Claudia Costa
André - Marcos Oiticica
Anjo - Margareth


Narrador - O velho André era um escravo que aceitava com paciência o sofrimento. Certo dia, ele soube que Jesus nos ensinara a santificar o nome de Deus e prometeu a si mesmo jamais fazer o mal.

Narrador - Se o segurança da fazenda o perseguia, André perdoava e dizia de todo o coração:

André – Louvado seja Deus.

Narrador - Se algum companheiro perturbava para fugir das responsabilidades de cada dia, dizendo não ser  justo o que faziam com ele, Andre falava:

André - conto com a Bondade de Deus, apontava para céu e repetia: – Louvado seja Deus.

Narrador - Quando veio a libertação dos escravos, o dono da fazenda chamou-o e disse-lhe que a pobreza e a doença lhe batiam à porta e pediu-lhe que não o deixasse. Todos os amigos foram embora, cheios de alegria, mas André teve pena do Senhor, agora humilhado, e permaneceu no trabalho, imaginando que Deus estaria feliz com o seu comportamento. O dono da terra, pouco a pouco, perdeu o que tinha, ficou doente, mas o bondoso dele, até ele morrer, afirmando sempre:

André – Louvado seja Deus.

Narrador  - André estava cansado e velho, quando o antigo patrão morreu. Quis trabalhar, mas o corpo enrugado curvava-se para o chão, com muitas dores. Então pediu esmolas, com humildade e paciência e, de cada vez que recebia algum pão para matar a fome ou algum trapo para vestir, exclamava alegremente:

André – Louvado seja Deus.

Narrador - Certa noite, muito sozinho, com sede e febre, notou que alguém entrava em sua cabana de palha. Quem seria? Em poucos instantes, um anjo erguia-se à frente dele. Acanhado e aflito, quis falar alguma coisa, mas não pôde.

André - Acanhado e aflito, quis falar alguma coisa, mas não pôde.

Narrador ou Anjo - O anjo, então, sorrindo, abraçou-o e exclamou: – André, o nome de Nosso Pai Criador foi exaltado por seu coração e vim buscar você para que a sua voz possa louvá-lo agora no céu.

Narrador - No dia seguinte, o corpo do velho escravo apareceu morto na cabana, mas, sobre o teto simples as aves pousavam, cantando, e muita gente afirmou que os passarinhos pareciam repeti: - Louvado seja Deus!





A Valéria Senna confeccionou esse tapete que serviu de apoio para a contação da história.






A Salvação Inesperada - História adaptada para apresentação




O segundo ciclo fez a contação com figuras e caixa:

Num país longe, lá da Europa, numa tarde muito chuvosa, um maquinista (motorista de trem), cheio de fé em Deus, começando a ligar o trem, que estava cheinho de passageiros para longa viagem, olhou o céu escuro e repetiu, com muito sentimento, a oração dominical, O Pai Nosso.

O trem percorreu uma distância enorme, dentro de lugares escuros, quando, alta noite, ele viu, à luz do farol aceso, alguns sinais que lhe pareceram feitos pela sombra de dois braços angustiados a lhe pedirem atenção e socorro.

Emocionado, fez o trem parar, de repente, e, seguido de muitos viajantes, correu pelos trilhos de ferro, procurando verificar se estavam ameaçados de algum perigo.

Depois de alguns passos, foram surpreendidos por enorme inundação (muita chuva mesmo! ) que, invadindo a terra com violência, destruiu a ponte que o trem deveria atravessar. O trem fora salvo, milagrosamente!!!

Tomados de infinita alegria, o maquinista e os passageiros procuraram a pessoa que tinha lhes dado o aviso salvador, mas ninguém aparecia. Intrigados e curiosos continuaram na busca, quando encontraram no chão um grande morcego agonizante, O enorme voador estava batendo as asas, na frente do farol, em forma de dois braços agitados, e caiu nas engrenagens, no motor, do trem.

O maquinista retirou-o com cuidado e carinho, mostrou-o aos passageiros assombrados e contou como tinha orado, ardentemente, invocando, pedindo a proteção de Deus, antes de partir.

E, ali mesmo, ajoelhou-se, ante o morcego que acabava de morrer, exclamando em alta voz: – Pai Nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores, não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.

Quando acabou de orar, grande silêncio reinava na paisagem. Todos os passageiros, os que acreditavam ou não, estavam também ajoelhados, repetindo a prece com amoroso respeito. Alguns choravam de emoção e reconhecimento, agradecendo ao Pai Celestial, que lhes salvou a vida, por intermédio de um animal que provoca tanto medo a algumas criaturas humanas.

E até a chuva parou de cair, como se o céu silencioso estivesse igualmente acompanhando a sublime e emocionante oração!




Presença Divina - História adaptada para apresentação



Personagens:
Antoninho: Marizete
Tio: Joelma
Narrador/Suporte: Camila


NARRADOR: Um homem, ignorante (que não compreendia) ainda das Leis de Deus, caminhava ao longo de enorme pomar, conduzindo uma criança de seis anos. Eram Antoninho e seu tio, em passeio na vizinhança da casa que moravam. Contemplavam (admiravam), com água na boca, as laranjas maduras, e respiravam, a bom ar leve e puro da manhã.
(Antoninho e o tio aparecem suspirando...)
(Quando, de repente, encontram uma caixa cheinha de laranjas).
O tio abaixou-se no chão e abrindo sua sacola foi recolhendo várias frutas e colocando dentro de sua sacola. Olhava para os lados, em todas as direções, com medo de estar sendo visto).

Tio – Huum... Que laranjas bonitas, né Antoninho! Parecem estar muito gostosas! Vamos pegar umas laranjas para levarmos pra casa e fazer um suco bem gostoso!

(Preocupado com o que via, Antoninho dirigiu-se ao companheiro e indagou:)  - Que fazes, titio?

(Colocando o indicador da mão direita nos lábios entreabertos, o velho respondeu:)
- Tio – Psiu!... psiu!... Vamos aproveitar agora, enquanto ninguém nos vê, e apanhemos algumas laranjas, às escondidas.

(O menino, contudo, muito admirado, apontou com um dos pequenos dedos para o céu e exclamou:)
- Antoninho:– Mas, o senhor não sabe que Deus nos está vendo?

(Muito espantado, o velho empalideceu e voltou a recolocar os frutos na caixa, de onde os havia retirado, murmurando:)
 – Obrigado, meu Deus, por haveres despertado a minha consciência, pelos lábios de uma criança.

(OS DOIS SE ABRAÇAM)

NARRADOR: E, desde esse momento, o tio de Antoninho passou a ser realmente outro homem.






O Serviço da Perfeição - História adaptada para apresentação


CENÁRIO: Colchão sobre uma mesa pequena, uma cesta com vasos

Os  dois personagens entram juntos nas salas.

PERSONAGEM 1 - Espírito de Luz, caracterizado com uma túnica clara, carregará a cesta com os vasos, colocará no lado oposto em que a cama estiver na sala e ficará lá observando e aguardando para entrar em cena. - ANGELA

PERSONAGEM 2 – Artesã, estará caracterizada com roupas simples e surradas (até com remendos), terá uma cicatriz na perna. Vai entrar, sentar na cama e começar a falar em direção aos evangelizandos: - CARLA


 Eu sou uma artesã, dediquei muitos anos da minha vida ao meu trabalho. Modelava o barro, transformando-o em lindas peças, mas adoeci gravemente, desde então venho passando por enormes dificuldades.

Meus parentes, parece que perderam a memória... me esqueceram, principalmente os que eu mais ajudei quando tinha saúde.

Sem ter como trabalhar para me sustentar e sem a família para me auxiliar, passei a viver pelas ruas e a depender da caridade das pessoas. Acabei caindo e quebrando minha perna (passar a mão na perna quebrada fazendo expressão de dor), faz muito tempo que estou presa a essa cama.

(fecha os olhos e som voz de choro faz uma prece) oh meu Deus! Eu imploro a ti meu Pai, envie alguma consolação para os meus sofrimentos, pois não aguento mais...

(Deita na cama e dorme)

(O Espírito de Luz se aproxima, fala em direção aos evangelizandos) 
— Vejam, ela está sonhando, vou aproveitar para dar o consolo que pediu em prece.

(Segura a mão da artesã, ajudando-a a levantar-se da cama e a conduz até a cesta, mostrando-lhe alguns vasos de sua produção)

(A artesã vai levantar e andar normalmente, pois é um sonho)

O Espírito de luz pergunta: — Como é que você conseguiu realizar trabalhos assim tão perfeitos?

A artesã responde orgulhosa: - Usando o fogo com muito cuidado e com muito carinho, no serviço da perfeição. Alguns vasos voltaram ao calor intenso duas ou três vezes.

— E sem fogo você realizaria a sua tarefa?

 Nunca!

— Assim também, o sofrimento e a luta são as chamas invisíveis que Nosso Pai Celestial criou para o embelezamento de nossas almas, que um dia serão vasos sublimes e perfeitos para o serviço do Céu.

(A artesã retorna para a cama e deita. O Espírito fica parado observando. A artesã acorda, senta-se novamente na cama, passa a mão na perna quebrada, ainda fazendo expressão de dor, mas depois sorri e agradece)
 Obrigada Pai, compreendi que todo o meu sofrimento é necessário para a minha evolução espiritual. Que seja feita a Sua vontade!




O Exemplo da Árvore - História adaptada para apresentação




Personagens:
Árvore: Cintia
Ladrão: Sara


Ponto de ação: Árvore entra em cena sorrindo com uma cesta de maçãs em mãos, limpando suas plantas, se coloca no meio das crianças e se senta.

Árvore: Olá pessoal, tudo bem? Eu sou a Dona Macieira de Jesus, vocês sabem o que é uma macieira? Exatamente, eu sou a árvore que produz maçãs, todo ano, de outubro a maio, eu, junto com minhas amigas macieiras, produzimos maçãs gostosas e bem docinhas.

(Explicar para Maternal e Jardim caso necessário).

Árvore: Sabe, quando era bem pequenininha, um brotinho desse tamaninho ainda, a minha avó sempre me contava histórias dos seus antepassados, ela dizia que nós macieiras temos um dever muito importante, o dever de alimentar os outros, de toda forma que fosse possível.

Ponto de ação: enquanto dona árvore conversa com as crianças, o ladrão entra em cena sorrateiramente e vem por trás dela, roubando todas as suas maçãs e comendo uma, pedindo para as crianças fazerem silêncio com as mãos, árvore olha para trás e pega ladrão.
Pedir para evangelizador presente avisar que tem algo errado com as maçãs e mandar árvore olhar para trás.

Ladrão: Dona macieira, e aí? Tudo beleza? Como é que tá essa força? Eu só tava pegando umas maçãs aqui, sabe coméquié né, tô com uma fome, aí eu olhei, encarei e pensei: caramba essas maçãs devem estar muito gostosas.

Ponto de ação: árvore ficará olhando séria para o ladrão, que se ajoelha e começa a pedir perdão por ter pegado sem a sua permissão.

Ladrão: Ahh dona árvore desculpa, desculpa, eu devolvo todas as maçãs, aqui, toma, tudinho.

Árvore: Ei, não precisa devolver, não estou chateada com você, você parece estar com fome mesmo, mas meu dever é te auxiliar, então tome, pode ficar com as maçãs.

Ladrão: Sério? Então se é assim, seria uma coisa feia eu perguntar se posso pegar um desses galhos e umas folhagens para fazer uma caminha confortável? Eu andei muito por dias e estou bem cansado.
Árvore: ora, claro que pode e se quiser eu até faço uma sombra do sol e dou uma refrescada com minhas folhas.

Ladrão: aí, se não for muito incomodo, eu quero sim, muito agradecido. Boa noite!

MEIA HORA DEPOIS: O Ladrão acorda bocejando.


Ladrão: muito obrigada dona árvore, mesmo, a senhora me deu coisa para comer, deixou eu repousar em sua sombra, isso é muito gentil de sua parte realmente, me ajudar, uma pessoa como eu.

Árvore: minha missão é ajudar a todos aqueles que precisam caro amigo, e você precisava na hora, então nada mais justo que te ajudar.

Ladrão: a senhora é muito boa, eu queria ser bom assim, mas já fiz tanta coisa ruim, nem sei se consigo ser bom novamente.

Árvore: Ora, todos nós conseguimos, é só dar o primeiro passo e o resto se encaminha.

Ponto de ação: árvore e ladrão se abraçam, ele tira a máscara e a joga em algum lixo perto, depois os dois se despedem das crianças, e juntos saem da sala.
OBS: Cintia (Dona macieira) fará uma conclusão esclarecendo que a mensagem que a história passa é: O exemplo que arrasta. O exemplo da árvore fez o ladrão meditar e resolver mudar. Ela não o julgou! E isso não quer dizer que tenha sido conivente com atitudes erradas. O ladrão seguirá um novo rumo e responderá pelos seus erros e também pelos seus acertos, dali em diante.







quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Caridade - Maternal

Já tem uns 4 anos que a companheira Joelma Farias teve a ideia de confeccionar cartões para as crianças das famílias assistidas pela nossa casa. Assim, tiramos uma aula de novembro para confeccionar cartões, que levam nosso amor e nossas boas vibrações para as crianças e suas famílias, pois no final do ano, elas são apadrinhadas e recebem roupas e brinquedos, os cartões que confeccionamos são entregue juntos.

Para não vincular os cartões às figuras que são símbolos do Natal, usamos o tema caridade e Jesus como figura de destaque nos cartões.

A aula a seguir foi aplicada pela Cíntia Machado.

Ela começou a aula questionando: O que é a caridade? Ouviu as respostas e complementou, é o amor em ação e pode ser praticada por todos.  

Explicou que amor em ação representa as atitudes no bem. Significa amarmos e ajudarmos uns aos outros.

Perguntou: Quem é o nosso próximo? Ouviu as respostas e completou, é a humanidade inteira. Quem ama ao próximo sabe perdoar, é bondoso, prestativo, não pensa o mal, tem palavras de carinho para com o próximo.

Como se pode praticar a caridade? Ouviu as respostas e deu alguns exemplos: doação de alimentos, roupas, dinheiro, remédios; atitudes como um abraço, carinho, sorriso, aperto de mão. Pode ser exercida através da prece, vibrações, perdão sincero, sentimentos de amor e carinho, coisas boas que desejamos aos outros; por palavras que expressam amor, consolo e o falar suave, sem gritar; silêncio diante da ofensa, atenção diante de um desabafo de alguém que sofre.

Concluiu, reforçando que a caridade é o amor em ação. A caridade pode ser material ou não, pode ser realizada por ricos, pobres, não depende da idade, da saúde, da religião, do lugar em que se está, ou seja, pode ser praticada por todos.

Jesus nos recomendou, sabiamente, que amássemos uns aos outros. Se fizermos isso, seremos automaticamente caridosos.

Explicou que o Centro Espírita Miguel pratica a Caridade, ajudando a quem precisa. Agora no final do ano, crianças carentes, que o papai e mamãe não tem condições de comprar, recebem um presente especial: roupas, calçados, produtos de higiene, brinquedos, etc. 

Para acompanhar esse presente nós vamos fazer um cartão muito especial, um cartão que levará para essas crianças as boas energias que nós vamos enviar para elas. Nós agora vamos exercitar a caridade confeccionando esses cartões, vocês poderão escrever e desenhar coisas boas para essas crianças, e enquanto fazem isso, estarão enchendo o cartão com boas vibrações.
  
Como atividade, a turma confeccionou cartões que serão colocados junto com os presentes. As crianças assistidas, além de receberem os presentes materiais, irão receber junto os cartões que foram confeccionados pelos evangelizandos lhe desejando muitas coisas boas. Com certeza os nossos amigos ficarão muito felizes! 

Disponibilizou os cartões (cartolina amarela já cortada), adesivos com a figura de Jesus, flor, coração e palavras (amor, caridade, esperança, fé e paz), lápis preto, lápis de cor e giz de cera para que realizassem a atividade.

Os cartões ficaram lindos!!! Como não conseguimos tirar fotos da confecção, segue abaixo as fotos dos cartões confeccionados pela turma do Jardim, que foram enviadas pela nossa coordernara, Graça Borges.





segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Louvado Seja Deus - Maternal

Sábado (10/11/2018) a Cida contou a história "Louvado Seja Deus", do livro Pai Nosso, Meimei/Chico Xavier, usando uma linguagem de fácil entendimento.

Depois ela propôs a seguinte atividade:

Levou algumas situações escritas em tirinhas de papel, situações boas e ruins, os evangelizandos tiravam, ela lia e depois agradeciam "Louvado seja Deus".



Levou figuras de boas atitudes para colorir e montar um cartaz "Eu santifico o nome de Deus quando..."