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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Lei de Igualdade

A aula desse sábado (12/08/17) foi da Cíntia Machado. Primeiro ela contou a história "Dona Árvore" da Rita Foelker.






Depois ela pediu para os evangelizandos dizerem quais as diferenças que existiam entre eles. Como só citaram diferenças físicas, ela pediu que diferenciassem outras características além das físicas, como idade, gostos, etc.
(Nesse momento precisamos ficar atentos para que não haja comparações desagradáveis.)

Pediu para dizerem o que havia de igual entre eles. Escutou as respostas e esclareceu quando foi necessário.

Aproveitando esse gancho, ela explicou que existe alguém que vê a todos nós de uma forma só: Deus. Diante de Deus somos todos iguais. É o que a gente chama de Lei da Igualdade.

Perguntou: Mas o que será que isso quer dizer? Será que Deus nos vê todos do mesmo tamanho, da mesma cor de pele, olhos e cabelos?
Esclareceu que não é bem assim, explicou que, apesar de que Deus não se importa nem um pouco com quem é branco ou negro, rico ou pobre, alto ou baixo homem ou mulher, Ele sabe dessas diferenças. Ser igual diante de Deus quer dizer que Deus nos ama igualmente, sejamos pobres ou ricos, brancos ou negros, altos ou baixos, ou ainda, bons ou maus.
Todos teremos o mesmo destino: a evolução e a felicidade plena.
Todos tivemos o mesmo começo: simples e ignorantes.
Estamos sujeitos à mesmas leis da natureza.
Nascemos, crescemos e morremos.
Somos espíritos em caminhada de evolução.
Temos qualidades e defeitos.
Entre muitas outras semelhanças.



Como atividade, ela deu o contorno de uma árvore para cada evangelizando e pediu para que desenhassem na árvore coisas que a tornasse produtiva, de acordo com o que ouviram na história. (frutos, balanço, casa de animais, etc.)




Depois eles pintaram, colaram em palitos de churrasco e prenderam em uma placa de isopor fazendo uma linda floresta!







Com a floresta pronta, concluiu que apesar de não serem iguais, todas são muito importantes para nós, conosco também é assim, é exatamente por causa da diversidade que nós aprendemos, ensinamos e ajudamos uns aos outros.



Finalizou a aula com o Jogo dos Sete Erros

Jogo dos Sete Erros

Cada evangelizando recebeu uma folha com o Jogo dos Sete Erros.






Após localizarem os erros, eles coloriram a imagem.


História “Dona Árvore”

Era uma vez uma árvore, no meio de uma floresta. Ela era uma árvore muito pequena, de galhos muito frágeis, mas sonhava ser grande e dar muitos frutos.

O tempo foi passando, seu caule engrossou e suas folhas se multiplicaram. Um belo dia, a árvore perguntou à sua mãe quando é que os frutos viriam.

- Oh! Meu amor! Não somos árvores frutíferas. Somos só assim, mesmo...

A árvore chorou, porque não tinha nada para oferecer. Via as pessoas apanharem frutas de suas companheiras, e até folhas medicinais, enquanto ela vivia ali, parada, inútil.

Ficou tão triste que teve vontade de morrer. Suas folhas, então, foram murchando. Seus galhos começaram a secar. Ela foi ficando cada vez mais curvada, seca, e, no silêncio de sua dor, ouviu um pássaro piar:

- Pelo amor de Deus, Dona Árvore! Não faça isto. Minha esposa está chocando nossos filhotes, aqui neste seu galho. Se ele cair, que será de nós?

Espantada, a árvore começou a prestar atenção em si mesma. E passou a reparar quanta "gente" morava nela. Tinha uma família de micos-leões. E mais uma casinha de João-de-barro. E mais uns besouros.

Uma orquídea em botão, presa ao seu tronco, sussurrou:

- Espere um pouco mais, pra ver a surpresa que vou fazer-lhe!...

Então ela viu as abelhas que se tinham alojado num vão entre suas raízes, onde fabricavam mel saboroso. E viu uma família de pessoas almoçando à sua sombra.

E só então ela conseguiu ouvir a voz de Deus em seu coração, dizendo:

- Nem todas as árvores têm frutos para dar. Porém algumas, como você, podem ter muito mais a oferecer...

A árvore, com aquele pensamento, recuperou a vontade de viver, ficando saudável em poucos dias. Assim, ela pôde festejar quando os passarinhos nasceram, e a orquídea logo se abriu. Muitas gerações de crianças já construíram casas e balanços em seus galhos firmes e fortes. Esta é uma de suas grandes alegrias! E até hoje ela está lá, dando cada vez mais sombra, sustentando cada vez mais vidas, feliz por ter encontrado sua verdadeira razão de viver.

(RITA FOELKER)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Figuras das Palavras Mágicas


Imagens tiradas na internet.


Lei de Sociedade - Palavras Mágicas

Nessa sábado (05/08/17), a aula foi da Carolina Higino. Dando continuidade ao estudo das Leis Morais, ela falou sobre a Lei de Sociedade. 

Iniciou a aula contando a história "Palavras Mágicas" com a ajuda de um fantoche, o Lucas.


Foi um sucesso! Todos prestaram muita atenção na história.

Depois, algumas imagens contendo situações sobre o tema foram coladas na parede.



Dentro de uma cartola, havia estrelas de papel com as “palavras mágicas” escritas nelas.


Ela tirou de dentro da cartola uma estrela por vez, leu a palavra que estava escrita e os evangelizandos identificaram em qual situação a palavra se aplicava, nesse momento ela colou a estrela na imagem correspondente, que estava fixada na parede da sala.






A aula foi finalizada com os evangelizandos confeccionando suas varinhas mágicas, que “os ajudarão a lembrar de usar as palavrinhas mágicas”. Como podemos ver nas fotos, eles adoraram essa atividade! 

Uma das evangelizandas me disse: "- Tia, eu nunca mais vou esquecer de usar as palavras mágicas, vou dormir todos os dias com a minha varinha."









História - Palavras Mágicas

Lucas estava passando alguns dias de suas férias na casa de Augusto, que era seu primo. Os dois eram grandes amigos, brincavam juntos e se divertiam muito. Mas uma coisa chamou a atenção de Augusto: Lucas costuma falar algumas palavras diferentes, que Augusto achava careta dizer.

Uma tarde, quando os dois meninos estavam no clube, Lucas esbarrou, sem querer, em outro menino, e logo falou: - Desculpe.

Augusto achou que ia dar briga, mas se surpreendeu quando o outro garoto respondeu: - Tudo bem.

Logo depois, quando foram entrar no bar do clube, alguns meninos estavam parados na porta, conversando, impedindo a entrada. Com calma, Lucas disse: - Com licença, precisamos entrar.

- Foi como mágica! – observou Augusto, pois imediatamente os garotos deram um passo para o lado, abrindo um lugar para eles entrarem no bar.

Quando chegou no balcão, Augusto ouviu de Lucas: - Dois guaranás, por favor.

Ao receber os refrigerantes e pagar, Lucas disse, com um sorriso: - Obrigado.

Augusto, que tudo observava atentamente, passou a achar interessante usar aquelas palavras desconhecidas, pois parecia que as outras pessoas gostavam de ouvi-las. Enquanto tomavam o refrigerante e observavam o movimento do clube, Augusto perguntou:  - Minha mãe sempre fala que eu devo pedir por favor e dizer obrigado, mas parece tão difícil lembrar. Como é que você consegue, Lucas?

- Eu acho fácil. No começo exige um pouco de atenção e de esforço, mas depois fica fácil, porque você percebe que essas palavras são mágicas.

- Mágicas?

- Sim, mágicas. Elas “abrem portas”, você não percebeu?

- Bom, é verdade que você conseguiu entrar no bar dizendo com licença, mas a porta já estava aberta – constatou Augusto rindo.

- Não, não são essas portas, Augusto. As quatro palavras: Com licença, Por Favor, Desculpe e Obrigado (a) são mágicas porque elas abrem as portas do coração para a boa-vontade e o respeito entre as pessoas.

Como o primo parecia interessado, Lucas continuou: - Pense um pouco. O que é mais agradável aos ouvidos: “Dois guaranás!” ou “Dois guaranás, por favor!”?

- O segundo, com certeza.

- É por isso que usar essas palavras não é careta, mas sim sinal de boa educação.

Os dois continuaram conversando e Lucas lembrou várias outras situações em que podemos usar as palavras mágicas. Os meninos também concluíram que além de falar, ouvir dos outros aquelas palavras também era legal

- Obrigado pela aula – Augusto disse sorrindo.

- Por nada. Viu só? Você já começou a usar mágica!


Augusto não precisou de muito tempo para comprovar que aquelas quatro palavras eram chaves mágicas que abriam portas para uma vida mais agradável. E com um pouco de atenção, logo aquelas palavras se tornaram parte natural de seu dia a dia. O que foi muito bom para todos, inclusive para Augusto, que passou a ter mais amigos e a ser um menino mais educado.


FONTE: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/boasmaneirasgentilezapalavras.htm

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Lei de Destruição - Caridade/Humildade

A aula começou lembrando que estamos estudando as Leis Divinas e que iríamos conhecer mais uma Lei, a Lei de Destruição.

Perguntamos se os evangelizandos achavam que a Lei de Destruição é uma lei de Deus? Ouvimos respostas e reforçamos que sim, pois existe um tipo de destruição que é necessária.

Apresentamos um bolo e dissemos que cada um iria comer uma fatia. Enquanto os evangelizandos comiam, fomos conversando...

Quando fazemos o bolo, que é um alimento, lidamos diretamente com a destruição: quebramos ovos, desmanchamos as gemas, dissolvemos o açúcar, enfim, destruímos todos os ingredientes e até o gás, para ter o bolo.
Quando temos o bolo, nós o comemos, ou seja, destruímos para transformar em energia e substâncias que nosso corpo precisa.

Quando acabaram de comer, demos continuidade a aula.

Através de figuras (cadeia alimentar, móveis, alimentos como frango, peixes e vegetais, sucos, árvore perdendo folhas, morte do corpo físico, transformação da lagarta em borboleta, ciclo da água, evolução da espécie humana) mostramos outras situações de destruição, reforçando que a Lei de Destruição é uma Lei Natural e quais seriam os problemas que teríamos se cada situação não existisse. Explicamos que na Natureza nada se ganha, nada se perde, tudo se transforma, e que destruição não é sinônimo de perda, mas de transformação.
Falamos que mesmo utilizando o ato de destruição para coisas úteis, como alimentos, por exemplo, devemos praticar a caridade e a humildade, não consumindo mais do que necessitamos para viver ou até mesmo para não estragar, evitando o desperdício. 
Falamos também sobre a destruição abusiva praticada pelo homem. Através de figuras mostramos as situações como: desmatamento, poluição da água e do ar, caçadas por esporte ou para fins cruéis, guerras, atos de vandalismo em escolas, transportes públicos etc.
Explicamos que esse tipo de destruição não é uma lei de Deus e sim fruto da ignorância do homem, pois não traz benefício algum para humanidade. Quem age dessa forma responderá por isso.
Os evangelizandos confeccionaram um cartaz com as figuras apresentadas. O cartaz foi divido em destruição necessária e abusiva.


Reforçamos que evitar a destruição abusiva é uma forma de caridade conosco, com o próximo e com o nosso planeta. A destruição deve apenas ser praticada para fins úteis e jamais para fazer o mal.
Para finalizar, destruímos rolos de papel toalha e construímos lagartas. Usamos como modelo uma que encontramos na internet.

Usamos materiais do nosso almoxarifado para confeccionar as nossas.
A Cíntia Machado fez uma, mostrando passo a passo como fazer, depois os evangelizandos fizeram as suas.

Cortamos os rolos em sete tiras tamanhos iguais

Grampeamos as tiras umas nas outras para formar a lagarta

O evangelizandos utilizaram giz de cera para colorir o rolo antes de cortar

Eles adoraram!

Temos aqui cada um com sua lagarta

E aqui as lagartas em destaque

Os olhos foram feitos com cartela de remédio e círculo de E.V.A., as antenas com colchetes (bailarinas) e cada um desenhou a boca com caneta pilot vermelha. As lagartas fizeram muito sucesso!