sexta-feira, 31 de maio de 2013
Atividade: Criando um novo Universo
Tendo com fundo TNT ou papel 40K (azul ou preto), pedir que as crianças criem um novo Universo. Podem usar guache (como nós fizemos) ou podem usar papeis coloridos. Deixe por conta da imaginação deles, vai ficar muito legal. Vejam a atividade aplicada em 2011 em uma turma do 1º Ciclo.
Atividade: Trocando as imperfeições por virtudes
Levar para a sala um cartaz com a figura de pessoas vestidas com defeitos imperfeições.
Entregar às crianças novas peças de roupa com as virtudes para colorirem. Quando todos tiverem terminado, perguntar quem tem a virtude que combate determinadadefeito imperfeição, ir dando dicas até que eles consigam identificar.
Quem estiver com a roupa-virtude , deve ir até o cartaz e tirar a roupa-imperfeição, que estava colada com fita crepe, e vestir a roupa-virtude. Explicar que a cada nova encarnação vamos trocando nossasdefeitos imperfeições por virtudes. Somente assim conseguiremos evoluir e sermos espíritos puros.
Entregar às crianças novas peças de roupa com as virtudes para colorirem. Quando todos tiverem terminado, perguntar quem tem a virtude que combate determinada
Quem estiver com a roupa-virtude , deve ir até o cartaz e tirar a roupa-imperfeição, que estava colada com fita crepe, e vestir a roupa-virtude. Explicar que a cada nova encarnação vamos trocando nossas
Meus queridos André Luis, Deise Nunes e Simone Catalão aperfeiçoaram a atividade e em lugar de defeitos, trocaram as imperfeições por virtudes, e ficou lindo! Vejam.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Atividade: Perdão
Entregar a cada criança um coração colorido (podemos usar papel liso de várias cores, páginas coloridas de revista, papel de presente, tem que ficar bem colorido). Explicar que quando perdoamos nosso coração se enche de bons sentimentos. Pedir a cada um que escreva no coração que recebeu o que sente quando perdoa, ou o que sentimos quando perdoamos. (Para os pequenos que não saibam escrever ouvir a resposta e escrever para eles). Quando todos tiverem terminado, montar um painel na parede da sala.
Atividade: Prece
Explicar que as boas atitudes também funcionam como uma prece, principalmente quando fazemos com AMOR. Tudo que fazemos com amor, para ajudar o próximo, visando o bem das outras pessoas ou o nosso próprio bem, funciona como prece e chega até Jesus.
Apresentar diversas figuras com atitudes boas e ruins e pedir que identifiquem quais atitudes funcionam como prece (eu gosto muito de trabalhar com desenhos para que eles possam colorir depois - só as que representam a prece).
Com as figuras identificadas, vão montar um cartaz , colocando um grande coração no meio do papel e Jesus no alto. Pedir que colem as figuras ao redor do coração e, usando um barbante, levem até Jesus passando pelo coração. Ressaltar que nossa prece para chegar até o Mestre tem que, necessariamente, passar pelo coração.
Apresentar diversas figuras com atitudes boas e ruins e pedir que identifiquem quais atitudes funcionam como prece (eu gosto muito de trabalhar com desenhos para que eles possam colorir depois - só as que representam a prece).
Com as figuras identificadas, vão montar um cartaz , colocando um grande coração no meio do papel e Jesus no alto. Pedir que colem as figuras ao redor do coração e, usando um barbante, levem até Jesus passando pelo coração. Ressaltar que nossa prece para chegar até o Mestre tem que, necessariamente, passar pelo coração.
Atividade: Sentimentos
Mostrar carinhas com as seguintes expressões:
alegre, triste, furiosa, sonolenta, surpresa, aborrecido, com medo, pensativa, etc. A cada
carinha mostrada, perguntar ao grupo “sentir-se dessa forma é bom ou ruim?”. Depois perguntar a cada um “o que faz você ficar _ _ _ _ (expressão da carinha)?”,
repetindo a pergunta a cada carinha que mostrar. Ouvindo sempre com atenção e
fazendo colocações sempre que necessário.
Nesse momento o evangelizador pode anotar o que for falado para trabalhar as dificuldades dos evangelizandos futuramente.
Eu imprimi as carinhas em branco e desenhei as expressões com hidrocor preta e colori com lápis de cera, mas se procurarem na internet vocês encontram as expressões já prontas.
Nesse momento o evangelizador pode anotar o que for falado para trabalhar as dificuldades dos evangelizandos futuramente.
Eu imprimi as carinhas em branco e desenhei as expressões com hidrocor preta e colori com lápis de cera, mas se procurarem na internet vocês encontram as expressões já prontas.
Atividade: Sentimentos
Eu adaptei a história: A VOZ DO CORAÇÃO, usando algumas situações que ocorriam em sala e que os responsáveis nos relataram.
Como recurso usei a expressão gestual, calçando um par de luvas com rostinho colado em cada uma, e, movimentado as mãos conforme a história foi contada. A entonação da voz também ajudou a mantê-los atentos e participativos.
o Mãos que jogavam bolinhas de papel nos colegas da sala.
o Mãos que batiam em animais.
o Mãos que não emprestavam seus brinquedos para os amigos.
o Mãos que não dividiam seu lanche.
o Mãos que empurravam os irmãos para longe dos pais, pois queriam os pais só para elas.
o Mãos que não deixavam mais ninguém usar o computador, só ela queria usar.
o Mãos que não guardavam seus brinquedos depois de brincar.
o Mãos que ameaçavam bater em quem não fizesse o que elas queriam.
o Ajudavam a recolher o papel do chão da sala para mantê-la limpa.
o Acariciavam os animais.
o Emprestavam seus brinquedos para os amigos.
o Dividiam seu lanche.
o Abraçavam os irmãos e também os pais, todos juntos, um grande abraço de família feliz.
o Deixavam outras pessoas usarem o computador.
o Guardavam seus brinquedos depois de brincar.
Avaliar
com perguntas a compreensão da história:
– De
onde vinha a voz que o menino ouviu?
– Adiantou tapar os ouvidos para não ouvir a voz?
– O que foi que a voz disse para o menino?
– O que ele prometeu depois de ouvir a voz?
– O que ele passou a fazer com as mãos?
– O menino passou a sentir-se feliz ou infeliz? Por quê?
Como recurso usei a expressão gestual, calçando um par de luvas com rostinho colado em cada uma, e, movimentado as mãos conforme a história foi contada. A entonação da voz também ajudou a mantê-los atentos e participativos.
Era
uma vez duas mãos que faziam muitas coisas.
o Mãos que jogavam bolinhas de papel nos colegas da sala.
o Mãos que batiam em animais.
o Mãos que não emprestavam seus brinquedos para os amigos.
o Mãos que não dividiam seu lanche.
o Mãos que empurravam os irmãos para longe dos pais, pois queriam os pais só para elas.
o Mãos que não deixavam mais ninguém usar o computador, só ela queria usar.
o Mãos que não guardavam seus brinquedos depois de brincar.
o Mãos que ameaçavam bater em quem não fizesse o que elas queriam.
O
que vocês acham dessas coisas todas que essas mãos fazem? (Dar um tempo para
responderem)
Um
dia o menino olhou suas mãos e sentiu-se muito infeliz. Ele ouviu uma vozinha
lá dentro dele. Era uma voz de verdade, que ele ouvia pelo coração. Ele não
queria ouvir a voz, mas não adiantava tapar os ouvidos. Sabem por quê? A voz
vinha do coração e não tinha jeito de não ouvir.
Sabem
que voz era essa? Era a voz da consciência, o lugar onde Deus vive dentro de
nós. E vocês sabem o que o menino ouviu a voz dizer?
-
Suas mãos não são para fazer essas coisas!
Era
a primeira vez que o menino ouvia a voz da consciência. A voz da consciência
sabia tudo que o menino fazia e até o que ele só pensava. A voz da consciência
sabe o que é certo e o que é errado.
E
o menino compreendeu o que fazia de errado.
Ele
ficou muito arrependido e prometeu a si mesmo que só iria fazer coisas boas.
Assim,
as mãos passaram a fazer só coisas boas:
o Ajudavam a recolher o papel do chão da sala para mantê-la limpa.
o Acariciavam os animais.
o Emprestavam seus brinquedos para os amigos.
o Dividiam seu lanche.
o Abraçavam os irmãos e também os pais, todos juntos, um grande abraço de família feliz.
o Deixavam outras pessoas usarem o computador.
o Guardavam seus brinquedos depois de brincar.
Agora
a voz da consciência fazia o menino cada vez mais feliz.
– Adiantou tapar os ouvidos para não ouvir a voz?
– O que foi que a voz disse para o menino?
– O que ele prometeu depois de ouvir a voz?
– O que ele passou a fazer com as mãos?
– O menino passou a sentir-se feliz ou infeliz? Por quê?
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