segunda-feira, 12 de março de 2018

Decálogo - Jardim

Para falar sobre os Dez Mandamentos com a turma do Jardim, a Ângela começou fazendo uma recapitulação da aula anterior, usando figuras e perguntas relacionadas a cada figura:



  1. Por que a mãe de Moisés teve que colocá-lo em um cesto no rio? Porque o faraó deu uma ordem para matar todos os bebês hebreus do sexo masculino. 
  2. Quem encontrou o cesto com Moisés dentro e o que ela fez com o bebê? A princesa, filha do faraó, que resolveu adotar o bebê como filho.
  3. Como a princesa, filha do faraó, escolheu a mãe de Moisés para cuidar dele? A irmã de Moisés, Miriam, acompanhou o cesto e teve a ideia, falou com a princesa que concordou. 
  4. Para que Moisés foi educado pela princesa? Para ser um príncipe egípicio.
  5. O que aconteceu quando Moisés viu um escravo hebreu sendo chicoteado? O que o faraó fez quando soube? Moisés ficou zangado e empurrou o soldado. O faraó, muito irritado, expulsou Moisés do Egito. 
  6. O que Moisés pediu para o faraó fazer quando retornou ao Egito? Ele atendeu ao pedido de Moisés? Moisés pediu que o faraó libertasse o povo hebreu, mas o faraó se recusou.
  7.  O faraó precisou de uma grande dor para libertar os hebreus, o que causou essa dor enorme no faraó? Seu único filho morreu.
  8. Os hebreus acreditavam em Deus? Sim, mas como viveram muito tempo no Egito, aprenderam a adorar outros deuses.
  9. O que estava escrito nas tábuas das Leis que Moisés ia apresentar aos hebreus? Os Dez Mandamentos, que é o que vamos estudar agora.
Apresentou Os Dez Mandamentos aos evangelizandos, usando também figuras e o texto usado para o embasamento ela tirou do Seara do Mestre:

         1. Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
         Existe um só Deus, que é um Pai amoroso e justo e que nos ama a todos igualmente. Nosso compromisso maior é com Ele. Devemos adorá-lo em Espírito (através de nossos sentimentos e pensamentos, com o coração) e Verdade (significa o compromisso de unir o conhecimento e a realidade, pois é preciso conhecer as Leis de Deus para adorá-lo: suas leis de amor, perdão, caridade). Deus criou todo o universo e todos os seres e por eles zela. Nos deu a natureza de onde tiramos o nosso alimento, á água e o ar sem o qual não teríamos condições de existir, bem como o sol que nos ilumina e aquece, os animais, as plantas, os planetas, enfim tudo que existe no universo. Devemos amar e respeitar o nosso próximo. Fazer ao outro aquilo que gostaríamos que fosse feito para nós. Quem é o nosso próximo? Na aula, em casa, na rua – quem está mais próximo de nós.

         2. Não falar o nome de Deus em vão.
         Não utilizar o nome de Deus de forma desrespeitosa, não jurar em falso, ou mentir com o objetivo de conseguir algo, usando o nome de Deus.

         3. Lembrar de santificar o dia de sábado.
         Temos que ter momentos para orar, para nos colocar em sintonia com Deus. O dia de sábado é uma simbologia, significa que devemos ter momentos de oração. Lembrar que não é preciso um lugar, um horário, ou uma posição especial para orar, o que importa são nossos sentimentos no momento da oração.

         4. Honrar pai e mãe. 
         As pessoas que cuidam de nós, nossos pais ou responsáveis, merecem nosso respeito. Temos uma família que é a necessária e a ideal para nossa evolução. 

         5. Não matar. 
         Deus nos deu a vida, assim como criou os animais e as plantas. Tudo na natureza tem uma utilidade. Não devemos matar ou maltratar os animais, pássaros ou outros pequenos animais por brincadeira ou diversão. Somente matar com o objetivo de alimentação, não usando de crueldade. Preservar as plantas, os rios, ajudando a cuidar e esclarecer sobre sua importância.
         Somos todos irmãos, criados por Deus, que nos ama a todos igualmente, não devemos ferir ninguém com palavras ou atitudes, e nem tirar-lhes a vida. Não cometer aborto e nem suicidar-se. Devemos colaborar com Deus não destruindo a sua criação.

         6. Não cometer adultério.
         Adulterar é falsificar. Não colar nas provas, não mentir, não trair a confiança de um amigo, namorado(a) ou esposo(a), não contar um segredo, não vender uma mercadoria dizendo que possui tais qualidades, quando na realidade não possui.

         7. Não roubar. 
         Assim como não gostamos que alguém pegue sem permissão algo que é nosso, não devemos pegar o que é dos outros: um doce no mercado, um lápis do colega, uma fruta na árvore do vizinho.

         8. Não prestar falso testemunho contra o próximo. 
         Não mentir, não inventar histórias, nem fazer fofoca de outras pessoas. Somos responsáveis pelas nossas atitudes e responderemos por elas. Não tirar proveito de uma mentira inventada por outro, contra alguém.

         9. Não desejar a mulher do próximo. 
         Não invejar e não querer o namorado(a) ou o marido (esposa) de outra pessoa. Namorar uma pessoa de cada vez. Não fazer ao outro aquilo que não queremos que façam para nós.

         10. Não desejar qualquer coisa que pertença ao próximo.
         Não querer ter a casa do outro, as coisas que os outros tem (roupas, sapatos, brinquedos) e não querer levar a vida do outro. Cada um de nós tem o que precisa de acordo com suas necessidades evolutivas. Hoje estamos colhendo o que semeamos em outras existências ou nessa mesma, ao mesmo tempo em que semeamos para o futuro.

E para finalizar, distribuiu desenho com a história da vida de Moisés para os evangelizandos colorirem.



Decálogo - Maternal


Com o objetivo de ensinar aos evangelizandos sobre os dez mandamentos e como podemos usá–los no dia a dia. A Sara planejou assim:

PRIMEIRO MOMENTO:
Recapitulou com os evangelizandos a história de Moisés mostrando figuras e fazendo perguntas.

SEGUNDO MOMENTO:
Contou os Dez Mandamentos de uma forma mais divertida, mostrando coisas do dia a dia, que puderam ser comparadas a cada um dos mandamentos.





TERCEIRO MOMENTO:
Montou os Dez Mandamentos, que estavam escritos em corações e pediu para que os evangelizandos ajudassem a colocar na ordem.







QUARTO MOMENTO:
Entregou a cada evangelizando um desenho de Moisés com a tábua dos Dez Mandamentos para colorirem.

Depois da prece final, brincaram de massinha enquanto esperavam os responsáveis.






quinta-feira, 8 de março de 2018

ENEFE 2018 - História "A Tartaruga Mensageira"

Essa história foi contada usando o cenário de uma paisagem desenhada em TNT, a medida que a história ia sendo contada, colova-se os personagens no cenário.




Um dia, há muito tempo atrás, os animais habitantes de uma grande floresta ficaram sabendo que um grupo de homens pretendia derrubar todas as árvores para transformá-las em madeira.

Apavorados, pois isso representaria a destruição deles também, resolveram mandar uma mensagem pedindo socorro a um grupo de pessoas amigas e amantes da natureza.

Os bichos se reuniram para decidir quem seria o portador da mensagem, pois era uma missão muito importante, e o local para onde teriam que ir ficava muito, muito distante.

Apresentaram-se para a tarefa: um passarinho, um esquilo, um macaco e uma tartaruga.

– Eu sou o melhor – disse o passarinho estufando o peito –, porque posso voar e, rapidamente, dar conta do recado. 

O esquilo alisou o pelo macio e falou, orgulhoso: – Eu tenho mais condições de cumprir a missão, porque sou rápido e ágil!

O macaco, coçando a cabeça, afirmou: – Não! Eu sou o mais indicado porque, pulando de galho em galho chegarei mais depressa ao destino.

Todos riram quando a pequena tartaruga se apresentou. Afinal, tinham urgência que a mensagem fosse entregue rápido, e a tartaruga era, reconhecidamente, muito lenta.

Depois que as risadas se acalmaram, o leão perguntou:– Por que é que você acha que tem condições de ser a portadora?

– Porque tenho confiança em Deus que o conseguirei! – respondeu a tartaruga com serenidade.

Após muito discutir, os animais decidiram, muito sabiamente, que para maior segurança, todos os quatro levariam uma mensagem igual. Aquele que chegasse primeiro, teria a honra de entregá-la.

E assim, numa bela manhã de sol, partiram os mensageiros levando as esperanças e a confiança de todos os animais.

O esquilo saiu aos pulos, ligeiro; o passarinho abriu as asas e voou rápido pelo céu; o macaco, pulando de árvore em árvore, lá se foi a perder de vista. Só a pobre tartaruga iniciou a jornada com sua marcha lenta, para chacota dos demais. 

Enfrentaram perigos e obstáculos. Tão logo terminaram as árvores, o macaco teve que continuar também pelo solo. 

A certa altura do caminho ocorreu um grande desmoronamento de terras e, como não quisessem se abrigar para não interromper a marcha, o macaco e o esquilo foram atingidos e não puderam prosseguir.

O passarinho passou voando sem maiores dificuldades, mas a tartaruga, vendo o perigo, com tranquilidade escondeu-se na sua carapaça esperando-o passar. 

Mais adiante, sobreveio terrível tempestade, e o passarinho, não obstante se agarrasse às árvores para se proteger, foi arrastado pelo vento forte. A tartaruga, porém, novamente parou sua caminhada, escondendo-se em sua carapaça do furor do temporal, esperando o tempo melhorar. Depois, prosseguiu sua jornada.

Em consequência das fortes chuvas, regiões ficaram totalmente inundadas, mas a corajosa tartaruga não desanimou.

Guardando muito bem a carta para que não molhasse, prosseguiu nadando.
E assim, vencendo dificuldades enormes, perigos inesperados e obstáculos difíceis, a tartaruga chegou ao seu destino. Ali ficou sabendo, muito surpresa, que era a primeira a chegar!

Sentiu-se orgulhosa e satisfeita, pois foi cumprimentada por todos, como se fosse uma heroína. 

E voltou para casa com os amigos que iriam protegê-los e evitar a destruição da floresta. 

Carregada nos braços, ela chegou coberta de glória, para espanto dos animais, que nunca poderiam imaginar que a pequena tartaruga cumpriria missão tão importante.

Os animais então perceberam que todas as criaturas merecem respeito e consideração, e que todos têm condições de vencer. Que, muitas vezes, não são as criaturas que parecem ter as melhores condições que vencem, mas aquelas que se utilizam melhor das possibilidades que possuem.

Perguntaram então à tartaruga, a que ela atribuía sua vitória.
– Creio que sem PACIÊNCIA, PERSISTÊNCIA, CORAGEM e muita FÉ, eu não poderia ter vencido – respondeu ela.

E concluiu com tranquilidade:
– SÓ ASSIM VENCEREMOS! 


Fonte: O Consolador - Revista Semanal de Divulgação Espírita - Célia Xavier Camargo 

ENEFE 2018 - Reflexão: “O que nos liga a Jesus?”

Pedimos aos evangelizandos que desenhassem ou escrevessem em corações feitos em ¼ de papel ofício com a borda vermelha, quais são as nossas ações/atitudes que nos ligam a Jesus. Colamos esses desenhos/textos, ligando-os com uma lã amarela, à imagem de Jesus que estava colada no centro de uma cartolina.


ENEFE 2018 - História "Uma descoberta especial!"


Para contar essa história, usamos como cenário uma casa e um centro espírita desenhados em folha de papel pardo. 



Uma evangelizadora foi o narrador e outras três as personagens da história.

Narrador - Era um lindo sábado de sol, estava frio, mas o sol brilhava no céu azul, aquecendo aos poucos a terra, iluminando os jardins, deixando os passarinhos e animaizinhos alegres e felizes.
Júlia já tinha sete anos e era uma menina especial, muito amorosa e delicada, jamais deixava de ajudar um amigo sequer, tinha no coração o amor e a bondade que sua mãe lhe ensinou desde pequena. Naquele dia, acordou alegre e entusiasmada, pois era dia de ir ao Grupo Espírita participar da evangelização infantil. Ela não via a hora de reencontrar os amigos e sabia que iria aprender coisas novas, cantar e se divertir muito.
Mas naquele sábado ela estava um pouco preocupada com sua amiga Larissa, pois a amiga andava meio triste, quando brincavam a amiga sempre brigava e ficava emburrada, sempre que alguém pedia algo para ela, respondia com agressividade.
Júlia gostava muito de sua amiga e queria ajudá-la, mas não sabia como, foi então que durante o café da manhã, sua mãe lhe sugeriu:

Mãe – Julia, minha filha querida, hoje é dia de evangelização, você viu como o dia está lindo, até parece que Jesus o enfeitou para esperar as crianças, você não acha?

Julia – Acho que sim, mamãe. Jesus sempre está a cuidar de nós, mas estou muito preocupada com a Larissa, ela anda muito triste, só briga sem motivos quando brincamos, parece até que anda sendo mal criada, eu queria ajudar, mas não sei como, a senhora tem alguma ideia?

Mãe – Claro meu bem, vamos convidar a Larissa para ir na evangelização com você hoje, acho que ela vai adorar.

Narrador - Julia ficou pensando no que sua mãe havia lhe dito, mas não sabia se Larissa ia querer... Mas no seu coraçãozinho ela sentia que isso poderia ajudar a amiga. Esperou um pouco mais e foi até a casa de sua amiga fazer o convite.
Quando chegou na casa de Larissa, viu que a amiga estava triste e sozinha, e logo foi dando jeito de alegrar a amiga, dizendo:

Julia – Larissa, hoje eu vim especialmente te fazer um convite muito importante.

Larissa – Qual é Júlia? - disse Larissa emburrada.

Julia – Eu vim te convidar para ir comigo em um lugar muito especial, onde aprendemos coisas muito importantes para nossa vida, coisas que Jesus nos ensinou. Neste lugar vamos aprender a amar e respeitar a todos, vamos fazer novos amigos, vamos cantar e nos divertir. Você topa?

Larissa – Hãhh? Esse lugar não existe.

Julia – Claro que existe, e fica bem pertinho de nós, é lá no Centro Espírita Miguel (usar o nome do Centro Espírita onde está sendo contada a história ou algum que os evangelizandos conheçam). Lá tem muitas pessoas especiais, que nos amam e que nos mostram coisas muito importantes. Vamos?

Narrador – A amiga pensou um pouco, mas no fim aceitou. Julia ficou muito feliz e combinou com ela que iria passar na casa dela às 14 horas, para irem juntas até o Centro Espírita.
Quando as duas chegaram ao Centro, a evangelizadora do Jardim já estava na porta esperando por elas, com um sorriso no rosto e com os braços abertos para recebê-las. E ela ficou ainda mais feliz por saber que Julia havia trazido uma amiga para conhecer a evangelização.
As meninas entraram cantaram, brincaram e fizeram a prece, foi então que os evangelizandos foram divididos e cada grupo foi com sua evangelizadora para sua turma.
Larissa estava muito feliz e encantada com tudo, a aula do Jardim foi muito especial naquele sábado, pois era sobre a IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO EM NOSSAS VIDAS, elas aprenderam que sem a evangelização, vamos ficar sem saber de muitas coisas importantes para a nossa evolução, também aprenderam que é através da evangelização que nos ligamos a Deus e a Jesus, e podemos nos tornar pessoas melhores.
Ao final da aula Larissa disse à evangelizadora que iria se matricular, e nunca mais ia deixar de ir na evangelização.
As duas amigas saíram sorridentes de volta às suas casas, e com o passar do tempo Larissa deixou de resmungar quando sua mãe pedia alguma coisa, não brigou mais com os amigos, passou a ser mais alegre e a auxiliar na modificação do mundo em que ela vive, através de pequenas atitudes que ela aprende nas aulas de evangelização.

FONTE: http://www.searadomestre.com.br/evangelizacao/estoria.htm

quarta-feira, 7 de março de 2018

O Nascimento de Moisés - Maternal

As turmas do Maternal e Jardim assistiram juntas o teatrinho sobre a história de Moisés.

De volta a sua salinha,  a Cíntia Machado relembrou o que assistiram com o auxílio de figuras.

Existia um Rei no Egito, o Faraó, que era muito malvado.
Um dia, o Faraó deu uma ordem aos seus soldados. Mandou que matassem todos os bebês meninos, filhos de hebreus que nascessem naquele ano, pois aquele povo estava crescendo muito e ele ficou com medo que eles se revoltassem contra ele.

A mãe de Moisés teve um plano para salvar seu bebê: Colocou o menino dentro de uma cestinha com muito cuidado, e soltou-a cesta numa das margens de um rio, para que a correnteza o levasse para um local seguro.


O rio onde haviam posto Moisés era o mesmo onde a filha do faraó ia sempre banhar-se. Quando ela viu a cestinha, ordenou aos soldados que a trouxessem.

Quando viu o bebê decidiu adotá-lo e criá-lo como seu próprio filho, pondo o nome dele de Moisés.

Miriam, irmã de Moisés, convenceu a Princesa que uma criada deveria amamentar o bebê por ela, e sugeriu para a tarefa a própria mãe de Moisés, sem que a princesa soubesse deste detalhe.
Desta maneira, a mãe de Moisés ajudou a criar seu próprio filho. 

A filha do Faraó foi uma verdadeira mãe, educou-o e protegeu como a um filho. E assim ele foi educado no palácio, como se fosse realmente um príncipe.

Assim, Deus salvou a vida de Moisés, pois tinha um grande plano para ele e seu povo.
Assim como Deus cuidou de Moisés, Ele cuida de cada um de nós. (falou o nome de cada evangelizando e disse “Deus cuida do/da- nome do evangelizando”).

Moisés aprendeu sobre Deus com sua mãe, estudou no palácio e se tornou um homem sábio.
Deus nos ama e cuida de nós.
Oração: 
Mostrou a figura de oração


E agradeceu a Deus com os evangelizandos porque Ele cuida de nós. Falando da importância da oração, da conversa com Deus.

Trabalho Manual:
Em pratinhos de isopor colocou papel azul simbolizando o rio, papel de bala verde simbolizando o mato ao redor do rio e um bonequinho na cestinha.







segunda-feira, 5 de março de 2018

Biografia de Moisés - Jardim

A aula desse sábado (03/03/18) foi da Margarete Amorim, outra companheira que veio do Maternal para o Jardim.

Ela começou com uma atividade para descobrirem o tema da aula.



Ela confeccionou essa pizza com perguntas nas fatias, quando tirava a fatia, aparecia um pedaço da imagem de Moisés, que estava colada no fundo do prato.

Depois apresentamos o teatro, esse momento a turminha do Maternal assistiu junto com a nossa turma.


Usamos um varal de pé coberto com TNT para o teatro

Os evangelizandos aguardando o início da apresentação

Ao final da apresentação, fizemos algumas perguntas para verificar o entendimento dos evangelizandos em relação ao que foi contado no teatro.

  1. O que a irmã do bebê veio falar para a mãe?
  2. Qual foi a ideia que a mãe teve?
  3. Quem encontrou o bebê?
  4. Por que a irmã acompanhou o cesto no rio?
  5. O que a irmã sugeriu para a princesa?
  6. A princesa aceitou a sugestão? O que aconteceu então?
  7. O que o professor ensinava a Moisés?
  8. Por que Moisés ficou zangado?
  9. Por que o faraó ficou irritado e expulsou Moisés do palácio?
  10. Moisés retornou ao palácio? O que ele foi fazer lá?
  11. O faraó atendeu ao pedido de Moisés?
  12. Qual foi a grande perda que o faraó sofreu?
  13. Moisés conseguiu libertar o povo hebreu?
Partimos então para confecção da maquete do rio Nilo com o cesto de Moisés.





E a modelagem do cesto de Moisés, usando massinha.

Ana Beatriz

Anna Beatriz Duarte

Anna Luiza

Gabriela

Joanna

Maria Eduarda

Maria Flor

Pedro Lucas, a segunda vez

Pedro Lucas, a primeira vez