segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Jesus como Agente de Transformação – Nosso Modelo - Maternal

Sábado (20/10/2018), foi dia de Momento de Convergência, que é quando todos os grupos estudam um mesmo tema.

A aula do Maternal foi da Cida, e ela começou contando a história "O Meu Melhor Amigo".




Depois, distribuiu algumas atividades para os evangelizandos realizarem.






Ouviram e cantaram a música "Herói".


Ela fez a brincadeira o mestre mandou(sons, ações amorosas, movimentos, mas só coisas boas).


O Mestre mandou os três se abraçarem

O Mestre mandou dar um beijo na tia Sara
Depois da brincadeira, com todos sentados, conversaram sobre o que mais gostaram de fazer durante a brincadeira.




O Meu Melhor Amigo

Joãozinho gostava de ouvir falar sobre Jesus. Porém, não gostava nada de falar sobre a escola. Não queria estudar.
            
Como não sabia ler, fazia muitas perguntas aos seus irmãos e aos seus pais: 
- Onde está Jesus? O que Ele faz? Como é Ele?
            
Muitas vezes, ele ficava pensativo, e a sua cabecinha imaginava mil coisas sobre Jesus.
            
Num domingo ensolarado, Joãozinho foi fazer um passeio com sua família. Passaram o dia num lugar maravilhoso, onde havia árvores, flores, e um lindo lago de águas azuis.
           
Levaram um cesto com sanduíches, bolos, sucos. A alegria era geral: o garotinho se sentia feliz, igual a um passarinho, voando para todos os lados. Sim, porque Joãozinho não parava, estava eufórico, junto às árvores. Corria sem parar. 
            
Cansado de tanto subir e descer, deitou-se sob uma árvore e acabou adormecendo. Não demorou muito, viu chegar alguém perto dele. 



Admirado, perguntou-lhe:
            - Você parece um anjo. Quem é você?
            - Eu sou Jesus.
           
O menino, surpreso com aquela visita,  não sabia o que fazer. Então ouviu Jesus dizer:
            - Calma, Joãozinho, sou seu amigo! Você precisa estudar. Ouça-me! Sou seu amigo!
           
Muito confuso, o garoto retruca:
            - Meu amigo? Que bom! Agora poderei saber tudo sobre você. Jesus!
            - Ele olhou docemente para o menino e respondeu:
            - Primeiro, Joãozinho, você precisa ir à escola, e lá, você vai aprender a ler! Depois será mais fácil você saber o que deseja. Não se esqueça que estou sempre ao seu lado. Sou amigo de todas as crianças!
            
Nisso, Joãozinho é acordado pelo irmão, que o avisava da hora do almoço.

O garoto ficou pensativo e emocionado. A mãe, notando o filho um tanto estranho, perguntou o que se passava, e ele respondeu:
            - Estou emocionado, porque falei com Jesus! Ele disse ser o amigo de todas crianças!
            - Você devia estar alegre, disse-lhe a mãe.
            - Estou contente, mamãe, mas eu gostaria de ter conversado um pouco mais com Ele! Me acordaram, e Jesus foi embora.
            - Sua mãe afirmou, bondosamente:
            - Não foi, não. Jesus está sempre ao lado das crianças!
            - Verdade? disse, arregalando os olhinhos. Que bom! Então Ele vai me acompanhar à escola! Quando eu for aprender a ler. Ele irá comigo. E vou ler muitas coisas sobre Jesus!                

(autor desconhecido)

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Não Julgueis para Não Serdes Julgados


NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS,
AQUELE QUE ESTIVER SEM PECADOS QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA.


"Não queiras julgar, para que não sejais julgados. Pois com o juízo com que julgardes, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou, como podes dizer ao teu irmão: "Deixa-me tirar o cisco do teu olho", quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão." ((Mateus, capítulo 7º, versículos 1 a 5)

"Então lhe trouxeram os escribas e fariseus, uma mulher que fora apanhada em adultério e a puseram no meio. E lhe disseram:" Mestre, esta mulher foi apanhada em adultério. E Moisés na lei mandou-nos apedrejar estas tais. Que dizes tu pois?" Diziam isto os judeus, tentando-o, para o poderem acusar. Porém Jesus, abaixando-se pôs-se a escrever com o dedo na terra. E como eles perseveravam em perguntar, ergueu-se e disse-lhes: "Quem de vós outros está sem pecados seja o primeiro que a apedreje." e tornou a escrever na terra, mas eles ouvindo-o, foram saindo um a um sendo que os mais velhos primeiro; e ficou só Jesus e a mulher, que estava no meio em pé.
Então erguendo-se Jesus, disse-lhe: "Mulher, onde estão os que lhe acusavam? Ninguém lhe condenou?"- Respondeu ela: "Ninguém Senhor." Então disse Jesus: "Nem eu tão pouco lhe condenarei; Mas vai, e não peques mais." (JOÃO)

COMENTÁRIOS DE ALLAN KARDEC
O que de vós outros está sem pecados seja o primeiro que a apedreje" disse Jesus. Esta máxima torna a indulgência um dever, Por que não há quem não necessita de indulgência.
Jesus quis dizer que a autoridade da reprovação está na autoridade moral de quem a pronuncia. Aos olhos de Deus só é autoridade legitima a que se apóia sobre o bom exemplo.


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O julgamento é condenável, porque quase sempre não sabemos julgar. Somos muito imperfeitos. E por isso mesmo, não nos é licito fazer o julgamento.
Alice é prima de Alexandre. Gostam de brincar juntos. Possuem muitos brinquedos. Faltou um brinquedo nos guardados de Alice e esta julgou que Alexandre tivesse furtado, porque era justamente um carrinho que ele muito cobiçava.
Alice procurou, procurou e disse Por fim. Já sei, foi Alexandre quem tirou-me o brinquedo.
Sua mãe acudiu depressa dizendo-lhe:- Filha procure melhor e veja se não está em algum lugar da casa. Não pense mal de seu primo, nem julgue-o culpado sem Ter toda certeza.
De fato Alice encontrou o brinquedo atrás da porta do quarto e sentiu muita vergonha de ter pensado mal de Alexandre.
Depois refletiu muito sobre o ocorrido e inverteu os papeis e pensou. Será que Alexandre me julgaria culpada?
Não creio, porque ele é um menino muito religioso e não julgaria mal de mim.

Argueiro e a Trave no Olho



O ARGUEIRO E A TRAVE NO OLHO

"Por que vês tu pois a aresta no olho de teu irmão, e não vês a trave no teu olho?
Ou como dizes a teu irmão:- Deixa-me tirar de teu olho uma aresta, tu que tens no olho uma trave? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás como hás de tirar a aresta do olho do teu irmão." (MATEUS)

COMENTÁRIOS DE ALLAN KARDEC
Uma das extravagâncias da humanidade é ver o defeito alheio antes do próprio.
Para julgar-se a si mesmo seria necessário examinar-se ao espelho. O orgulho é que leva o homem a dissimular suas próprias faltas.
A verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente.

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Existem pessoas que vêem nos outros tantos defeitos.
Acham que esses defeitos os enfeiam, tornando-os ridículos e difíceis de se aturar. É o que pensa Lara de sua vizinha Ivone.
Lara vive dizendo que Ivone é vaidosa, só se preocupa em comprar roupa, sapatos e jóias.
Outro dia ainda, amolou o papai para comprar-lhe novo relógio pulseira. É demais, vive dizendo Lara.
Só que Lara se esquece de que ela tem um defeito muito maior. É egoísta ao extremo. Não dá nem a sua roupa velha, que se amontoa no guarda roupa.
Para fecha-lo é preciso muita força para conter o peso de sua roupa. Então isto é querer tirar um pequeno defeito de sus amiga vizinha e não ver que ela mesma possui um muito pior que é o egoísmo e ainda Por cima a inveja que sente da Ivone.
Por isso disse Jesus: "Hipócrita, tira primeiro a trave de teu olho e depois pêlos bons exemplos tirará a aresta do olho de tua irmã."

O Cego Bartimeu



O CEGO BARTIMEU

Bíblia – (Marcos, cap. 10, vv. 46-52)

46 – E chegaram a Jericó. E saindo ele de Jericó com seus discípulos, e bastante gente, o filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira da estrada.
47 – E ouvindo que era Jesus o Nazareno, começou a gritar e dizer: “Jesus, filho de David, compadece-te de mim”!
48- E muitos mandaram que se calasse, mas ele gritava mais ainda: “Filho de David, compadece-te de mim”!
49 – E parando Jesus disse:
“ Chamai-o “. E chamaram o cego, dizendo-lhe: “Confia, levanta-te, ele te chama”.
50 – Alijando a capa e saltando, ele veio para Jesus.
51 – E falou-lhe Jesus, dizendo:
“ Que queres que te faça”?
O cego disse-lhe: “Rabboni, que eu veja de novo”!
52 – E disse-lhe Jesus: “Vai, tua fé te salvou” E imediatamente viu de novo e o acompanhou pela estrada.


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A história que vamos contar aconteceu na cidade de Jericó, uma das mais antigas da Terra, na distante Jordânia, que era um verdadeiro oásis, isto é, um lugar agradável entre outros que não o são, com jardins, palmeiras e um mercado.
Bartimeu ficava sentado na rua, pedindo esmolas, sem ver a beleza que o rodeava ou  as pessoas que iam e vinham. Vivia num mundo de escuridão e ninguém  parecia se importar com isso. A esperança já não morava em seu coração, sendo substituída pela dor e pelo desencanto.
Naquele dia, porém, algo diferente acontecera... As pessoas passavam apressadas, falavam entusiasmadas da chegada de Jesus à cidade.
O coração de Bartimeu bateu com mais força -  ele já ouvira a respeito do Mestre – e uma claridade de esperança surgiu. E ele pensava: “ O povo segue Jesus por toda parte e Ele, além de lhes ensinar, os cura. Sim! Ele os cura ! ”
Neste instante, escutou a multidão pronunciar o nome de Jesus de Nazaré. Era a sua oportunidade! Gritou bem alto:
“ _ Jesus, tenha misericórdia de mim!
Ao seu lado, muitos exclamaram: “ _ Fique quieto! Pare de gritar! “
O infeliz, entretanto, não parou: “_ Jesus, ajude-me! “
Jesus havia parado, bem no meio do caminho, e todos silenciaram.
O Mestre, sentindo a fé de Bartimeu,  pediu que o trouxessem à Sua presença.
Então, alguém lhe disse:
“_ Jesus quer falar com você! “
O encontro foi emocionante. Uma doce voz se fez ouvir:
“_ O que queres que eu faça em teu benefício? “
“_ Senhor,  eu quero enxergar! “ _ respondeu-lhe, humildemente.
“_ Vai. A tua fé te salvou! “ – falou Jesus, serenamente.
A escuridão desapareceu e a luz do sol e o verde das plantas se fizeram presentes.
Ah! Eram tantas coisas, que Bartimeu não sabia o que olhar primeiro.
Então, olhou em direção a Jesus e quis agradecer; mas  o Mestre se afastava.
Bartimeu o seguiu no meio da multidão, pois agora o mais importante é que ele podia ver Jesus e o amava intensamente.
(Adaptação – Marcos, cap. X, vv. 46 – 52)
Vamos refletir um pouquinho?

Bartimeu era uma pessoa sem esperança, porém, quando ouviu falar no Mestre sentiu que algo diferente aconteceu.

a) O que fez seu coração bater mais forte?
b) Quando Bartimeu gritou por Jesus, por que as pessoas mandavam que ele parasse de gritar?
c) O que fez Jesus parar bem no meio do caminho?
d) Qual o sentimento que fez com que Bartimeu voltasse a enxergar?
e) Existe uma cegueira, que é maior que a cegueira dos olhos e que é difícil de se curar.  Que cegueira é esta?


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Ao chegarem a uma cidade chamada Jericó, encontraram um cego sentado à beira da estrada e pedindo esmolas.
Ouvindo o tropel da gente que passava, o cego perguntou o que era aquilo. Responderam-lhe que era Jesus quem passava.
No mesmo instante ele se pôs a gritar, dizendo:
“Jesus tende piedade de mim. Tende piedade de mim, Jesus.
Jesus pediu a seus discípulos que o fossem buscar; e quando ele chegou, fez-lhe esta pergunta:
“O que queres que eu te faça?”
“Senhor, que eu veja”, respondeu-lhe o cego.
E Jesus lhe disse:
“Vê, a tua fé te curou”.
Imediatamente o cego recobrou a vista e, louvando a Deus, o seguiu. E todo o povo que presenciou aquilo admirou-se e deu louvores a Deus. E agora ponto final por hoje. Vamos orar por todos os nossos entes queridos que estão em casa: pelo papai, pela mamãe, pelos irmãozinhos.
— Pela empregada também? perguntou a Cecilia.
Sim, também; diante do Pai Altíssimo, ela é nossa irmã.

(Evangelho da Meninada)

A Filha de Jairo e a Cura de uma Mulher





A FILHA DE JAIRO E A CURA DE UMA MULHER

(Evangelho da Meninada)

Havia um homem chamado Jairo que era o principal da sinagoga. Jairo veio procurar Jesus e, ajoelhado a seus pés, pediu-lhe que fosse à sua casa porque sua filha única, menina de doze anos, estava às portas da morte.
Ah! dona Lina. Dizem que o sr. Manoel da venda também está, falou a Joaninha. Chamaram um médico de Barretos, mas papai disse que o médico não tem esperanças.
Tão bom o sr. Manoel! exclamou o Juquinha.
De fato, o sr. Manoel tem um grande coração, confirmou o sr. Antônio. Pobre que bate naquela porta, nunca sai com as mãos vazias: sempre leva algum alimento. Até nem sei como aquela vendinha dá para ele tratar da família e dos pobrezinhos!
Ora, titio! Então o senhor não sabe que quem dá de coração nunca empobrece? disse dona Lina.
— Se Jesus estivesse aqui, ele curaria o sr. Manoel? perguntou o João André.
— Curaria, meu bem, respondeu dona Lina. Mas Jesus procura curar primeiro nossas almas, porque é a nossa parte que não morre. O corpo mais cedo ou mais tarde tem de morrer. Todos aqueles que Jesus curou, morreram também, inclusive o próprio Jesus.
Mas não se entristeçam; tenham a certeza de que Jesus curará o sr. Manoel. Ao terminarmos a história de hoje, faremos uma prece pedindo a Jesus pelo Sr. Manoel.
De caminho para casa de Jairo, uma mulher do povo, doente há muitos anos, tocou em Jesus e imediatamente ficou curada. Jesus percebeu o que se tinha passado, chamou-a e disse-lhe:
— “Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz”.
Nisso chega um mensageiro da casa de Jairo e diz-lhe:
— “Não é preciso que o Mestre vá à tua casa, porque tua filha já morreu”.
Jesus ouviu e disse-lhe:
— “Não temas; crê somente e ela será salva”.
Lá chegados, depararam com todos chorando e se lastimando pela morte da menina. Jesus lhes pediu que não chorassem, porque a menina não estava morta, mas dormindo.
Em seguida chamou Pedro, Tiago, João, o pai e a mãe da menina e entrou com eles no quarto. Pegou na mão da menina e disse com voz alta:
— “Menina, levanta-te”.
A menina se levantou e Jesus mandou que lhe dessem de comer.
E agora vamos orar pelo sr. Manoel; voltem seus pensamentos para Jesus e acompanhem minhas palavras.
Que bonita prece dona Lina fez! Nossos olhos se encheram de lágrimas. Concluída a prece, fomos para casa.

A Porta Estreita



A PORTA ESTREITA

(Evangelho da Meninada)


E Jesus visitava as aldeias e as cidades que havia ao redor de Jerusalém ensinando ao povo o Evangelho. De caminho, um discípulo lhe perguntou:
“Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
“Os que se salvam são os que entram pela porta estreita; porque larga é a porta e espaçoso o caminho que guia para a perdição e muitos são os que entram por ela. Que estreita é a porta e que apertado é o caminho que guia para a vida e quão poucos são os que acertam com ele!”
Não compreendemos, dona Lina, dissemos quase todos ao mesmo tempo.
É fácil. Os que entram pela porta estreita são as pessoas que cumprem rigorosamente os seus deveres; que procuram ser boas para com todos; que combatem seus vícios e seus defeitos. Tais pessoas se salvam, isto é, ficam livres de sofrimentos e conquistam bons lugares no mundo espiritual para onde irão ao partirem da Terra. Compreenderam?
Sim, senhora.