quarta-feira, 13 de julho de 2016

Falando de Perdão

Jesus nos ensinou tantas coisas, Ele nos ensinou a perdoar para sermos perdoados, conforme diz na oração do Pai Nosso: “perdoe as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido.”

Vou contar pra vocês outra lição que Jesus deixou pra nós. Um dia, Simão Pedro se aproximou de Jesus e lhe perguntou: “Senhor, quantas vezes perdoarei ao meu irmão quando pecar contra mim? Será até sete vezes?”  Jesus lhe respondeu: “Não vos digo que apenas sete vezes e sim setenta vezes sete vezes.”

Devemos perdoar todas as pessoas e quantas vezes forem necessárias. Devemos nos perdoar também, pois todos nós erramos. Quando não perdoamos fica um peso em nosso coração, causando tristezas, nos impedindo de fazer muitas coisas boas.

Devemos perdoar sempre, que foi o que Jesus quis dizer quando falou que devemos “Perdoar setenta vezes sete vezes”.  Porque perdoar faz bem para quem perdoa.


Não perdoar  é como guardar lixo no coração. Devemos fazer aos outros os que desejamos para nós, e quando nos colocamos no lugar do ofensor, fica mais fácil perdoar, pois pensamos que ele pode estar passando por um momento difícil, pode estar com problemas. Quem agride, ofende, machuca, ainda não aprendeu sobre o amor. Quem perdoa se sente melhor, mais leve, mais tranqüilo, dorme melhor, pois está com o coração cheio de coisas boas, de bondade, de amor. 

Apresentar um cartaz com um coração no centro do cartaz, dentro do coração prender com fita crepe figuras representando o lixo que guardamos no coração quando não perdoamos. Disponibilizar figuras representando o perdão, pedindo que retirem o "lixo" e colem o perdão. 






O Que você faria?

Explicar que vamos ouvir pequenas histórias e que antes de saber qual o final, cada um terá que dizer o que faria naquela situação.

Mariana estava brincando com sua melhor amiga, mas acabaram se desentendendo porque Mariana queria brincar de boneca e Carol queria brincar de panelinha. Mariana ficou tão aborrecida, que deu um chute no fogãozinho de Carol, que bateu na parede e quebrou. Carol correu para casa chorando muito.
No dia seguinte, Mariana foi até a casa de Carol para pedir desculpas. 
Se você fosse a Carol, o que você faria?
Carol não queria falar com Mariana, mas sua mãe conversou com ela e pediu para ela se colocar no lugar da amiga. “Você gostaria que a Mariana não perdoasse o seu erro?” Carol pensou bem e resolveu perdoar a amiga. Mariana prometeu que iria se esforçar para não ficar tão aborrecida e agressiva novamente.

Paulo estava jogando bola com Leonardo quando chutou sem querer a bola no rosto do amigo. Ele pediu desculpas, explicando que não tinha a intensão de machucar Leonardo, que estava muito aborrecido. 
Se você fosse o Leonardo, o que você faria?
Leonardo logo pensou que na primeira oportunidade, devolveria a bolada com bastante força, mas desistiu, pois se lembrou de que ele e o Paulo eram amigos desde bebês. E Paulo sempre dizia que a amizade deles era muito mais importante do que qualquer coisa. Quando o jogo terminou, ele deu um abraço no Paulo e combinou de se encontrarem depois do almoço na padaria para tomarem um picolé juntos.

Luciana adorava colocar defeito em tudo e em todos. Um dia Aninha esqueceu o lápis em casa, Luciana não emprestou um lápis para ela, e ainda disse: “É muita falta de organização sua, como pode vir para escola e não trazer o lápis?” O apontador de Lucas quebrou, mas Luciana não emprestou o dela, dizendo “Que falta de cuidado com o seu material, se você quebrou o seu apontador, imagine o que fará com o meu.” Lúcia derramou o suco na roupa, ela logo disse: “Que desastrada você é, não consegue tomar um suco sem se sujar.” Se um coleguinha esbarrasse nela quando estava desenhando, e ela borrasse o desenho, parava de falar com  colega na mesma hora, e não havia desculpas que fizessem ela mudar de ideia. Um dia, antes de ir para escola, Luciana tirou seu estojo da mochila para fazer o dever de casa, que era uma pesquisa em revistas. Quando foi guardar suas coisas, não viu que o estojo havia ficado debaixo de uma revista e só quando chegou na escola notou que o estojo não estava na mochila. Muito sem graça, ela perguntou para a Aninha se ela poderia lhe emprestar um lápis.
Se você fosse a Aninha, o que você faria?  
Aninha emprestou o lápis e ainda ofereceu a borracha, o apontador e o lápis de cor, caso Luciana precisasse, pois lembrou como é ruim ficar sem material para copiar a matéria da aula. Assim, Luciana aprendeu que todos nós podemos errar, pois nenhum de nós é perfeito.

Quando um amiguinho nos bate, ou quebra um brinquedo nosso, ou pisa no nosso pé, como a gente se sente?  Fica com raiva, chora, fica de mal com ele, nunca mais quer fazer as pazes...  Mas depois, a gente esquece, a gente brinca de novo. Sabem por quê? Se a gente não esquecer e perdoar os outros, acabamos ficando sozinhos... Além do mais, a gente também costuma fazer umas coisas erradas... E os outros nos perdoam? Mas será que nós sabemos realmente o que é perdoar? Ouvi-los. Perdoar é esquecer a ofensa. É não ficar lembrando, não ficar contando o que aconteceu para todas as pessoas que encontramos. É não desejar o mal da para pessoa que nos magoou. Isso é perdoar com o coração.

Falando de Amor

Existe um sentimento muito forte, que nos liga a outras pessoas e que nos liga a DEUS, esse sentimento é o AMOR.

Como é que podemos perceber o amor de DEUS por nós?

Como é que nós podemos mostrar a DEUS nosso amor por Ele?

Todo mundo precisa de amor: os animais, as plantas, as pessoas que convivem conosco diariamente – família, amigos, colegas de escola, professores, vizinhos.

Jesus também nos ama muito, tanto que esteve aqui na Terra para nos ensinar um monte de coisas, fazendo com que seus ensinamentos jamais se apagassem das nossas memórias. 

Podemos expressar nosso amor através das artes, da música, da pintura, da poesia. Do abraço, do silêncio quando o outro faz uma coisa não muito boa, não o criticando só para humilhar por ele estar errado. Expressamos nosso amor através da presença, do respeito, da atenção quando o outro fala com a gente. Quem ama também chama nossa atenção, briga com a gente, porque quer que a gente melhore e cresça. Quem ama nunca quer destruir; só quer melhorar. 

O amor não pode ser dividido como um pacote de biscoitos, o amor se multiplica. Se eu amo um amigo e conheço outro amigo, eu não divido meu amor por dois; meus pais me amam e vem outro irmão ou uma criança fica mais pertinho deles, o amor não vai ser dividido entre nós. 

O amor mais cresce com a doação. Quanto mais você dá, mais você tem e mais você recebe. Quanto mais a gente evolui, mais é capaz de amar. Quanto mais amamos, mais temos vontade de amar, incluindo outras pessoas no nosso sentimento. Também podemos e devemos amar a nossa cidade, aos animais, plantas, ao nosso país e, até, nossa escola, pois todas essas coisas merecem nosso respeito e nossa atenção.

Somente quando o amor for o sentimento mais forte dentro de cada um de nós, é que poderemos viver em um mundo mais feliz, pois estaremos praticando o amor que Jesus nos ensinou, enxergando cada pessoa do planeta como um irmão e tratando a todos como se fosse uma parte da gente.


Como atividade, circular uma caixa com figuras para que retirem uma figura e identifiquem as representam atitudes de amor capazes de transformar o mundo em um lugar mais feliz. 

Se optar por figuras em preto e branco, poderá pedir aos evangelizandos para colorirem as figuras que representam atitudes de amor. 

Depois montar um painel “O Amor que transforma o mundo” com as figuras.





Como é o rosto de quem ama?

Distribuir rostos sem boca para que completem, mostrando como é o rosto da pessoa que ama. Podemos usar também para o tema perdão, representando o rosto de quem perdoa.

Outra ideia é entregar um coração para cada evangelizando, pedir para pintarem com cores que representem o coração que ama/perdoa.

Gosto muito de montar painel, então sugiro cortar os rostos e montar um painel com o rosto e coração colado logo abaixo, concluindo que o rosto reflete o nosso coração sente.






Ideia para trabalhar o tema "Imortalidade da Alma "

Em abril fizemos uma postagem com o título Imortalidade da Alma. Usei como base uma atividade elaborada pela companheira Deise Nunes. Na época ela não encontrou as fotos e não havia ficado com nenhum modelo. Dia desses ela encontrou fotos e me mandou. 

Segue agora a atividade original.

Ela utilizou uma lagarta presa em um rolinho.


Usou um rolo de papel higiênico aberto para representar o casulo.


Enrolou a lagarta com o rolo aberto, formando o casulo. A borboleta fica escondida dentro do rolinho preso na lagarta.


Muito fácil, não acham?

terça-feira, 12 de julho de 2016

Atividade: Vamos construir nossas asas?

Demos um par de asas para cada evangelizando, disponibilizamos penas e papeis de bala para que decorassem suas asas. Pendemos um pedaço de lastex no meio das asas e cada evangelizando vestiu suas as asas.






Atividade: Escola Tradicional e Escola de Evangelização

Apresentamos um cartaz dividido em duas partes: de um lado a foto de uma Escola Tradicional, e do outro, a Escola de Evangelização.

Pedimos a cada evangelizando para tirar um papelzinho com uma afirmativa, e identificar se a afirmativa se referia ao que aprendemos na escola tradicional ou na escola de evangelização. Após identificar, o evangelizando colou a tira no cartaz, no lado correspondente.

Exemplos de afirmativas:
Ler e escrever
Compartilhar os brinquedos
Tornar-me professor.
2+3=5
Doar roupas e brinquedos.
Orar.
Ser obediente.

Amar o próximo.