segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Lei de Justiça, Amor e Caridade - Benevolência, Indulgência e Perdão

Essa aula é desse sábado (09/09/2017).

Logo que os evangelizandos começaram a chegar, antes de fazermos nossa prece inicial, eles conversaram entre eles comentando que íamos estudar a última lei de Deus, a Lei de Justiça, Amor e Caridade, foram até o cartaz fixado na parede da sala, e mostraram as mãos com as leis escritas, lembrando que a aula anterior havia sido Lei de Liberdade. Achei isso muito legal!




Então, depois da prece, ao iniciar a aula, pedi que me dissessem o que nós estávamos estudando: As Leis de Deus, foi a resposta, reforcei, "sim, estamos estudando as Leis de Deus, também chamadas de Leis Divinas, Leis Naturais e Leis Morais. 

Continuei "Hoje vamos estudar a última lei, quem sabe qual é?" Animados, responderam juntos "A Lei de Justiça, Amor e Caridade". Aproveitando o gancho expliquei que a Lei de Justiça, Amor e Caridade se resume em por o amor em ação, agindo como Jesus em todos os momentos da nossa vida:

Fui falando sobre cada um dos itens abaixo, questionando se eles sabiam o que cada um queria dizer, como podemos agir dessa forma e fiquei muito feliz com as respostas, em perceber o entendimento deles em relação a cada um, falaram de forma simples, usando sua forma infantil de falar, mas com o entendimento claro.

Com JUSTIÇA – respeitando os direitos dos outros, conhecendo bem as pessoas e os fatos antes de julgar, não fazendo com o outro o que não gostamos que façam conosco. Eles deram exemplos: não fazer fofoca, não dizer que foi o amigo que fez algo se não temos certeza.

Com AMOR – agindo como Jesus nos ensinou, vendo o outro como nos vemos, com o mesmo sentimento. Abraçando o amigo, não sendo egoísta.

Com CARIDADE – colocando amor em ação, fazendo o bem sempre, dando de nós e não somente coisas materiais. Ouvindo, emprestando o ombro, dando do nosso tempo para o bem do outro. Dividindo o lanche, dando um abraço quando o amigo estiver triste;

Com BENEVOLÊNCIA – usando a bondade e a boa vontade com todos que convivem conosco, em casa, na escola, na evangelização. Se oferecendo para ajuda o amigo sempre que ele precisar, e também em casa nas tarefas domésticas.

Com INDULGÊNCIA – sendo tolerantes diante das dificuldades e dos erros dos outros, aceitando o outro como ele é, pois ainda somos todos imperfeitos. Entendendo quando o amigo não quer falar, ou não ficando aborrecido quando ele grita com a gente.

Com PERDÃO – não ficando magoado quando alguém nos ofender, desculpando verdadeiramente os outros sempre. Quando o amigo pisa no nosso pé e não pede desculpas, a gente fala: Tá desculpado!

Gente, fiquei encantada!

Fazemos um link com a experiência com o arroz, basta clicar para ver a proposta da experiência. O resultado só na próxima semana.

Contamos então uma adaptação da história "A Margarida Friorenta" fazendo um teatrinho com os personagens.

Depois aplicamos a atividade "Que frio é esse?"

E finalizamos com "Meu Teatro de Dobraduras", cada um fez os quatro personagens da história em dobradura, fixamos em palitos, assim puderam levar para casa e contar a história para a família. Eles adoraram! Falaram que iam fazer em casa um jardim para servir de cenário.

Muito feliz com o resultado!


Meu Teatro de Dobradura

Levamos prontas as dobraduras dos quatro personagens da história e entregamos um jogo para cada evangelizando, para montarem seu próprio teatro e contarem a história em casa para a família. 

Os personagens foram confeccionados em papel colorido e os evangelizandos decoraram os personagens, desenhando os detalhes (olhos, boca, nariz, etc.) e colaram em palitos. Disponibilizamos lacinhos, um adesivo com uma carinha feliz para a borboleta, lápis de cor e palitos. 



Levamos um de cada já finalizado para servir de modelo para os evangelizandos.

Borboleta:





A Florzinha:





O Cachorro:





A menina:




Assim todos puderam levar os personagens e poderão recontar a história sempre que desejarem.











Que frio é esse?

Apresentamos um cartaz com figuras que representavam diversas situações para que os evangelizandos identificassem qual o casaco deveria ser usado para acabar com o frio: JUSTIÇA, AMOR, CARIDADE, BENEVOLÊNCIA, INDULGÊNCIA, PERDÃO. 



Como algumas situações aceitam mais de uma resposta, deixamos os casacos em branco, pois o objetivo da atividade era fazer os evangelizandos perceberem que devemos usar a Lei de Justiça, Amor e Caridade sempre, em todos os momentos da nossa vida para que possamos evoluir.

Disponibilizamos os casacos em branco, mas eles quiseram pintar. Essa turminha adora colori!






Depois de colorir um a um foi até o cartaz e escolheu uma figura/situação, pedimos que dissessem o que a figura representava e o que era preciso para acaba com aquele frio, escrevemos o que eles falaram no casaco e cada um colou o casaco na figura escolhida. A grande maioria escolheu o amor.

Também não consegui tirar a foto do cartaz com a atividade finalizada, semana que vem acrescento a foto nessa postagem.

Segue abaixo o arquivo com as figuras para o cartaz.







Conforme prometido, segue a foto da atividade concluída.


Teatro - Adaptação da história “A Margarida Friorenta”

A história original é de autoria de Fernanda Lopes de Almeida.

Antes de iniciar o teatrinho, separamos todos os personagens e colocamos sobre a mesa apenas o jardim. Como não consegui tirar fotos durante a aula, vou postar com fotos tiradas depois.


Fomos pegando os personagens quando chegou o seu momento.

Era uma vez uma florzinha que vivia em um lindo jardim. Seu nome era Margarida. 



Representação do dia, que foi fixada no fundo do jardim, por traz das flores


Quando ficou de noite, Margarida começou a tremer.

Nesse momento, giramos o palito para a representação da noite 


Foi quando passou a borboleta Azul. A borboleta parou de voar.

  


- Por que você está tremendo?
- Frio!
- Oh! É horrível ficar com frio! E logo numa noite tão escura!
A Margarida deu uma espiada na noite. E se encolheu nas suas folhas.
A borboleta Azul teve uma ideia:- Espere um pouco!
E voou para o quarto da Ana Maria.

Ana Maria


- Psiu! Acorde!
- Ah! É você, borboleta Azul? Como vai?
- Eu vou bem, mas a Margarida vai mal.
- O que é que ela tem?
- Frio, coitada!
- Então já sei, o remédio é trazer a Margarida pro meu quarto!
- Vou trazer já!
A borboleta Azul pediu ao cachorro Moleque: - Você leva esse vaso pro quarto da Ana Maria?





Moleque era muito inteligente. E levou o vaso muito bem.
A Margarida ficou no quarto da Ana Maria, que se deitou. Mas ouviu um barulhinho. Era o vaso balançando. A Margarida estava tremendo.
- Que é isso?
- Frio!
-Ainda? Então já sei! Vou arranjar um casaquinho pra você.
Ana Maria pegou um dos casaquinhos de sua boneca e vestiu o casaquinho na Margarida.

Margarida de casaco


- Agora você está bem. Durma e sonhe com os anjos.
Mas quem sonhou com os anjos foi Ana Maria. A Margarida continuou a tremer. Ana Maria acordou com o barulhinho.
- Outra vez? Então já sei. Vou arranjar um cachecol pra você!

Margarida de casaco e cachecol

E Ana Maria arranjou um cachecol para a Margarida. Mas quando ia adormecendo ouviu outro barulhinho. Era a Margarida tremendo.
Então Ana Maria descobriu tudo.
Foi lá e deu um abraço na Margarida. (aqui a boneca abraçou a flor)
A Margarida parou de tremer.
E dormiram muito bem a noite toda.
No dia seguinte Ana Maria disse para a borboleta Azul:
- Sabe, borboleta Azul? O frio da Margarida não era frio de casaco não!

Perguntamos aos evangelizandos: Se não era frio de casaco, que frio era o que a Margarida sentia? Ouvimos as respostas: frio de abraço, frio de amor, frio de carinho, completamos que era isso mesmo, que as vezes nós sentimos solidão, falta de carinho, falta de atenção, falta de amor, tristeza, medo. nesses momentos, quando alguém nos abraça, nos sentimos bem melhor.

Dialogamos questionando: Tudo na vida é resolvido com coisas materiais (casaco, roupas, comida)?, Podemos sentir falta de coisas que não são materiais? Quais coisas podemos sentir falta?


Concluimos que algumas vezes, as pessoas sentem um frio na alma porque elas precisam de atenção, de carinho, de companhia. Muitas vezes temos perto de nós pessoas com o mesmo frio que a Margarida sentia. Pessoas que sofreram algum tipo de injustiça. Pessoas que necessitam de carinho, de amor. Pessoas que necessitam de atenção, que querem apenas serem ouvidas. Precisamos estar atentos, pois a Lei de Justiça, Amor e Caridade é praticada quando percebemos esse frio e aquecemos o nosso próximo.

Experiência com o Arroz - parte I

Explicamos aos evangelizandos que íamos fazer uma experiência. 

Levamos dois copos de requeijão higienizados. Em um dos copos colamos etiquetas com as palavras negativas: injustiça, mágoa, tristeza, intolerância, etc. No outro copo, colamos etiqueta com palavras positivas: justiça, amor, caridade, perdão, Jessu, etc.




Colocamos em cada copo a mesma quantidade de arroz cozido, fresco, preparado no mesmo dia, pela manhã, cozido apenas com água. 

Eu não consegui tirar fotos dos copos com o arroz e nem do desenvolvimento da atividade.

O copo com palavras negativas, foi colocado em cima do armário da nossa sala, explicamos que ele ficaria "esquecido", pois íamos ignorá-lo. O copo com palavras positivas circulou entre os evangelizandos para que dissessem palavras positivas e demonstrassem amor por ele. Inicialmente ficaram com vergonha, eu pedi a Ângela Figueiredo, que estava me dando apoio, para participar também, nós duas pegamos o copo e abraçamos, beijamos, falamos "eu te amo!", "Você é especial!", isso serviu para motivá-los. O copo também foi colocado em cima do armário da sala. Os copos ficarão lá até o próximo sábado (16/09) para vermos o resultado.

O resultado esperado é que o arroz esquecido estrague e o que recebeu palavras de amor fique intacto. Na experiência original deveriam falar palavras agressivas para o arroz, mas a nossa dirigente Miriam Baptista fez a experiência dessa forma e deu certo.

Semana que vem posto o resultado da experiência (Experiência com o Arroz - parte II), pois será o início da próxima aula.



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Lei de Liberdade - Responsabilidade

A aula desse sábado (02/09/17), foi da Cíntia Machado, que iniciou explicando que podemos escolher quase tudo em nossas vidas: escolher nossas ações, escolher nossos amigos, escolher a escola que iremos estudar, escolher o esporte que queremos praticar, escolher nossa roupa. Todos temos esse direito a escolha, só que cada escolha feita por nós terá uma reação, um efeito, tanto pode ser boa como ruim. E que esse seria o tema da aula.

Cada evangelizando recebeu um PAPEL dizendo o que tinha que fazer com o evangelizando que estava sentado do seu lado direito, depois escreveu o seu nome atrás. Ela reforçou que toda ação deveria ser feita com carinho, sem machucar o amiguinho, pois era apenas uma brincadeira. 




Depois ela colocou os papéis em uma caixa e esperou até término da aula.

Logo em seguida disponibilizou uma bola e um evangelizando pro vez jogou a bola contra a parede. 





Perguntou sobre o que aconteceu: observaram que quem jogou a bola forte, a bola voltou forte, quem jogou a bola fraco, ela voltou bem fraco, quem jogou a bola torto, a bola volta mais torto ainda, quem jogou a bola reto, a bola volta na mesma direção.

Ela explicou: “Ao jogar uma bola contra a parede, ela imediatamente voltará em minha direção. Da mesma forma, para cada ação que eu desempenho, haverá uma reação. Ao dar felicidade, recebo felicidade. Ao dar tristeza, recebo tristeza. Esta é a Lei da Ação e Reação. Quando sou consciente dela, me torno responsável pelo que digo e faço. Quando entendo essa lei espiritual, me torno criador do meu destino. Eu escolho o destino que eu quero para mim. E inspiro outros a também escolherem seus destinos através do meu exemplo e das minhas ações.” (informação tirada de Brahma Kumaris, Correspondence Course in Raj-Yoga, New Delhi)

Seu eu jogar para cima pétalas de rosas, o que irá acontecer? Cairão pétalas de rosas. E se eu jogar pedras? Cairão pedras na minha cabeça.

Cada atitude tem uma consequência, pediu aos evangelizandos que dissessem a consequência de cada uma das ações abiaxo:

  • Comer demais (passar mal, dor de barriga);
  • Estudar bastante para uma prova (irá bem na prova);
  • Não tomar banho (terá cheiro desagradável, poderá adquirir alguma doença);
  • Tomar muito sol (ficará queimado e ardendo);
  • Dormir tarde e acordar cedo (passará o dia sonolento);
  • Jogar videogame demais (mil e umas consequências);

Questionou: Deus é bondoso e justo? Por quê? Deus governa o Universo com base na Lei de Causa e Efeito. Tudo o que acontece tem uma causa e uma consequência. Cada pessoa é responsável por suas atitudes e colhe as consequências do que fizer. Tudo o que fizermos de bom ou ruim volta para nós.

As leis dos seres humanos, às vezes, não são cumpridas. Mas as leis de Deus sempre são cumpridas. Elas não mudam e são perfeitas.
Ex: Roubo. O ladrão pode não ser preso ou condenado, mas ele não foge da justiça Divina. Por isso dizemos que Deus vê tudo. Não é necessária a vingança.

As consequências dos atos podem ser positivas, se os atos forem positivos. Ou podem ser negativas, se os atos forem negativos. Os atos podem ser desta vida ou de uma vida anterior.

Por isso a dor e o sofrimento não são castigos de Deus são apenas consequências de atos desta vida ou de uma reencarnação passada.

Ler a História – As Duas Árvores

Retornar à atividade inicial - cada criança tira um cartão da caixa, lê o nome do colega e faz com ele o que ele havia feito para o outro. Essa atividade visa que as crianças concluam que tudo o que fazemos aos outros, volta para nós mesmos.

Depois, cada evangelizando recebeu uma árvore e escolheu o que plantar e representará o fruto que colherá. Vejam a atividade no link "Colhendo o que Plantou".

Atividade: Colhendo o que Plantou

Cada evangelizando recebeu a figura de uma árvore.



Escolheu o que plantar e representou o fruto que colherá.



Puderam decorar o solo com materiais diversos, representando as sementes e depois irá decoraram a copa, simbolizando os frutos. 

Pedimos para que dissessem quais as atitudes de causa (solo) e quais as consequências (fruto).