quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O Caracol - Música



Contar a letra da música como se fosse uma história, utilizando os animais para a contação da história.

O caracol viu a joaninha
A joaninha voando
O caracol falou: eu não posso voar

O caracol viu o grilo
O grilo pulando
O caracol falou: eu não posso pular

O caracol viu a cigarra
A cigarra cantora
O caracol falou: eu não posso cantar

O caracol viu o vaga-lume
O vaga-lume iluminado
O caracol falou: eu não posso iluminar

O caracol viu a formiga
A formiga ligeira
O caracol falou: eu não sou ligeiro assim

- Mas vejam só! – Falou o caracol
- Eu tenho casa pra morar
E uma família para amar
Eu tenho um lar
E uma família para amar

Pedir aos evangelizandos que contem o que aconteceu na história.

Perguntar o que eles entenderam.


Explicar que o caracol observou que os outros animais podiam fazer coisas que ele não podia fazer, mas observou também que ele tinha algo muito valioso, que era sua casa, sua família e seu lar. Deus criou cada um de nós ESPECIAL, cada um de nós tem um jeito de ser, tem um talento, uma habilidade, possui algo que nós faz ser únicos e devemos nos aceitar como somos, sem desejar ser como o outro, sem desejar ter o que o outro tem e principalmente, Deus nos deu a família perfeita, que vai nos ajudar a progredir mais rápido. 

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Não somos todos iguais

Levar o desenho de um aquário e fixar na parede.
Entregar a cada evangelizando um peixe. Colocando à disposição deles lápis de cor, giz de cera, pedaços de papeis coloridos, tesoura, cola, etc. Pedir que decorem seu peixe como desejarem. Assim que terminarem, recortar e fixar cada peixinho no aquário.
Após todos fixados, perguntar se todos os peixinhos são iguais? Por que são diferentes?
Deixe-os à vontade para falar sobre as diferenças. Questionar se existe uma pessoa no mundo que seja exatamente igual a outra? Mesmo os irmãos gêmeos, eles são exatamente iguais? Como seria o mundo se todas as pessoas fossem exatamente iguais? Ouvir as respostas, explicar que Deus criou todos os espíritos iguais, simples e ignorantes, mas ao mesmo tempo, fez cada um de nós únicos, pois só existe um de nós. Dialogar, incentivando-os a perceberem que seria muito sem graça se todos fossem iguais.
Existem diferenças entre as pessoas que conseguimos perceber só de olhar para elas. Citar as diferenças dando exemplos: cor da pele, do cabelo, dos olhos, altura, peso, tipo de cabelo, o jeito de ser de cada um mais alegres, mais agitados, mais calados, mais falantes, mais carinhosos, o tipo de roupa e sapato que usam, as cores das roupas, etc.


Existem diferenças que só percebemos quando conhecemos melhor as pessoas como o tipo de livro que gostam de ler, o tipo de música que gostam de ouvir, os filmes que gostam de assistir. Conversar pedindo que falem um pouco do que gostam.


O que o aquário representa? Quem são os peixinhos? O aquário é o mundo e nós somos os peixinhos.
Deus nos deu a oportunidade de reencarnar na Terra, junto com uma porção de outros espíritos que são bem diferentes de nós, por isso devemos respeitar as diferenças, permitindo que sejamos nós mesmos, sem nos compararmos com ninguém. Temos que nos conhecer e nos comparar com nós mesmos, ver como éramos ano passado e como somos hoje, o que já conseguimos mudar em nós, o quanto mudamos para melhor.
Cada um de nós é único no mundo, cada um de nós é especial, fomos criados por DEUS e temos que nos amar como somos, gostar de tudo que temos de diferente. Pois ser diferente é muito bom!

Passando o anel - A Descoberta da Joaninha

Após contar a história "A Descoberta da Joaninha", fizemos a brincadeira de passar o anel. Cada evangelizando recebeu um cordão feito de barbante e canudos, com um coração contendo uma virtude. Quem recebia o anel, entregava seu cordão para quem adivinhou que o anel estava com ele, fazendo assim até que todos tivessem recebido o anel, entregado seu cordão para alguém e recebido outro cordão. 




Atividade A Descoberta da Joaninha

Duas sugestões de atividades:

Primeira: Colorir a joaninha.



Segunda: Confeccionar as joaninhas reaproveitando CDs, usando papel colorido para as partes que formam a joaninha.









Figuras da história “A Descoberta da Joaninha”

Essas figuras foram usadas para contar a história. Imprimi e depois pintei e montei o cenário. A história foi contada colando os personagens no cenário enquanto narrava os fatos e os enfeites da joaninha foram colado com fita crepe, para poder emprestar para as amigas.












“A Descoberta da Joaninha”

Com ajuda de figuras, contar a adaptação da história “A Descoberta da Joaninha”, prender as figuras em uma cartolina com fita crepe, e conforme for contando a história, movimentar os objetos que a Joaninha emprestou para as amigas.



 Vai ser uma delícia!
 Todos os bichinhos foram convidados...
 Dona Joaninha quer ir muito bonita!
 Porque, assim, todo mundo vai querer dançar e conversar com ela!
 E ela poderá se divertir a valer!...
 Por isso, colocou uma fita na cabeça, uma faixa na cintura, um lindo cordão no pescoço e ainda levou um leque para se abanar.
 No caminho encontrou Dona formiga, na porta do formigueiro, e disse:
 - Bom dia, Dona Formiga! Não vai à festa da lagartixa?
 - Não posso, minha amiga. Ontem fizemos mudança e eu não tive tempo de me preparar...
 - Não tem problema! Tudo bem! Eu posso emprestar a fita que tenho na cabeça e você vai ficar linda com ela! Quer?
- Mas que legal, Dona Joaninha! Você faria isso por mim?
- Claro que sim! Estou muito enfeitada! Posso dividir com você.
  E lá se foram as duas. A formiga radiante com a fita na cabeça.
  Dali a pouco encontraram Dona Aranha, na sua teia, fazendo renda.
 Ao ver as duas, a aranha falou:
  - Oi! Onde vão vocês duas tão bonitas?
  - À festa da lagartixa! Você não vai?
  - Sinto muito! Não posso... tive muitas despesas e sem dinheiro não pude me preparar para a festa!
  - Não seja por isso! - disse a Joaninha - Estou muito enfeitada! Posso lhe emprestar a minha faixa...Vai ficar lindíssima em você!
 - Que maravilha! - disse a aranha entusiasmada.  - Sempre tive vontade de usar uma faixa como essa! Dona Joaninha, você é legal demais! Sabia?
 E dona Aranha, muito feliz, acompanhou as amigas.
 Logo adiante encontraram a taturana. Como sempre, morrendo de calor!
 - Oi, Dona Taturana! Como vai?
- Mal! Muito mal com esse calor!...Sabe que nem tenho coragem de ir à festa da lagartixa?
 - Ora! Mas para isso dá-se um jeito! - disse a Joaninha muito amável. - Poderei emprestar o meu leque.
 E lá se foi também a taturana, felicíssima, abanando-se com o leque e encantada com a gentileza da amiga.
 Mas, logo depois, deram de cara com a minhoca, que tinha posto a cabeça para fora da terra para tomar um pouco de ar.
- Dona Minhoca não vai à festa? - disse a turminha ao passar por ela.
- Não dá, sabe? Eu trabalho demais! Quase não tenho tempo para comprar as coisas de que preciso... E, agora, estou sem ter uma roupa boa para vestir! Sinto bastante! Porque sei que a festa vai ser muito legal! Mas, que se vai fazer... 
 - Ora, Dona Minhoca - disse a joaninha com pena dela. - Dá-se um jeito... Posso emprestar o meu cordão e com ele você ficará muito elegante!
A minhoca ficou contentíssima! E seguiu com as amigas para a festa.
Dona Joaninha estava tão feliz com a alegria das outras que nem reparou ter dado tudo o que ela havia posto para ficar mais bonita.
 Mas, a alegria do seu coração aparecia nos olhos, no sorriso, e em tudo o que ela dizia! E isso a fez tão linda, mas tão linda que ninguém na festa dançou e se divertiu mais do que ela!
Foi então que a Joaninha descobriu que para a gente ficar bonita e se divertir, não é preciso se enfeitar toda.
Basta ter o coração bem alegre, que essa alegria de dentro deixa a gente bonita por fora! E ela conseguiu essa alegria fazendo todo aquele pessoal ficar feliz!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Centro Espírita Miguel

Esse é o nosso centro, na foto estão os jovens da mocidade.

Esse é o centro que fizemos para a aula lei de sociedade.