segunda-feira, 16 de abril de 2018

Chá Literário 2018

Todos os anos comemoramos o Dia do Livro Espírita (18 de Abril) com um "Chá Literário", ideia da Joelma Farias, evangelizadora do 1º Ciclo.

Escolhemos um livro para ser trabalhado em sala e no final fazemos um lanche para os nossos evangelizandos.

Esse ano decidimos trabalhar livros que falassem das Parábolas, dos Ensinos, das Curas de Jesus, pois estamos trabalhando as Três Revelações e em Abril, estamos falando sobre a Segunda Revelação - Jesus e a Lei de Amor.

Enfeitamos o nosso corredor para receber os evangelizando.












quinta-feira, 12 de abril de 2018

ENEFE 2018 - O que sai da minha boca?”

Como complemento da reflexão das Duas Histórias, usamos uma boca feia e uma boca bonita: na boca feia símbolos com coisas ruins que podem sair da nossa boca escritas no verso (palavrão, ofensa, grito, mentira, etc.). E na boca bonita figuras de doces com coisas boas que podem sair da nossa boca escritas no verso (elogio, verdade, desculpa, gentilezas, etc.).


Conversamos com os evangelizandos, explicando que a boca fala o que o coração está cheio. 

Pessoas que tem gratidão no coração, dizem obrigado, quem tem gentileza, diz: posso ajudar? Quem tem fé no coração, usa as palavras para fazer uma prece e assim por diante. 



O mesmo acontece com as pessoas que não carregam sentimentos bons no coração. Sentem raiva, falam palavrões, ferem o outro através de palavras que magoam, gritam e não são gentis.



Pedimos aos evangelizandos que retirassem um símbolo da boca feia, refletindo com eles que devemos evitar que da nossa boca saia esse tipo de palavra.

Depois que retirassem um símbolo da boca bonita nos dessem um exemplo de palavra do tipo que estava no verso da figura (coisas boas: verdade – em que situações devemos falar a verdade), tivemos que ajudar um pouco nesse momento.

Após todos terem participado da atividade, concluímos que, quando nutrimos sentimento bons no coração e expressamos amor através das nossas palavras, somos felizes, fazemos os outros felizes e conquistamos muitos amigos, pois ninguém gosta de ter por perto pessoas mal humoradas. 

Entregamos a cada evangelizando um pirulito em forma de coração com uma boca colada.

 


Reforçamos que o que sai da nossa boca é o que está no nosso coração, então temos que ter um coração doce como esse pirulito, para que de nossa boca só saiam palavras boas e gentis.




ENEFE 2018 - Duas Histórias


Uma evangelizadora Simone Catalão contou a história "Os Pêssegos", da Coleção Conte Mais, e a evangelizadora  Michelle Correia contou a história “O grito de cólera”, do livro Alvorada Cristã. 



As histórias foram contadas com o auxílio de figuras que foram coladas em uma folha de papel pardo, divida ao meio por um X grande e vermelho.

Enquanto uma evangelizadora contava a história, a outra ia colando as figuras no papel pardo.

Ao final, fizemos uma reflexão, falando sobre as atitudes dos personagens em cada história, levando os evangelizandos a perceberem que a paz e a harmonia dependem das nossas atitudes do dia a dia.

ENEFE 2018 - História "O grito de Cólera"



Lembra-se do instante em que gritou fortemente, antes do almoço?
Só porque não gostou da roupa gritou algumas palavras bem feias dentro de casa.
Ah! meu filho, quantos males foram atraídos por seu gesto impensado !…
Sua pobre mãe ficou muito nervosa e veio-lhe uma dor de cabeça muito forte. As irmãs foram acudi-la e esqueceram o almoço. E por isso uma boa parte teve que ser jogada fora de tanta mosca que pousou em cima.
Por causa disso seu pai se atrasou para o trabalho e quando lá chegou seu chefe chamou-lhe a atenção duramente.
Mas ele é um homem de bem, idoso e correto, que já venceu muitas tempestades para amparar a família e defendê-la. E se calou.
Os resultados de sua gritaria, porém, causaram problemas na saúde de sua mãe  e o médico foi chamado. Medicamentos caros fizeram com que não sobrasse muito para o aluguel e para as compras no mercado, dentre outras contas. Durante meses, toda a sua família lutou para controlar as despesas por causa da sua sua ira por um motivo tão bobo recusando a roupa que lhe não agradava.
Pense na lição, meu filho, e não a repita.
Todos estamos unidos, em família, através de laços que procedem dos desígnios divinos. Ninguém se reúne ao acaso. Forças superiores  nos amparam de modo a aprendermos a ciência da felicidade, no amor e no respeito.
O golpe do machado derruba a árvore de vez.
A ventania destrói um ninho de momento para outro.
A ação impensada de um homem, todavia, é muito pior.
O grito de cólera é um raio mortífero.
Por que não aprende a falar e a calar, a benefício de todos?
Ajude em vez de reclamar.
A cólera é força muito triste que nos distancia da paz divina.

(Adaptação do cap. 26  do livro Alvorada Cristã, obra de Neio Lúcio, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier)

ENEFE 2018 - História "Os Pêssegos"


         Carlos, Pedro e Marcel estava jogando bola, quando chegou o pai, com um pacotinho na mão.
            – Adivinhem! – gritou ele mostrando o pequeno embrulho
            Carlos, Pedro e Marcel correram em direção ao pai
            – Adivinhem! – repetiu o pai. – São da chácara da vovó...
            – Já sei! São ameixas! – Exclamou Carlos
            – Maçãs! - gritou Pedro.
            – Peras! - disse Marcel, indeciso.
            – Hum! … - comentou o pai, sorrindo. - Vocês são ruins no jogo do “advinha”.
            E abrindo o pacote, mostrou.



            – Pêssegos! … _ gritaram os meninos.
             – A fruta mais gostosa do mundo! … - exclamou Marcel, com os olhos cheios de gula. _ E que lindos! …
             Eram mesmo uma beleza! … Enormes… Cinco ao todo.
            Marcel não podia se conter e logo fez um cálculo:
            – Um é para mamãe, outro para o papai, outro para o Pedro, outro para o Carlos e o maior para mim…
            – Esganado! … - exclamaram os irmãos.
            Mas o pai explicou:
            – Não há maior nem menor… O que há mesmo é uma recomendação: vocês só vão comer os pêssegos logo mais, à tarde, depois do lanche… Certo?
            Os meninos ficaram desapontados… Resmungaram, carrancudos… mas não adiantou nada: papai falava, papai mandava…
            O dia passou e, à noite, quando todos estavam reunidos, o pai perguntou:
            – Então, comeram os pêssegos?
            – Eu comi, - disse Carlos – e que bom que eram! Guardei o caroço e hei de plantá-lo para nascer uma árvore.
            – Muito bem, muito bem. _ respondeu o pai. _ É bom pensar no futuro... E você, Pedro?
            – Ah! Eu comi todinho... abri o caroço e dei à Marcel o que estava dentro.
            – Muito bem, muito bem. É bom pensar nos irmãos.
            E, virando-se para Marcel, perguntou:
            – E você, filho, comeu o pêssego?
            – Eu… eu não comi não. Eu lembrei do Jorge, o filho da vizinha… Sabe? Ele está muito doente, e o doutor disse que ele precisa de frutas. Então levei o pêssego para ele.
            – Muito bem, muito bem. É bom pensar nos doentes.
            Depois, o pai continuou:
            – Interessante! Cada um de vocês teve uma ideia diferente… Qual foi a melhor de todas?
            Houve um pequeno silêncio. Pequeno, muito pequeno mesmo, porque Pedro logo falou:
            – Eu acho que…, acho que foi o Marcel…  
            – Eu também acho - concordou Carlos.
            E, batendo carinhosamente na cabeça do irmão, acrescentou:
            – Você é o maior, hein, mano?

(Coleção Conte Mais)

ENEFE 2018 - Dinâmica dos “Laços Familiares”

Jogo de amarelinha riscado no chão com giz de quadro e papéis fixados com fita, ao lado das casas da amarelinha, de imagens representando diversas situações para reflexão. 



Em uma ponta da amarelinha colocamos um boneco de Jesus. Na outra, apesar de não aparecer na foto, colocamos uma figura do planeta Terra, Mundo de Provas e Expiações.



Conforme o evangelizando caía em determinada casa, fazia a reflexão, respondendo à seguinte pergunta: Como esta situação pode nos levar ao fortalecimento dos laços familiares?










Parábola do Semeador - Maternal

A Cida, do Martenal, também falou sobre a Parábola do Semeador.

Ela ia usar um vídeo da parábola, mas acabou tendo problemas e precisou modificar um pouco o planejamento, assim, ela falou sobre os elementos da parábola e montou um cartaz.







Depois ela usou a maquete que Ângela Figueiredo fez para a aula do Jardim.







E para finalizar, os evanlizandos receberam desenho para colorir e fazer colagem com sementes.