quarta-feira, 15 de maio de 2019

Comunicabilidade - Vivência - 3º Ciclo


A Margareth optou por usar uma dinâmica.

Dinâmica – Mediunidade

Objetivo: Aprender que além dos 5 sentidos (visão, tato, paladar, audição e olfato) existe um sexto sentido: a mediunidade.

Material: Paladar (balas de vários sabores), olfato (balas com cheiro de banana, morango, hortelã, limão, laranja, chocolate, sabonete etc), tato (escova de dente, pasta de dente, escova de cabelo, cola, estojo, relógio, pincel, esmalte etc), audição (levar os sons de animais gravados em computador), visão (4 figuras com ilusão de ótica).

Descrição: A evangelizadora deverá estimular os sentidos dos evangelizandos.
5 sentidos:

Paladar: Chupar as balas de vários sabores. Perguntar antes se alguém tem alguma restrição.

Olfato: Sentir o cheiro das balas de vários sabores diferentes, do sabonete, do chocolate etc.

Tato: Tapar os olhos para sentir com o tato os seguintes objetos: escova de dente, pasta de dente, escova de cabelo, cola, estojo, relógio, pincel, esmalte etc.

Audição: Ouvir os sons de animais gravados em computador.

Visão: Visualizar 7 figuras com ilusão de ótica.

Comentário: Temos 5 sentidos e a mediunidade, que poder ser considerada um sexto sentido. “Toda pessoa que sente, em um grau qualquer, a influência dos Espíritos, é médium.”

Pode-se, pois, dizer que todo mundo é, mais ou menos, médium. “Entretanto, usualmente, esta qualificação não se aplica senão àqueles nos quais a faculdade medianímica está nitidamente caracterizada”.

(Livro dos Médiuns cap. 14, Allan Kardec) (baseada em autor desconhecido  e no Livro dos Médiuns)


Comunicabilidade - Vivência - 2º Ciclo


A aula foi da Ana Lúcia, ela pediu aos evangelizandos que se levantassem e formassem uma fila. Chamou um por um, tapou os olhos deles e pediu para:
Cheirarem um creme, sentirem esse creme nas mãos, comerem balas de diferentes sabores, escutarem uma música e com os olhos abertos verem os objetos da sala.

Depois de um tempo, pediu para eles se sentarem e perguntou: “Quais são os nossos 5 sentidos?” Falou que existe um sexto sentido, qual seria? A Mediunidade.

Relembrou a aula anterior e os tipos de mediunidade.

Aplicou o Jogo da Mímica: Dividiu a turma em grupos, escreveu em cartões algumas profissões, um membro do grupo tirou um cartão e fez uma mímica para o grupo adivinhar qual profissão, no final perguntou: Como foi possível descobrir as profissões citadas nos cartões?
Existem outras maneiras de nos comunicar com as pessoas?
O que é comunicação?
Podemos mandar e receber mensagens de qualquer pessoa?
Podemos receber mensagens de desencarnados?
Como os desencarnados se comunicam com os encarnados?
O que é preciso para que essa comunicação ocorra?

Contou a história “A curiosidade de Mariana”

Entregou um pedaço de papel para cada evangelizando e pediu que cada um escrevesse uma pergunta que gostaria de fazer a um espírito. Recolheu, embaralhou e entregou para que eles mesmos respondessem.

LEMBROU QUE TODOS NÓS SOMOS ESPÍRITOS, NO MOMENTO ENCARNADOS E O FATO DO ESPÍRITO ESTAR DESENCARNADO NÃO SIGNIFICA QUE ELE SABE TUDO, POR ISSO A NECESSIDADE DO ESTUDO E DE UM LUGAR ADEQUADO COM PROTEÇÃO DOS NOSSOS MENTORES.

Aplicou o Jogo da Velha - cada item representando uma pergunta que deveria ser respondida pelo grupo:
1-Para que servem os sentidos?
2-Quais são os nossos sentidos?
3-Qual é o nosso sexto sentido?
4-Por meio da mediunidade o que é possível perceber?
5-Todos nós somos médiuns?
6- O que é vidência?
7-O que é Psicografia?
8-O que é mediunidade de efeitos físicos?
9-O que é psicofonia?
10- O que é audiência?
11- A mediunidade pode ser cobrada?
12- Quem foi Yvonne A Pereira?
13- O que você se lembra sobre ela?
14- Os médiuns podem perder a sua mediunidade?
15- O bom médium é aquele que é simpático aos_____________ espíritos  ( bons)
16- É preciso estudar?
17- Um espírito desencarnado sabe tudo?
18- O que o médium faz?
10-Fechamento e prece.

História "A curiosidade de Mariana"

Mariana era pequena, mas conhecia bem a rotina do Grupo Espírita onde sua família trabalhava. Ela freqüenta a Evangelização, aos sábados à tarde, e nas quartas-feiras, de vez em quando, acompanhava seus pais aos trabalhos do Grupo.
Ela já conhecia: Palestra Pública
                        Passe
                        Assistência às famílias assistidas
                        Atendimento Fraterno
Quando a Palestra Pública terminou, sua mãe foi trabalhar no passe e ela teve que esperar. Ela sempre pegava um livro emprestado na Biblioteca. Ela sabia muitas coisas. Sabia até o que era uma obra psicografada!
Apenas uma coisa Mariana não conhecia no Centro (e ela estava cheia de curiosidade!): era aquele tal de "Grupo Mediúnico ou Reunião Mediúnica". Quando terminava a Palestra, vários adultos iam para uma sala. Como a porta não ficava aberta, ela não tinha a menor idéia do que eles faziam...
Naquela noite, ela resolveu ir espiar. Logo ouviu, bem baixinho, uma voz que dizia:
- O que está fazendo aí, mocinha?
Era Hélio, o rapaz da Biblioteca! Mas que susto a menina levou! E os dois riram baixinho, para não atrapalhar ninguém...
Mariana explicou sua curiosidade: queria saber o que era esse "Grupo Mediúnico". Hélio disse que também tinha essa curiosidade... Ele sabia o que era médium e mediunidade, mas não sabia muito bem o que eles faziam nessas reuniões...
Alguém sabe o que é um Médium?
E Mediunidade?
Eles esperaram a reunião terminar e foram tirar suas dúvidas com o "Seu Diomar", o dirigente do Grupo Mediúnico. Com a maior paciência, ele explicou:
- Primeiro, fizemos uma pequena leitura para reflexão, depois uma prece e, logo a seguir, com a ajuda dos médiuns, os espíritos se comunicam com a gente: por escrito ou pela voz, nós recebemos mensagens deles. Mas também há os espíritos que estão confusos, que ainda não se acostumaram com a volta à vida espiritual: então nós conversamos com eles, tentando ajudá-los. Encerramos a reunião com uma prece. É isso que nós fazemos em uma reunião mediúnica! E mostrou uma figura em uma revista (mostrar uma figura às crianças).
Hélio e Mariana acharam muito legal o trabalho das Reuniões Mediúnicas: encarnados e desencarnados ajudando uns aos outros!
E aprenderam que, em vez de ficarem imaginando mil coisas, poderiam ter perguntado antes!



Comunicabilidade - Vivência - 1º Ciclo




A Joelma começou a aula relembrando a aula da semana passada, fazendo algumas perguntas.

Entregou ao evangelizandos partes divididas do poema Espiritismo de Casimiro Cunha.
ESPIRITISMO

Espiritismo é uma luz
Gloriosa, divina e forte,
Que clareia toda a vida
E ilumina além da morte.

É uma fonte generosa
De compreensão compassiva,
Derramando em toda parte
O conforto d’Água Viva.

É o templo da Caridade
Em que a Virtude oficia,
E onde a bênção da Bondade
É flor de eterna alegria.

É árvore verde e farta
Nos caminhos da esperança,
Toda aberta em flor e fruto
De verdade e de bonança.

É a claridade bendita
Do bem que aniquila o mal,
O chamamento sublime
Da Vida Espiritual.

*

Se buscas o Espiritismo,
Norteia-te em sua luz:
Espiritismo é uma escola,
E o Mestre Amado é Jesus.

Fontes: Espíritos Diversos - "Parnaso de Além-Túmulo" - Psicografia Chico Xavier

Pediu que cada um lesse, uma estrofe. Explicou que era um poema mediúnico, psicografado pelo médium Chico Xavier. Levou esse poema em um cartaz e um livro com poesias mediúnicas. Declamou algumas poesias do livro Cartilha da Natureza, com a ajuda das outras evangelizadoras.

Explicou que metade deles ficaria sentada para escrever o que outro que estaria de pé pedisse. Entregou imagens para quem estava de pé, as imagens estavam dentro de um rolo de papel toalha, para serem observadas no momento da vivência
. Incentivou-os a olharem bem a imagem, e dizerem o que estavam vendo. Depois construiu um texto/poesia sobre as imagens.

Perguntou o que sentiram e deixou que falassem livremente.

Colou as mensagens (texto/poesia) ao lado das imagens.

Comunicabilidade - Vivência - Jardim


A Carolina começou a aula resgatando a aula da semana passada. Sobre o que falamos na semana passada?
Falamos também sobre a prece, que permite que nos comuniquemos com nosso anjo da guarda. Assim conseguimos falar como nos sentimos, pedir conselhos e agradecer por tudo que temos.

Ela optou por usar o desenho, pedindo para cada evangelizando desenhar sobre como estavam se sentindo sábado (11/05/2018). Distribuiu folha A4, pincéis e  guache.








Depois construiu telefones com copos de isopor e barbante.

Comunicabilidade - Vivência - Maternal

A Cíntia trabalhou da seguinte forma:

Colocou o contorno de um boneco em um papel pardo e fixo na parede.

Deu figuras como: 2 olhos, 2 ouvidos, 1 boca e um par de mãos para que pintassem, recortassem e colassem no boneco. Neste momento, recapitulou a aula anterior falando dos diversos tipos de mediunidade. (Comunicação com os Espíritos).

Em seguida eles puderam desenhar as demais partes do corpo no boneco (cabelos, roupas etc.)

No tempo restante, deixou que os evangelizandos brincassem simulando algum tipo de mediunidade, escolhida por eles. (atividades da aula anterior)

A Cíntia, do Maternal, trabalhou da seguinte forma:

Colocou o contorno de um boneco em um papel pardo e fixo na parede.

Deu figuras como: 2 olhos, 2 ouvidos, 1 boca e um par de mãos para que pintassem, recortassem e colassem no boneco. Neste momento, recapitulou a aula anterior falando dos diversos tipos de mediunidade. (Comunicação com os Espíritos).

Em seguida eles puderam desenhar as demais partes do corpo no boneco (cabelos, roupas etc.)

No tempo restante, deixou que os evangelizandos brincassem simulando algum tipo de mediunidade, escolhida por eles. (atividades da aula anterior)














quarta-feira, 8 de maio de 2019

O Carvão e a Camisa



Certa vez o pequeno Zeca, de apenas 8 anos, entrou em casa após a aula, batendo forte os seus pés no chão da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver seu filho com aquela atitude, chama o menino para uma conversa:

- Meu filho, venha aqui um momento. Precisamos ter uma conversa séria.

Zequinha fecha os punhos e, dando socos no ar, disse ao pai:

- Olha, papai, eu estou com muita, mas muita raiva! O Juca não podia ter feito aquilo!

O pai de Zequinha escutou calmamente o filho que continuava a reclamar enquanto contava o que aconteceu:

- O Juquinha me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito que ele faça isso comigo. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai continua escutando tudo calado enquanto caminha até um armário perto da churrasqueira, onde estava guardado um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal, e Zequinha o acompanhou, falando da sua raiva. 

Zequinha olha seu pai abrindo o saco de carvão e fica ainda com mais raiva.

- Poxa vida, papai, estou desabafando a minha raiva e o senhor nem liga para meus sentimentos! Está me deixando com mais raiva ainda!

- Calma, Zequinha, isto que estou fazendo tem tudo a ver com o que você está sentindo!

Zequinha olha intrigado para o pai e pensa: “como um saco de carvão pode ter alguma coisa a ver com minha raiva pelo Juquinha?”

- Filho, faça de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca, e cada pedaço de carvão é um pensamento maldoso que você está tendo em relação a ele neste momento. De onde você está, quero que jogue todo o carvão do saco na camisa, até o ultimo pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

Zequinha achou aquela brincadeira divertida e logo encheu as mãos com pedaços de carvão e começou a atirá-los com toda a força, tentando acertar o máximo de pedaços possíveis naquela camisa branquinha. O varal estava longe do menino, e poucos pedaços acertavam o alvo. O tempo se passou e ele terminou a tarefa. O saco de carvão estava vazio, e a camisa borrada de carvão. 

O pai, que espiava tudo de longe, se aproximou dele e lhe perguntou:

- Filho, como você está se sentindo agora?

- Estou cansado, mas alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para Zequinha, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e com carinho fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

Zequinha acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Ele estava tão sujo de carvão que só conseguia enxergar seus dentes e olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:

- Filho, olhe pela janela. Veja a camisa que você acertou os pedaços de carvão. Ela quase não se sujou. Entretanto, olhe só para você! Está completamente sujo. Toda vez que sentimos raiva de alguém e começamos a lhe desejar o mal, estamos, na verdade, fazendo mal a nós mesmos.

- Então, papai, o carvão é a minha raiva e meus pensamentos ruins, e a camisa é o Juquinha?

- Sim, Zequinha, isso mesmo!

- Mas, a camisa, ou melhor, o Juquinha, ficou sujo também.

- Sim, filho. Ele também se sujou. A raiva que você sentiu dele também o atingiu, mas você se sujou muito mais. A raiva faz mal a quem sente e a quem recebe, mas se nos vingamos ou desejamos o mal, não nos sentiremos melhor por isso.

- Entendi, papai. Então vou controlar minha raiva e pedir a Jesus que a tire do meu coração.

- Fico orgulhoso pela sua decisão, Zequinha. Guarde em sua mente esta lição.

(História compartilhada pela evangelizadora Alice Lirio em um grupo para evangelizadores)


O sentimento que será está presente no coração de muitas pessoas e, infelizmente, até no coração das crianças. Todos nós ficamos com raiva de vez em quando. Isso é normal. Mas o que devemos fazer quando temos este sentimento?