Agora vamos pensar em uma outra utilidade para ela, ou no ENEFE, ou na evangelização.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Caixa de Correios do ENEFE 2016
Segue a caixa que fizemos para o Correio Fraterno do ENEFE desse ano. Infelizmente não funcionou conforme o esperado, pois a quantidade de correspondência para os Pequenos Companheiros foi muito grande, nossa maior dificuldade foi no momento de distribuí-las, separar tudo e entregar. Valeu como experiência...
Agora vamos pensar em uma outra utilidade para ela, ou no ENEFE, ou na evangelização.
Agora vamos pensar em uma outra utilidade para ela, ou no ENEFE, ou na evangelização.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Jarra e bacia da passagem do lava pés
Para a encenação da passagem do lava pés, confeccionamos uma jarra e uma bacia.
A jarra foi feita com uma garrafa de sabão líquido, um pedaço de papelão e foi revestida com jornal e cola preparada (1 parte de cola e 2 partes de água), depois pintada com guache e finalizada com uma camada de cola branca passada com pincel para dar brilho.
A bacia foi feita com camadas de jornal e cola preparada, aplicadas sobre um dos lados de uma bacia plastica previamente revestida com plastico filme. A cada camada é necessário secar para aplicar outra camada, quando estiver firme o suficiente, basta soltar do plastico filme e pintar com guache, finalizando com uma camada de cola, como fizemos com a jarra. E aí está o resultado, parece barro, mas é mais leve e pode ser usado pelos evangelizandos sem o risco de quebrar.
A jarra foi feita com uma garrafa de sabão líquido, um pedaço de papelão e foi revestida com jornal e cola preparada (1 parte de cola e 2 partes de água), depois pintada com guache e finalizada com uma camada de cola branca passada com pincel para dar brilho.
A bacia foi feita com camadas de jornal e cola preparada, aplicadas sobre um dos lados de uma bacia plastica previamente revestida com plastico filme. A cada camada é necessário secar para aplicar outra camada, quando estiver firme o suficiente, basta soltar do plastico filme e pintar com guache, finalizando com uma camada de cola, como fizemos com a jarra. E aí está o resultado, parece barro, mas é mais leve e pode ser usado pelos evangelizandos sem o risco de quebrar.
A caixa do egoísmo
Antes de contar a história "Aprendendo a repartir" aplicar a seguinte atividade:
Entregar 2 BIS para cada evangelizando e fazer a
seguinte proposta:
Cada um de vocês recebeu dois BIS, vocês têm duas
opções para escolher:
Opção 1) Comer
agora, mas aí terão que dar um para um evangelizador, nessa opção vocês comerão
um BIS e o evangelizador escolhido comerá o outro;
Opção 2) Poderão
escolher comer mais tarde e assim irão comer os dois BIS sozinhos.
![]() |
| Essa é a caixa apresentada aos evangelizandos |
O evangelizando que escolher a
opção 1 poderá comer um BIS naquele momento e dar o outro para um dos
evangelizadores.
O evangelizando que escolher a opção 2, deverá colocar os dois BIS na Caixa.
A caixa deverá ser usada na contação da história, aparecendo no momento em que o menino pega sua caixa com guloseimas que estava escondida, dessa forma, os evangelizandos poderão associar o menino da história (real dono da caixa) com
eles próprios.
OBS: Se nenhum
evangelizando quiser guardar os dois BIS um ou dois evangelizadores entrarão na
atividade e guardando os dois BIS na caixa.
Quando a caixa for aberta, todos terão uma surpresa...
A caixa foi confeccionada pela companheira Camila Borges, e fez muito sucesso com os evangelizandos do 1º Ciclo da Infância.
História: Aprendendo a repartir (Adaptada)
Não repartia nada com ninguém.
Quando ganhava dos avós ou dos tios algum doce, chocolate ou balas, escondia
tudo no seu armário. E tão bem fazia que ninguém conhecia seu esconderijo, nem
sua mãe. Era seu tesouro. Sabem para quê?
Para poder comer tudo depois, na
hora em que estivesse sozinho.
A mãe reprovava seu
comportamento dizendo:
- Bruno, meu filho, temos que
aprender a repartir o que temos com os outros. Não podemos ser egoístas e
desejar tudo para nós. À medida que a gente dá, também recebe.
Mas o garoto respondia
mal-educado:
- Eu, hein! Se fui eu que
ganhei, tudo é meu! Não abro mão.
Seus irmãozinhos menores, Brenda
e Bianca comiam os doces que tinham ganhado e Bruno ficava só olhando, pensando
no prazer que teria depois ao apreciar tudo sozinho no seu quarto. Porém, Bruno
ia brincar e se distraía, esquecendo que havia guardado os presentes. E o tempo
ia passando.
Um belo dia, as irmãs de Bruno
entraram em casa trazendo balas e pirulitos cada uma. Vinham contentes, exibindo
os doces que tinham ganhado na escola.
Bruno, que estava dentro de
casa, nada ganhou, e fez bico:
- Eu quero também! Eu quero! Dá
um pouco pra mim?
Mas Brenda retrucou, decidido,
com a aprovação de Bianca, a menorzinha:
- Não dou não. Você nunca
reparte nada com ninguém!
Bruno, irritado e com cara de
choro, respondeu:
- Egoístas! Não faz mal. Tenho
muita coisa guardada. Não preciso de nada! Vocês vão ver!
E correu para o quarto, seguido
de perto pelas irmãs, curiosas de ver onde ficava o esconderijo que Bruno
escondia tão cuidadosamente e que elas nunca tinham conseguido descobrir. Bruno
abriu a porta do guarda-roupa, retirou uma gaveta e, no fundo, num espaço vago,
bem escondidinho, lá estava tudo o que ele tinha ganhado e que conservara.
Com ar de triunfo, enfiou a mão
e foi retirando chocolates, doces, bolos, balas, diante dos olhos arregalados
dos pequenos. Mas, ó surpresa! Com espanto, Bruno notou que os seus doces
estavam com aspecto muito feio: os chocolates estavam velhos, os doces tinham
se estragado, os bolos estavam azedos, as balas meladas.
Terrivelmente decepcionado,
Bruno percebeu naquele instante que, em virtude do seu egoísmo, não repartira
nada para ninguém. E, pior que isso, constatou que ele mesmo não aproveitara as
coisas tão gostosas que lhe tinham dado com tanto carinho. Agora, infelizmente,
está tudo estragado e teria que ser jogado no lixo. Sentou-se na cama e,
cobrindo a cabeça com as mãos, começou a chorar.
Suas irmãs, que apesar de
pequenas, tinham bom coração, aproximaram-se dele e Brenda disse:
- Não fique triste, Bruno.
E, sob seu olhar surpreso,
repartiram fraternalmente com ele tudo o que tinham ganhado naquele dia.
- Eu não mereço a generosidade
de vocês. Aprendi nesse momento importante lição. Entendo agora o que mamãe
quer dizer quando afirma que à medida que a gente dá, recebe. Eu nunca dei nada
e nada mereço, mas vocês provaram que têm um bom coração.
A partir de hoje, vou procurar
ser menos egoísta. Prometo!
(Célia
Xavier de Camargo - Revista Consolador - Ano 3 - N° 136 - 6 de Dezembro de
2009)
Leia mais: http://www.passatempoespirita.com.br/products/aprendendo-a-repartir/
Contando a história "O Jacarezinho egoísta" com figuras
Para contar a história "O Jacarezinho egoísta", minha amiga Deise Nunes usou figuras como recurso.
![]() |
| O lago |
![]() |
| A família de patos |
![]() |
| E o jacaré, cada um fez o seu. |
O Jacarezinho egoísta
Era uma vez... Uma lagoa muito bonita, cheia de água
bem limpinha. Ali morava um jacarezinho
valente e muito orgulhoso. Vivia muito feliz, nadava naquelas águas claras
passando horas refrescando-se. Só que ele era muito egoísta. Quando estava na
lagoa, ninguém mais podia ir lá, pois o valentão tomava conta de tudo. Um dia
haveria uma linda festa para comemorar o aniversário dos pintinhos amarelos,
mas aconteceu uma coisa muito chata: acabou a
água lá na casa de dona Pata! Dona Pata estava triste, pois seus três
filhinhos três não podiam tomar banho para ir à festa. O que fazer? A Mamãe Pata pensou, pensou e teve uma ideia
maravilhosa! Mandou os patinhos à lagoa para se banharem!
Lá foram eles, com seus passos miudinhos, cantando contentes.
Mas, oh! Que tristeza... Lá na lagoa estava o Jacarezinho, todo valente, que
logo gritou:
- Que vieram fazer aqui?
- Viemos tomar banho, responderam delicadamente os
patinhos.
- E nesta bonita lagoa é que vocês querem tomar banho?
Aqui não é lugar para banhos, seus atrevidos! - Disse irritado o Jacarezinho. -
Continuem sujos. Para que querem ficar limpos?
- Mas nós vamos à festa dos Pintinhos, e sujos não
podemos dançar e nem brincar, insistiram os Patinhos.
- Não e não, esta lagoa é minha e ninguém pode entrar
aqui.
Os Patinhos assustados correram logo para casa. Dona
Pata, diante disso, ficou indignada. Enchendo-se de coragem foi até a lagoa,
ver se com boas maneiras conseguiria convencer o Jacarezinho a deixar os seus
filhinhos tomarem banho na lagoa.
- Por favor, senhor Jacaré, meus filhos precisam tomar
banho.
- Eles que tomem banho em casa. Ora essa. Por acaso
aqui é banheiro? Retrucou ele com maus modos.
- Meu amigo, escute, por favor: Lá em casa não há água.
E os Patinhos precisam ficar bem limpos hoje.
-Por quê? Para que eles precisam ficar limpos? - Rosnou
o valentão.
Dona Pata já estava perdendo a paciência, mas continuou
bem educada e disse:
- Os Patinhos trarão doces para o senhor. Qual é o doce
que prefere? - Continuou dona Pata ainda com paciência.
- Eu não gosto de doce nenhum! Eu não quero nada. Só
quero sossego. Não preciso de doces de ninguém, está ouvindo? Já disse e
repito, esta lagoa é só minha e quero que todo mundo saiba disso, ouviu, Dona
Pata?
Dona Pata foi
embora muito triste...
Este se acomodou
na lagoa e lá ficou para tirar uma soneca. O sol estava muito, muito quente.
O calor dava moleza, mas a água estava tão gostosa...
Acontece, porém, que lá no alto, lá no céu, mais alto
do que voam os passarinhos e passam os aviões barulhentos, está o irmão sol.
Ele viu e ouviu tudo o que aconteceu e ficou muito triste com o jacarezinho.
Onde já se viu? A lagoa é de todo mundo. O jacarezinho precisava saber disso.
Não é bonito ser assim egoísta. Ele devia ser bom e gostar de todo mundo. Então
o Irmão Sol resolveu ensinar uma lição ao Jacarezinho. Aqueceu tanto a água da
lagoa que ela se foi evaporando, evaporando... até que a lagoa ficou sem uma
gota de água, seca, seca...
Quando o jacarezinho acordou da soneca, estava todo
cheio de barro.
Será que estou sonhando? Pensou... Ah, não, a lagoa
mesmo. Que infelicidade, meu Deus! Também fui muito egoísta. Perdão, perdão,
Papai do Céu, dizia tão aflito que fazia dó. Ele chorou tanto e ficou tão
arrependido que o Papai do Céu ficou com pena dele.
- Agora eu sei o quanto é ruim a gente ficar sujo e não
ter água para o banho. Perdão, perdão Papai do Céu.
Papai do Céu viu que o arrependimento do Jacarezinho
era sincero e ficou muito contente.
Contente também ficou o Irmão Sol, porque o Jacarezinho aprendeu a lição. Logo
depois começou a chover muito forte, por bastante tempo! Choveu tanto que a
lagoa ficou novamente cheia de água limpinha e gostosa. O jacarezinho ficou
todo feliz e foi correndo buscar os Patinhos para nadarem. E ainda deu tempo
para tomarem bons banhos. E os três Patinhos, muito bonzinhos, trouxeram uma
porção de doces gostosos para o Jacarezinho,
que não era mais egoísta.
E nunca mais a lagoa secou, e o Jacarezinho continuou
sempre bom, e descobriu que compartilhando tudo passou a ser muito rico, pois a
maior riqueza é a alegria de viver cercado de amor!
A porta estreita e a porta larga
Nossa companheira Deise Nunes, do segundo ciclo, aplicou a seguinte atividade: no cartaz "Largura relativa das 'portas' num mundo de provas e expiações", ela colou as duas portas desenhadas em papel kraft. Em um saquinho foram colocados papéis com sentimentos e situações do dia a dia. Os evangelizandos pegavam um papel dentro do saquinho e identificavam quais conduziam à porta larga e quais conduziam à porta estreita, colando abaixo da porta correspondente.
Vejam como ficou depois de finalizada a atividade.
Vejam como ficou depois de finalizada a atividade.
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