domingo, 6 de agosto de 2023

MODERAÇÃO - Jardim




Prece inicial
 
1º MOMENTO: Planejando um dia
Papel com várias atividades diferentes
Papel com comidas diferentes
 






Pintar tudo que querem fazer em um dia
 
Após pintarem, discutir diferentes cenários e suas consequências. Concluir que o melhor é realizar tudo com moderação.
Exemplo:
Muita brincadeira, pouca comida... fica doente
Se comerem tudo que está no papel... passa mal
Se só brincar... precisa descansar
 
2º MOMENTO: O que é moderação?
Não ter mais do que precisamos.
O que já temos e como vamos utilizar.
Não esbanjar, ficar falando que tem muito, contando vantagem. Temos que aprender a dividir, dar aos outros o que não precisamos mais.
Às vezes nossos pais falam ‘NÃO’ para nós? Isso nos ajuda a sermos mais moderados... a não ter mais do que precisamos, a não comer mais do que precisamos.
 
3º MOMENTO: Desenhar nosso dia com moderação
 
Prece final

sábado, 5 de agosto de 2023

A VERDADEIRA CARIDADE - GEEAL - Aula Virtual

Durante as reuniões públicas temos um grupo, em nossa casa, que evangeliza as crianças de 03 a 11 anos, é o GEEAL - Grupo de Educação Espírita André Luiz. 

No período em as atividades da nossa Casa Espírita estiveram suspensas, as aulas eram on line. Ainda estamos em modo remoto nas reuniões de sexta-feira a noite.

Confiram o trabalho lindo da equipe do GEEAL!

As aulas são transmitidas pelo canal do Centro Espírita Miguel.

https://youtube.com/channel/UCKVWmzFM0F_j18kMyHYpKww


Segue o link da aula 31/2023

https://youtu.be/iTPe4Bpa_v8



terça-feira, 1 de agosto de 2023

HUMILDADE - Jardim

OJETIVOS: Levar o evangelizando a compreender que devemos cultivar a humildade, que não devemos nos engrandecer diante dos outros, pois ser humilde é ser simples, é ser amigo de todos e é, sobretudo, trabalhar e servir sem alarde dos próprios recursos que possui. Jesus foi o nosso maior exemplo de humildade.

AMBIENTAÇÃO E PRECE NO SALÃO PRINCIPAL

DESENVOLVIMENTO

MOMENTO 1: O QUE É HUMILDADE?
Exibir o vídeo https://youtu.be/_Za-8LdnDPQ



Falar sobre o conteúdo, reforçando que ser humilde é reconhecer que todos nós temos virtudes e defeitos, por isso não devemos nos achar melhores que ninguém, pois cada um tem o seu valor.

MOMENTO 2: CONVERSANDO SOBRE HUMILDADE
Usando figuras para falar sobre a humildade.



Universo - Deus é o criador de tudo que existe no Universo. Como Deus é o pai de todos nós, Ele nos ama muito, por isso criou esse universo tão imenso para que seus filhos pudessem ver o quanto são pequenos diante dessa grandiosidade. Vocês perceberam como somos pequeninos diante da grandeza do universo?


Jesus na manjedoura - Jesus nasceu em uma estrebaria, junto aos animais. Sua primeira cama, foi uma manjedoura, lugar onde os animais comiam. Ao nascer já nos deu sua primeira lição, nos ensinou a simplicidade e a humildade. 



Jesus ajudando o pai – A família de Jesus era simples. Seu pai trabalhava como carpinteiro, era um artesão, e desde cedo ensinou Jesus a profissão.



Jesus ajudando a mãe –Enquanto as outras crianças iam brincar, Jesus ajudava sua mãe com as tarefas da casa.



Jesus no burrinho – Ele viveu aqui na terra como uma pessoa simples. Jesus não tinha bens materiais. Ele nos ensinou que só nos vale aquilo que ninguém pode nos tirar: a bondade do coração, as amizades, os bons sentimentos, todo o resto: casa, carro, roupas, brinquedos, foi Deus nosso Pai, que nos emprestou e que um dia, deveremos devolver.



Jesus e os Apóstolos – Esses são os amigos de Jesus, eles são conhecidos como os Apóstolos. Foram escolhidos para ajudar Jesus a espalhar seus exemplos pelo mundo. Eles acompanhavam Jesus por todos os lugares e aprendiam muito ouvindo com atenção o Jesus dizia, mas eles aprendiam muito mais observando como Jesus agia, com os exemplos que Jesus dava. 



Jesus lavando os pés de seus Apóstolos – Este é um gesto de muita grandeza e com esse gesto, Jesus nos mostrou como devemos agir com humildade. Prestem muita atenção na história que vou contar.


MOMENTO 3: A PASSAGEM DO LAVA PÉS
Como vocês sabem, Jesus viveu aqui na Terra há muitos e muitos anos atrás, e de acordo com o costume do povo da época de Jesus, quando chegava um convidado em sua casa, um dos seus servos deveria lavar os pés do convidado, que tinham enfrentado o pó e a lama das estradas. 
Naquele dia, Jesus reuniu seus amigos para uma ceia, e por algum motivo, naquele dia nenhum servo estava presente para lavar os pés dos que chegavam. 
Os apóstolos chegaram e esperaram que alguém viesse lavar seus pés, mas como ninguém apareceu, sentaram à mesa com os pés ainda sujos não querendo nenhum deles assumir o papel do servo. Achavam que eram melhores e por isso não podiam realizar aquela tarefa.
Jesus percebendo o orgulho em seus corações aceitou a humilde responsabilidade, Jesus colocou uma toalha em volta da cintura e se ajoelhou para lavar os pés de seus discípulos, demonstrando assim seu amor e sua humildade. Os amigos de Jesus ficaram muito emocionados porque o Mestre se ajoelhou para lavar os pés deles. Após lavar- lhes os pés, Jesus falou: "Aquele que quiser ser o maior dentre vós, seja o menor", deixando claro que a verdadeira virtude está na humildade.

MOMENTO 4: ATIVIDADES

Vamos ver se já entendemos o que Jesus ensinou? 
Entregar a cada evangelizando um coração vermelho e um coração e preto.



Ler as situações abaixo, e pedir que levantem o coração vermelho ♥️ quando a situação representar um ato de humildade e o coração preto 🖤 quando representar um ato de orgulho.

Você está brincando com seus amigos e perde, então você fica muito bravo, não quer mais brincar e fica sem falar com os amigos um tempão.🖤

Quando você está brincando com seus amigos e ganha, você fica feliz, mas fica quieto, na sua, sem zoar ninguém.♥️

Quando uma pessoa mais velha chama a sua atenção você obedece, pois sabe que devemos respeitar as pessoas mais velhas e a escuta-la.❤️

Na escola, você gritou com seu coleguinha que sem querer esbarrou no seu braço e fez você borrar seu desenho. Então você fica a semana toda emburrado, sem falar com ele.🖤

Você recebeu uma medalha, pois foi o único da sala que acertou todas as continhas que a professora passou. Você reconhece que dessa vez sabia fazer as continhas, mas que seus amiguinhos também sabem coisas que você não sabe.♥️

A professora ensinou uma matéria nova, você não entendeu, ela pede para quem não entendeu levantar a mão, você levanta a mão imediatamente e fala que não entendeu, sem se preocupar com o que seus amiguinhos vão pensar.❤️

Você está com os pés sujos de lama e entra em casa sujando o chão, sua avó chama sua atenção, mas você nem liga, sua avó já é idosa e você não precisa obedecê-la.🖤

Você e seu amigo estão jogando, você perde. Você aceita a derrota e dá parabéns ao amigo pela vitória.❤️

Você está caminhando pela rua e vê que uma senhora deixou suas chaves cair, você abaixa e pega a chave para ela, pois sabe que as pessoas mais velhas têm mais dificuldades para se abaixar.♥️

A professora elogiou você porque respondeu todas as perguntas corretamente, agora você fica se exibindo, se achando o sabichão.🖤

Sempre que você joga adedanha com seus amigos, você ganha, então fica rindo dos amiguinhos que perderam, zombando deles, falando que são muito burros, você é o maioral.🖤

Você chegou na evangelização e percebeu que o chão estava cheio de papel espalhado, como você sabe a importância de manter a salinha sempre limpa e organizada, foi logo pegando os papéis do chão e colocando na lixeira.❤️

Quando não entende a matéria, você torce para alguém levantar a mão e pedir pra professora repetir, pois não quer que ninguém saiba que não entendeu.🖤

Quando você tem uma atitude ruim com alguém, ao perceber que agiu errado, pede desculpas, pois sabe que é muito importante pedir perdão para consertar a atitude errada que teve.❤️


Desenho livre.





MÚSICA E PRECE FINAL COM O POTE DA GRATIDÃO

ORAÇÃO (EVANGELHO NO LAR) –1⁰ Ciclo



Objetivo: Levar as crianças a entenderem que:
• A prece é a única forma de comunicação com Deus.
• É através da prece que nos ligamos ao mundo espiritual, e que a espiritualidade maior vem em nosso auxílio toda vez que nossa prece é proferida com fé e respeito.
 
1º MOMENTO:
Explicar que para falar com Jesus temos que ser simples. Tal como ocorre em uma ligação telefônica. Demonstrar que a criança fica de um lado e Jesus do outro. E que o fio é o pensamento. É o que nos liga a Deus.
 
2º MOMENTO: Desenhando no quadro contar de forma adaptada a História A SALVAÇÃO INESPERADA - Pelo Espírito Meimei. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
 
3º MOMENTO – Reflexão.
 
O que é a Prece - A prece ou oração é uma conversa com Deus, Jesus, e nossos amigos espirituais...; é um poderoso socorro em tudo.
 
Para que serve a prece - Através da prece nos ligamos ao Criador, ao nosso Anjo da Guarda, a Jesus, etc.
 
Como/quando fazer a prece - Podemos fazer nossas preces em qualquer hora ou lugar, porque o poder da prece está no pensamento, não se prendendo a palavras.
 
Devemos adquirir o hábito de fazer Prece, mas não podemos nos esquecer que acima da nossa vontade, tem Deus.

Devemos Fazer uma Prece de agradecimento a Deus, quando formos atendido.

Benefícios da Prece - A prece nos ilumina, alegra, tranqüiliza/acalma, orienta e consola.

Deus gosta da prece que brota do fundo de nosso coração, que nasce com fé, fervor e sinceridade.

Com a prece, podemos louvar, pedir ou agradecer.

Podemos orar por outras pessoas, inclusive por pessoas já desencarnadas.

Devemos pedir a Deus o alimento, a saúde, o trabalho, a alegria para nosso lar, a oportunidade de brincar e estudar...

Não devemos esquecer de agradecer a ele por tudo o que temos recebido.

4º MOMENTO: Dramatização.

Fazer um mini teatrinho que retrata a história de uma menina que chora pedindo a mãe para não ir à escola porque tem uma coleguinha que implica o tempo todo com ela, inclusive rasgando seus trabalhinhos.

A menina vai à escola por insistência da mãe e novamente a implicância acontece.

Quando a menina chega em casa, juntas, mãe e filha fazem uma prece pedindo a Jesus que as oriente nessa situação.
 
Pedir para que pensem numa solução para este caso após a prece e o auxílio dos amigos espirituais e desenhem um final feliz mostrando que a prece foi atendida.
*Se todos chegarem a um final parecido encenamos o final, caso contrário, deixamos cada um com seu próprio final individualmente.
 
 
5º MOMENTO: Alinhavo da Oração
 
Pedir para que desenhem uma situação que querem pedir ou agradecer no canto da folha. Colar mini macarrões tipo pene fazendo um caminho e passar um barbante por dentro. Colar estrelinhas brilhantes ao final do alinhavo.
Esse caminho criado simbolizará a prece chegando aos amigos espirituais.
 






6 MOMENTO: Perguntar: quem faz o evangelho no lar?
Explicar esse momento importante de proteção para o nosso lar através da oração e pedir para que levem para casa um pequeno roteiro ensinando a fazê-lo.
 



7º MOMENTO: Prece Final.

RESPONSABILIDADE E MEIO AMBIENTE – 3º Ciclo

 


1º MOMENTO: Prece, passe coletivo e água fluidificada

 

2º MOMENTO: Qual o tema da aula? O que é?  O que é?

 

Quando nascemos ainda não temos, quando ficamos adolescente temos parte dela e quando ficamos adultos, ela é totalmente nossa? Responsabilidade

 

3º MOMENTO: Definição segundo dicionário:

 

Responsabilidade é um substantivo feminino com origem no latim e que demonstra a qualidade do que é responsável, ou obrigação de responder por atos próprios ou alheios, ou por uma coisa confiada. A palavra responsabilidade está relacionada com a palavra em latim respondere, que significa "responder, prometer em troca".

 

A responsabilidade social é o modo de pensar e agir de forma ética nas relações.

 

Exemplos de Responsabilidade

Manter a palavra dada e cumprir com os compromissos assumidos. Agir com ética (valor moral) e integridade em todas as situações, mesmo que isso signifique tomar decisões difíceis. Seguir as leis e regulamentos estabelecidos para garantir a segurança e o bem-estar de todos.

 

4º MOMENTO: exposição e reflexões

 

Responsabilidade e conhecimento são diretamente proporcionais? Somos responsáveis pelas circunstâncias que nos ocorrem? Por que temos a tendência de responsabilizar os outros pelos nossos insucessos? É-nos indispensável o desenvolvimento da responsabilidade coletiva?

Dinamizando: As 3 perguntas abaixo do LE, as respostas impressas serão fixadas embaixo de 3 cadeiras aleatórias, será solicitado que verifique quem tem um o papel onde está sentado, e este identificará qual é a pergunta a qual a resposta está em seu poder quando o evangelizador ler as perguntas, falando o que entendeu.

LE 258: “Quando no estado errante e antes de reencarnar, o Espírito tem a consciência e a previsão das coisas que lhe sucederão durante a vida?”

R: “Ele próprio escolhe o gênero de provas que quer suportar e é nisso que consiste o seu livre arbítrio.”

LE 258a: “Não é Deus que lhe impõe, então, as tribulações da vida como castigo?” 

R: “Nada ocorre sem a permissão de Deus, pois é Ele que estabelece todas as leis que regem o Universo. (...) Dando ao Espírito a liberdade de escolha, deixa-lhe toda a responsabilidade de seus atos e suas consequências, de maneira que nada entrava (para) o seu futuro; o caminho do bem, como o do mal, lhe está aberto.” 

LE 871: “Visto que Deus sabe tudo, sabe, igualmente, se um homem deve, ou não, sucumbir (falhar) em uma prova; por conseguinte, qual a necessidade dessa prova, visto que ela não pode ensinar nada a Deus, que já não saiba, sobre a vida desse homem?”

R: “(...) A prova não tem o objetivo de esclarecer a Deus sobre o mérito desse homem, porque Deus sabe perfeitamente o que ele quer, mas de deixar a este homem toda a responsabilidade de sua ação, visto que tem a liberdade de fazer ou não fazer. Tendo o homem a escolha entre o bem e o mal, a prova tem por efeito colocá-lo em luta com a tentação do mal e deixar-lhe todo o mérito da resistência.” 

 

• À medida que vamos aprendendo, entendemos que é preciso desenvolver o senso de responsabilidade. Desenvolvemos pois nossos melhores esforços como pessoas responsáveis, porque assim agindo estaremos caminhando com segurança e ajudando os outros principalmente pelo exemplo.

• Como espíritas, conhecedores do Evangelho e da Espiritualidade, nossa responsabilidade perante os semelhantes é maior principalmente nos dias atuais em que o mundo atravessa uma fase de transição.

• A criança e o jovem conscientes dos seus deveres não esquecem suas responsabilidades no trabalho, na rua, no lar, na escola, estudando suas lições e dando às suas atividades ou mesmo entretenimentos, o sentido positivo e equilibrado que o Evangelho e a Doutrina Espírita recomendam. Não podemos conceber aprendizado espiritual sem o cumprimento dos deveres mínimos.

• Observemos com muito critério tudo aquilo que nos cabe fazer, empreendendo cada tarefa com responsabilidade indispensável que nos fará cada vez mais merecedores da confiança Divina.

 

www.uemmg.org.br/cofemg/area-de-infancia-e-juventude/conteudo-programatico/livro/6-conduta-espirita-vivencia-32

 

Dinâmica de grupo:

Cada evangelizando receberá 2 bolas de gás identificada com seu nome. Cada bola representará a ação que é de sua responsabilidade. As bolas serão soltas no ar e cada um deverá manter as bolas no alto fazendo o esforço e controle necessário para não deixar cair, quem não manter o controle sairá da brincadeira e depois será incentivado para que na próxima oportunidade mantenha o foco em sua responsabilidade para cumprimento do seu dever.

 

5º MOMENTO:  Texto momento Espirita - A responsabilidade de cada um – como introdução ao próximo tema Meio Ambiente (será projetado

 

Fotos e vídeos de diferentes partes do mundo vêm mostrando imensos danos que o acúmulo de lixo tem causado na natureza.

Praias abarrotadas de resíduos plásticos, animais marinhos e aves mortos por terem ingerido grandes quantidades desses materiais, confundindo-os com alimentos.

Outros com os movimentos comprometidos, enrolados em redes de pesca, sacolas plásticas e resíduos descartados indevidamente.

Vemos tartarugas com canudos plásticos enterrados nas narinas, morrendo por asfixia... enfim, uma série de cenas que chocam e entristecem.

Campanhas alertam para não jogar esses materiais nas praias, nos rios, nas ruas.

Outras conclamam a deixarmos de utilizar materiais plásticos ou reduzir drasticamente sua utilização, e mesmo, reciclar, reutilizar, reaproveitar.

Há quem considere o plástico como vilão, no entanto, ele não é o vilão real. Os copos plásticos e os canudos, por exemplo, ajudaram a reduzir enormemente as contaminações hospitalares por conta de copos mal lavados e infectados, salvando assim inúmeras vidas.

O grande responsável pela poluição e pela morte de milhares de animais é, na verdade, o ser humano, que age de maneira descuidada.

Culpar canudos, potes, tampas e sacolas plásticas é uma forma de desviar a responsabilidade do real culpado.

Quando jogamos um papel de bala na rua, ele vai parar na galeria de esgotos e vai desembocar em um rio e no mar.

Uma sacola plástica não vai por vontade própria para o mar. Ela é um objeto inanimado, não tem pernas nem escolhe sua destinação.

A ação humana, por negligência, é que a coloca na rota do mar, e no estômago de algum animal faminto.

Nós, seres humanos, precisamos ampliar nossa visão de mundo, indo além de nosso entorno, prestando atenção nas consequências de nossos atos, mesmo aqueles que, nos momentos em que os realizamos, nos pareçam insignificantes.

Ano após ano, é preciso investir recursos, que poderiam ser utilizados em outras áreas, para desenvolver tecnologias e ações para resolver problemas causados por nós, em diferentes setores da sociedade.

Verificamos que tais tecnologias não têm sido suficientes para solucionar todos os problemas que se originam, na maioria das vezes, da nossa irresponsabilidade.

A questão do lixo é apenas uma delas.

Enquanto não nos conscientizarmos de que a natureza não existe para nos servir, que somos parte integrante dela, assim como as plantas e os animais, criaremos sempre novos e mais sérios problemas.

Abandonar o uso de embalagens plásticas e reciclar o lixo diminui muito o problema da poluição dos oceanos e das praias.

No entanto, se continuarmos focados apenas em nós, ignorando a natureza que nos cerca, corremos o risco de não darmos conta dos problemas e ainda criarmos outros, comprometendo severamente a existência de tudo o que tem vida na Terra.

Que possamos ter um olhar mais abrangente, respeitoso e responsável para com a natureza e que consigamos desenvolver um senso de responsabilidade sobre tudo o que nos cerca.

Pensemos nisso porque, afinal, trata-se da sobrevivência de toda espécie de vida, sobre a Terra.

Redação do Momento Espírita.
Em 10.12.2018.

 

6º MOMENTO: Perguntar o que se comemora no dia 05 de junho? O dia Mundial do Meio Ambiente

Apresentação do vídeo Meio Ambiente

https://www.youtube.com/watch?v=34FtUCjdIBM

 

7º momento: Vídeo da música Libertação e Prece Final

https://www.youtube.com/watch?v=YrYPeyJ914Q

 

Responsabilidade (subsídios)

LE 258 - A literatura espírita ensina que, antes de o espírito renascer – ou seja, de assumir uma nova encarnação, uma nova vida –, é submetido a um planejamento reencarnatório, no qual ele também pode contribuir na tomada de decisões, se para isso apresentar condições evolutivas, escolhendo a espécie de ocorrências que enfrentará em sua próxima existência. Assim, quanto maior for o progresso de um espírito, mais livre ele é para realizar seu destino, como também mais responsável se torna pelas consequências de suas escolhas e opções. “Quanto mais amplitude em nossos conhecimentos, mais responsabilidade em nossas ações.”

LE258A - Com os postulados espíritas, temos que os desafios – ou seja, as provas e as expiações – a serem vivenciados pelo indivíduo não são castigos instituídos por Deus, mas formas educativas possibilitadas por Sua sabedoria, que visam proporcionar-lhe os aprendizados necessários para o atingimento de níveis cada vez mais elevados de evolução.

Sendo assim, estar no corpo físico não se trata de um acaso, porque a reencarnação é a abençoada escola que nos permite usufruir do mérito dos próprios êxitos e conquistas, quando verdadeiramente nos conscientizamos da responsabilidade, perante nosso crescimento pessoal.

De nós depende a nossa melhoria, pois, com relação a todas as coisas, desfrutamos da liberdade de fazer ou de não fazer aquelas ações.

*** CONCLUSÃO ***

Todas as nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o mal. Por isso mesmo, a direção delas afeta à nossa responsabilidade. Analisemos com cuidado a nossa escolha, em qualquer problema ou situação do caminho que nos é dado percorrer, porquanto o nosso pensamento voará, diante de nós, atraindo e formando a realização que nos propomos atingir e, em qualquer setor da existência, a vida responde, segundo a nossa solicitação.

Com essas palavras, fica evidente que a pessoa responsável por nós... somos nós mesmos. Somos, em síntese, causa e efeito das escolhas e atitudes!

É, portanto, é imprescindível o desenvolvimento da responsabilidade no pensar, sentir e agir, porque o encargo do livre arbítrio é examinar e discernir (distinguir, diferenciar) o que se deve e se pode fazer, daquilo que se pode, mas não se deve realizar.

Daí a necessidade de se conduzir o comportamento de modo a não assumir compromissos caracterizados pelo desvio de responsabilidade, porque, no âmbito da lei de ação e reação, a criatura humana é responsável – por conta de suas ações – pelas reações que colhe a partir de seus atos.

À medida que se nos aclara a consciência e se nos engrandece a noção de responsabilidade, reconhecemos que a nossa dignificação espiritual é serviço intransferível. Devemos a nós mesmos quanto nos sucede em matéria de bem ou de mal. ...

Silvia Helena Visnadi Pessenda - sivipessenda@uol.com.br


PERDÃO (COMO PERDOAR) – 3º Ciclo

 


1. TEMA: O Perdão - Como perdoar
 
2. OBJETIVO: A criança conscientizar-se-á de que a prática do perdão é um dos pontos básicos para a convivência perfeita, a felicidade, o progresso, a libertação do Espírito, e que o perdão deve ser exercido integralmente, com o esquecimento das ofensas.
 
3. BIBLIOGRAFIA:
 
Mt, 5: 25 e 26, 44; 6: 14 e 15; 18: 15, 21 e 22; 26: 41.
LE, 918; ESE., 10: 1 a 15; 12.
Almas em Desfile (Hilário Silva / F. C. Xavier e Waldo Vieira), 2ª parte, cap. 16.
 
4. DESENVOLVIMENTO:
 
a) Incentivação inicial: Diálogo.
 
Ler, ou pedir a alguma criança que leia, no cap. 10 de “O Evangelho Segundo o Espiritismo” os trechos evangélicos citados acima (itens 2, 3 e 5) e perguntar às crianças por que motivo Jesus falava tanto em perdão e reconciliação.
 
b) Desenvolvimento: Exposição dialogada.
 
A mensagem do Evangelho de Jesus não se destina aos templos, mas à vida diária. O ensinamento a respeito do amor ao próximo não é apenas um conceito abstrato para servir de base a comentários durante as práticas religiosas, mas sim um alerta para o esforço que cada um deve desenvolver no sentido de ter uma convivência pacífica entre as criaturas.
 
O perdão é um dos elementos básicos para a boa convivência. No lugar onde não há perdão, não há paz, pois as pessoas que não perdoam vão acumulando as mágoas e os rancores, umas contra as outras, o que gera um clima de tensão.
 
Quando se vive num ambiente tenso, muitas atitudes comuns e até mesmo inocentes poderão ser tomadas como agressivas ou provocadoras e redundarem em acontecimentos desagradáveis.
 
Se recebemos um mal qualquer, como seja uma ofensa, uma agressão, uma traição ou se somos vítimas de calúnia, devemos procurar não responder do mesmo modo, ou tomar qualquer atitude de vingança contra aquele que praticou a má ação, pois se retribuirmos o mal com o mal, estaremos no mesmo nível daquele que nos ofendeu. “Responder à altura”, conforme muitas pessoas dizem, significa que nos colocamos exatamente no mesmo nível daquele que nos agrediu. Ora, se a ofensa parte de uma pessoa com baixo padrão vibratório, responder-lhe à altura significa baixar também o nosso. Quem é realmente superior não desce a um nível inferior, senão para ajudar.
 
Como sabemos que a pessoa que pratica o mal está invariavelmente perturbada, é fácil deduzir que sempre que estivermos retribuindo o mal com o mal estaremos nos perturbando também, pois estaremos guardando uma mensagem desequilibrada que nos chegou. Estaremos nos ligando ao mal. Se, ao contrário, procurarmos, com o auxílio da prece, perdoar e esquecer a ofensa recebida, ficaremos desligados da pessoa desequilibrada e, consequentemente, ela não nos poderá atingir.
 
Devemos nos lembrar sempre de que todo aquele que ofende, calunia, agride, xinga, aborrece os outros, é alguém que está em desarmonia consigo mesmo, que está perturbado, desequilibrado. Jesus ao nos aconselhar “orai pelos que vos perseguem e caluniam”, estava não só ensinando a procurarmos ajudar um irmão necessitado, como também a nos pormos a salvo do mal que ele nos queira fazer, pois quando oramos, nos colocamos num padrão vibratório mais elevado, o que nos livra da ligação com o mal.
 
Todo aquele que tem boa formação sente naturalmente piedade por uma pessoa que seja doente, que tenha uma moléstia grave, uma tuberculose, um câncer, por exemplo. Entretanto, se a pessoa for doente da alma, alguém que prejudica, persegue, fala mal, calunia, essa às vezes causa raiva e até desejos de vingança, embora seja também doente, com a diferença de a sua doença estar na alma e não no corpo. Devemos nos lembrar de que a pessoa agressiva, maldosa tem uma moléstia na alma, moléstia essa que é tão grave quanto o câncer no corpo físico, com uma diferença: a doença do corpo se extingue com a morte, ou seja, vai para a sepultura com o cadáver; a doença da alma vai com o Espírito para o Mundo Espiritual. Qual das duas criaturas merece mais a nossa piedade? Daí Jesus ensinar que devemos orar pelos que nos perseguem e caluniam...
 
Quando Jesus, respondendo a Pedro disse-lhe que deveríamos perdoar não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes, quis dizer que devemos perdoar sempre, indefinidamente. É claro que aquele que aprendeu a lição de perdão não vai ficar contando, esperando 490 vezes.
 
Os Judeus tinham por hábito religioso colocar uma oferenda no altar do seu templo, com o intuito de agradar a Deus. Como essa prática era considerada muito importante por eles, Jesus usou-a para ensinar que, além de perdoar, devemos também pedir perdão ao notarmos que ofendemos alguém, pois não adianta tentarmos agradar a Deus, conservando-nos inimigos de nossos irmãos, que são também Seus filhos: “Se, portanto, fordes depor a vossa oferenda no altar, vos lembrardes de que o vosso irmão tem qualquer coisa contra vós, - deixai a vossa dádiva junto ao altar e ide, antes, reconciliar-vos com o vosso irmão; depois, então, voltai a oferecê-la.” (Mt, 5: 23 e 24.)
 
O perdão não é para ser exercido apenas quando ocorram fatos muito graves contra nós. Devemos perdoar, desculpar, desde as pequeninas ofensas, as menores indelicadezas que pratiquem contra nós, pois quem não perdoa as pequenas ofensas, não perdoa também as grandes. A prática do perdão requer treinamento constante.
 
Criar o hábito do perdão é tarefa que requer o uso da nossa vontade. Quando desejamos realmente entrar no aprendizado da misericórdia, da benevolência, devemos pedir a ajuda de Jesus e dos Bons Espíritos, nas nossas orações, a fim de estarmos sempre vigilantes contra o velho hábito de recebermos e guardarmos ofensas, como se fossem coisas boas. O que não é bom, não devemos receber, deixar que nos atinja. Mas, se inadvertidamente permitirmos que isso aconteça, devemos recorrer à oração para lançarmos fora todo o mal.
 
Aí é que aplicamos a recomendação de Jesus: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt, 26: 41), vigiando a nossa mente e o nosso coração, a fim de verificarmos se estamos guardando mágoas.
 
Guardar mágoa ou rancor é um ato que demonstra falta de bom senso: seria o mesmo que conservar, no próprio lugar, um alfinete que alguém tivesse espetado em nosso corpo. Que faremos se uma pessoa fincar um alfinete em nós? É claro que o tiraremos imediatamente e trataremos do local com o medicamento adequado.
 
Se considerarmos as ofensas recebidas como “alfinetadas” como se costuma dizer, agiremos do mesmo modo, não permitindo que o “alfinete” fique em nós. Vamos tirá-lo e tratar logo da ferida.
 
Perdoar, como se vê, é até um ato de inteligência, pois se uma pessoa nos ofende e nós guardamos mágoa ou rancor, sofremos todas as vezes que nos lembrarmos do fato desagradável. Quando guardamos uma ofensa estamos negando a nossa condição de criatura inteligente, pois nós mesmos estaremos multiplicando o mal: a pessoa nos fez uma única vez e nós, a cada lembrança, nos entristecemos, nos ferimos de novo. Se, ao contrário, desculparmos, perdoarmos, esquecendo-nos do mal recebido, a ofensa só nos terá atingido naquele momento da agressão e logo depois a fazemos desaparecer. Daí o sábio ensinamento do Evangelho: “... perdoar com esquecimento de todo o mal”.
 
Os Espíritos ensinam que existem muitas pessoas que são doentes porque ainda não aprenderam a perdoar, a esquecer o mal recebido. Existem pessoas que guardam mágoas por anos seguidos, como se fossem coisas preciosas, relatando, sempre que podem, seus sofrimentos aos outros. Essas pessoas, ao recordarem as ofensas que as fizeram sofrer, retornam à situação emocional do momento desagradável, e assim volta-lhes a mágoa, o rancor e, não raro, a idéia de vingança, o que é pior. Esse estado mental negativo prejudica seriamente não só o equilíbrio emocional, mas também a própria saúde física.
 
Quase sempre, as pessoas agressivas, indelicadas, desagradáveis, caluniadoras, perseguidoras, invejosas, enfim as pessoas que agem em desacordo com os princípios evangélicos, têm os seus atos reforçados por Espíritos inferiores, aqueles que se alegram com o mal. Ora, se retribuirmos o mal com o mal estaremos nos sintonizando com esses irmãos infelizes. Mas, se, ao contrário, orarmos em favor do ofensor, conforme recomendou Jesus: “... e orai pelos que vos perseguem e caluniam” (Mt, 5: 44), estaremos nos ligando aos bons Espíritos, principalmente ao protetor daquele que nos quer prejudicar.
 
É bom nos lembrarmos de que no momento em que ofendemos, agredimos, retribuindo o mal com o mal, estamos deixando que se manifeste apenas a nossa natureza animal, mas quando perdoamos, buscando compreender o nosso irmão, estamos revelando a nossa natureza divina. Além do mais, quando alguém nos ofende, sempre espera que fiquemos com raiva. Se ficarmos com raiva, estaremos fazendo o que o agressor quer. Será que assim não estaremos deixando que outra pessoa diga como devemos agir, que controle a nossa vida?
 
A Doutrina Espírita nos ensina que Jesus veio revelar-nos que Deus, na sua condição de Pai Misericordioso, sempre nos perdoa. Entretanto, para que mereçamos a misericórdia e o perdão de Deus é necessário que sejamos misericordiosos por nossa vez, perdoando os nossos irmãos quando nos tenham ofendido, conforme prometemos, repetindo o “Pai Nosso”: “... perdoai as nossas ofensas, como nós perdoamos os nossos ofensores.”
 
c) Fixação e/ou avaliação: Interrogatório.
 
Fazer às crianças perguntas sobre os tópicos desenvolvidos na aula. Sugestões:
01- Quem nos recomendou o perdão?
02- Por que o perdão é básico para a boa convivência?
03- O que Jesus nos mostra na recomendação: “Orai pelos que vos perseguem e caluniam”?
04- O que Jesus quis dizer ao recomendar a Pedro que perdoasse até setenta vezes sete vezes?
05- Como nós podemos aprender a perdoar as grandes ofensas?
06- Quem merece mais a nossa compaixão: o doente do corpo ou o doente da alma?
07- Por que perdoar é um ato de inteligência?
08-O que é que sentimos quando nos lembramos de uma pessoa que nos tenha ofendido e de cuja ofensa ainda guardamos mágoa?
09- Será ato de inteligência permitir que uma ação, muitas vezes impensada, de uma pessoa perturbe a nossa paz?
10- Se você ficar magoado ou com raiva porque uma pessoa fez-lhe algum mal, não estará, assim, permitindo que essa pessoa decida por você, como você deve se sentir?
11- A quem o perdão faz mais bem, àquele que o recebe ou àquele que o concede?
12- Para qual das duas posições é necessário ter-se mais coragem: para vingar-se ou para perdoar?
13- Com que espécie de Espíritos estamos nos sintonizando quando retribuímos o mal com o mal?
 
d) Material didático: Exemplar de “O Evangelho segundo o Espiritismo”. Papel e lápis para quem quiser fazer o exercício por escrito.
 
Aliança Municipal Espírita de Juiz De Fora (AME-JF) AULA Nº 37

DINÂMICA - ANTE O OFENSOR
 
Objetivo: Colocar-se no lugar do seu opositor, na condição de filho de Deus e imaginar como gostaria de ser tratado pela lei, caso tenha cometido um crime.
 
Participantes: Indefinido.
 
Tempo Estimado: 15min.
 
Material: lousa e giz.
 
Descrição:
O Evangelizador deverá escrever na lousa uma pergunta sobre um crime hipotético, questionar os alunos como deveriam tratar o criminoso e anotar as respostas.
 
Pergunta:
Se um filho roubasse os seus próprios pais como deveria ser tratado?
Após anotar as respostas dos alunos na lousa, faça outros questionamentos:
Se este filho fosse você como gostaria de ser tratado? Gostaria de receber o mesmo tratamento que havia pensado antes? Gostaria de receber o perdão dos seus pais e familiares? (Aguarde as respostas)
 
Comentário:
Quase sempre categorizamos aqueles que nos ferem por inimigos intoleráveis; entretanto, o Divino Mestre, que tomamos por guia, determina venhamos a perdoar-lhes setenta vezes sete. (...)Se a injúria nos visita o cotidiano, pensemos em nossos opositores na condição de filhos de Deus, tanto quanto nós, e, situando-nos no lugar deles, analisemos o que estimaríamos receber de melhor das Leis Divinas se estivéssemos em análogas circunstâncias. (...) Efetuado o autoexame, não mais nos permitiremos qualquer censura e sim proclamaremos no coração a urgente necessidade de amparo da Misericórdia Divina, em favor deles, e a nosso próprio benefício. (Rumo certo. Agressores e nós. Espírito Emmanuel.  Psicografado por Chico Xavier)
 
Segundo André Luiz: " O adversário em quem você julga encontrar um modelo de perversidade talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão. (...) A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros." (Sinal verde. Antagonistas. Psicografado por Chico Xavier)
 
(Baseada no livro: Rumo certo. Agressores e nós. Espírito Emmanuel.  Psicografado por Chico Xavier e no livro: Sinal verde. Antagonistas. Psicografado por Chico Xavier)
 
Leia mais: https://www.passatempoespirita.com.br/products/dinamica-ante-o-ofensor/
 
DINÂMICA - O QUE SENTIMOS QUANDO PERDOAMOS
 
Objetivo: Perceber quais são os sentimentos que possuímos em nosso coração quando perdoamos alguém.
 
Participantes: Indefinido.
 
Tempo Estimado: 15 min.
 
Material: papel color set com cores sortidas, cartolina, tesoura e cola bastão.
 
Descrição:
O Evangelizador deverá confeccionar previamente vários corações coloridos (tamanho: aproximadamente 10cm X 10cm) e distribuir um para cada aluno. Depois deverá pedir para que os alunos escrevam no coração quais sentimentos possuem quando perdoam alguém (Exemplos: paz, amor, felicidade, etc.). Após escrever, todos deverão colar os corações na cartolina.
 
Comentário:
O perdão sincero é filho espontâneo do amor e, como tal, não exige reconhecimento de qualquer natureza. (O Consolador. Questão 335. Espírito Emmanuel. Psicografado por Chico Xavier).
 
(Baseada no blog: Pelos caminhos da Evangelização)
 
Leia mais: https://www.passatempoespirita.com.br/products/dinamica-o-que-sentimos-quando-perdoamos/