terça-feira, 30 de abril de 2019

Exposição "Jesus e a inclusão" - Dia do Livro Espírita

Esse ano resolvemos aproveitar um dos Momentos de Convergência para falar também do Dia do Livro Espírita. Assim, cada turma trabalhou de uma forma o tema "Jesus e a Inclusão".

Maternal - Maria de Magdala




Jardim - Jesus na casa de Zaqueu




Primeiro Ciclo - A Mulher Samaritana 

(vou ficar devendo as fotos para vocês, pois não consegui tirar, se conseguir com alguém da nossa equipe atualizo.)


Segundo Ciclo - Vamos segurar na mão de Jesus?




Terceiro Ciclo - Dor e Confiança







Jesus e Inclusão - Jardim (Dia do Livro Espírita) - Exposição

Dando continuidade à comemoração do Dia do Livro Espírita, começamos nossa aula fazendo uma breve recapitulação da aula anterior (20/04/2019), mostramos o ESE.





Usamos o cartaz confeccianado dia 20/04 para relembrar uma parte da aula. 



Levamos um cartaz, feito e 1/2 folha de papel pardo, com a passagem “Jesus na casa de Zaqueu”, dividida em oito pequenos textos. 





Distribuímos figuras que representavam cada pequeno texto.







Lemos  o texto do cartaz para os evangelizandos que tiveram que descobrir qual figura correspondia ao texto lido e colaram no cartaz.

Fizemos novamente reflexões sobre a história, mostrando que Jesus sempre nos aceita como somos, pois Ele enxerga o que temos de melhor em nós, assim como aconteceu com Zaqueu.

Os cartazes da aula passada e dessa foram expostos para as outras turmas.



Depois fizemos um pequeno lanche com suco e pipoca.






Algumas dicas para o Evangelizador


Essa foi a página de preparação da nossa reunião mensal de abril/2019.

Seja o seu 1º dia, seja você um evangelizador experiente, é muito importante refletir sobre estas dicas:

1.     Preparo: O trabalho de evangelização não começa na sala de aula. Ele começa no Planejamento da Aula que todo evangelizador deve fazer antes de dar a sua aula. Quanto mais leitura, mais estudo e mais ideias forem analisadas, melhor será a aula. A aula caprichada cativa o aluno e motiva seu interesse. O preparo e o estudo do tema darão mais segurança a você e isto transmitirá confiança aos alunos. Naturalmente, a classe interessada contribui para a disciplina. Procure preparar sua aula em grupo: é muito melhor. Não se esqueça: o preparo também inclui a prece.

2.     Descanso: Procure evitar atividades agitadas na véspera de sua aula. Cansado ou agitado, você terá menores chances de se ligar ao Plano Espiritual, que estará presente para intuí-lo e ajudá-lo para uma boa aula. Dedique-se. Talvez aquela sua única aula do mês é que vai fazer a diferença na vida inteira de uma criança. Pense nisso.

3.     O maior objetivo: Não é fazer uma fila e chamadas perfeitas, colocar uma classe em absoluto silêncio, ou cumprir o programa do dia. O maior objetivo é fazer com que as crianças se sintam amadas e felizes em nossa companhia. Que o nosso encontro para elas seja uma experiência gostosa, de paz, de alegria e de muito otimismo.  Um sorriso, um abraço, qualquer gesto de amizade vale mais do que tudo no nosso trabalho. Pode faltar o resto, menos isto. A organização do nosso trabalho não foi criada para enrijecê-lo, mas sim, para nos dar condições de bem receber a todas as crianças.

4.     Disciplina: Vamos conquistar a disciplina com formas criativas! O evangelizador cansado, que não preparou a sua aula, fatalmente apelará para a bronca ou para outras formas de violência verbal. Vamos alinhar nosso exemplo com o nosso discurso. O exemplo é o mais importante.

5.     Responsabilidade: O trabalho voluntário transforma-se em compromisso quando a pessoa o assume. Não falte por motivos corriqueiros. Atenção aos horários. Organize a sua vida considerando que você assumiu esta importante tarefa. Se realmente não puder ir, arrume alguém para substituí-lo e avise seu colega de classe e a coordenação com antecedência. Não importa o que você faça no nosso grupo, você é muito importante.

6.     Companheirismo e união: Você, desde já, é também responsável pela união do nosso grupo. Pergunte o nome do colega ao lado. Não tenha medo. Apresente-se. Troque telefones. Pergunte como foi o dia dele ou dela, o que faz e assim por diante. Talvez o seu colega ao lado esteja precisando apenas disto para sentir-se parte do grupo. Se o colega não conhece o trabalho, ofereça-se para explicar tudo e também para ensinar-lhe a preparar as aulas, a lidar com os alunos etc. Ensine músicas e brincadeiras. Envolva-o. Divida responsabilidades.

7.     Divulgação: Seja um divulgador do trabalho. Esteja a par das datas, dos horários e da organização geral, para poder informar aos demais. Muitas pessoas agradeceriam a oportunidade de poder participar de um trabalho igual ao nosso. Faz bem ao coração!
8.     Sempre há trabalho: Num trabalho voluntário, sempre há espaço para mais um. Um voluntário novo que chega é uma bênção para o nosso grupo, pois ele é a certeza de continuidade e renovação. Ele também nos lembra que o trabalho não é nosso, mas sim de Jesus e da Espiritualidade. Não importa se há um número suficiente de trabalhadores para determinada tarefa. Mais do que a tarefa em si, o que realmente nos importa é a convivência fraterna que o trabalho nos proporciona.

9.     Evite melindres: O trabalho de caridade requer nossa paciência, também com nossos colegas. Todos estamos em processo de evolução e temos nossas imperfeições a serem corrigidas. O trabalho proporciona um espaço para a vivência de acordo com os princípios do Evangelho, dentre eles, o perdão.                                                                           
(in site cvdee.org.br)

“Evangelizador, em tua alma repousa a responsabilidade pelo futuro desses pequenos que retornam, tanto quanto serás beneficiado pelo equilíbrio e educação que deres a todos eles!”                                                    (Balthazar)

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Jesus e a Inclusão - Jardim (Dia do Livro Espírita)

Sábado (20/04/2019) tivemos mais um dos nossos momentos de convergência (momentos em que todos os setores estudam um mesmo tema). Nós da EEVP, optamos por comemorar também o Dia do Livro Espírita, que foi dia 18 de abril. E como falaríamos de Jesus, cada turma escolheu uma passagem de Jesus para trabalhar o tema. Nós escolhemos a passagem "Jesus na Casa de Zaqueu".

Iniciamos a aula contando que no dia 18 de abril comemoramos o Dia do Livro Espírita, então, íamos fazer uma atividade sobre um livro muito especial “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, que foi escrito há 155 anos. Mostramos o livro para os evangelizandos e perguntamos quem já tinha ouvido falar sobre ele. 




Continuamos a aula explicando que íamos aproveitar essa data, para falar mais uma vez de uma pessoa que só nos deu bons exemplos. Perguntamos: "Quem sabe sobre quem vamos falar?" Jesus, eles responderam.

Pois é, no ESE encontramos os ensinamentos que Jesus nos deixou, que servem como um caminho a ser seguido para nos tornarmos um espírito melhor, mais evoluído, como Jesus foi. 

Jesus, com seus exemplos, nos mostrou que, assim como Ele sempre fazia, devemos atender aos necessitados, e levar esperança aos que estiverem sendo excluídos da sociedade. 

Jesus nasceu para transmitir o amor de Deus a todas as pessoas, auxiliando aquelas que mais necessitavam do amor de Deus, ou seja, todos aqueles que a sociedade excluía. Eram essas pessoas que acompanhavam Jesus, pessoas consideradas pecadoras por não agirem de acordo com as Leis de Deus. Jesus sabia que essas pessoas eram as que mais precisavam do amor de Deus para se modificarem. 

Para entendermos bem, vamos ouvir agora uma passagem da vida de Jesus que está aqui no ESE, no Capítulo XVI, item 4 – Jesus na casa de Zaqueu.


Jesus em casa de Zaqueu
4. Tendo Jesus entrado em Jericó, passava pela cidade – e havia ali um homem chamado Zaqueu, chefe dos publicanos (encarregados de recolher os impostos cobrados por Roma, o povo judeu achavam que essa cobrança era contrária a lei de Deus, por isso não gostavam dos publicanos, que eram excluídos por isso) e muito rico (a maioria dos publicanos enriqueciam de forma desonesta, esse também era um dos motivos de Zaqueu ser excluído) – o qual, desejoso de ver a Jesus, para conhecê-lo, não o conseguia devido à multidão, por ser ele de estatura muito baixa. – Por isso, correu à frente da turba (multidão) e subiu a um sicômoro (figueira), para o ver, porquanto ele tinha de passar por ali. – Chegando a esse lugar, Jesus dirigiu paro o alto o olhar e, vendo-o, disse-lhe: Zaqueu, dá-te pressa em descer, porquanto preciso que me hospedes hoje em tua casa. – Zaqueu desceu imediatamente e o recebeu jubiloso. – Vendo isso, todos murmuravam, a dizer: Ele foi hospedar-se em casa de um homem de má vida.
Entretanto, Zaqueu, pondo-se diante do Senhor, lhe disse: Senhor, dou a metade dos meus bens aos pobres e, se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo-o com quatro tantos. – Ao que Jesus lhe disse: Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão; – visto que o Filho do homem veio para procurar e salvar o que estava perdido. (S.LUCAS, 19:1 a 10.)


Alguns dos amigos de Jesus, seus apóstolos, condenavam a riqueza, acreditavam que os ricos não poderiam entrar no Reino de Deus. Esses apóstolos, assim como uma grande parte das pessoas daquela época, viam Zaqueu como um homem que só pensava em dinheiro, que só pensava em ficar cada vez mais rico e que enriquecia de forma desonesta, julgavam Zaqueu só por que ele era rico e publicano, não davam a ele a oportunidade de mostrar como realmente era, mas Jesus enxergou a bondade no coração de Zaqueu, por isso foi até a casa dele para falar sobre o amor, dando a ele a oportunidade de se mostrar como realmente era. 

Zaqueu era um homem bom, que dava emprego a muitos pais de família, pois tinha muitas terras, onde criava animais e plantava, dando assim a muitos homens, um meio de sustentarem suas famílias. 

Zaqueu tratava seus empregados com respeito, ajudando a cada um que necessitasse de qualquer coisa. Tinha um coração bom e era fiel a Deus.

Jesus enxergou as qualidades que Zaqueu possuía, e deu a Zaqueu uma oportunidade de mostrar isso a todos, quando esteve com seus apóstolos na casa de Zaqueu. Com a ida de Jesus a sua casa, Zaqueu resolveu dar a metade da sua riqueza para os pobres, e se comprometeu com Jesus a devolver quatro vezes mais o que tivesse tirado de alguém de forma desonesta.

Nessa passagem Jesus quis mostrar aos seus discípulos que todos temos coisas boas em nós que não podemos julgar ou excluir as pessoas por conta da religião, da cor, da aparência, da profissão, por ser diferente de nós, por não ser como queremos que sejam. Jesus mais uma vez deu o seu exemplo para seus apóstolos e para nós, que devemos agir da mesma forma, sem julgar, dando oportunidade as pessoas de mostrarem o tem de bom para nos oferecer. 

ATIVIDADE 1: Cartaz “JESUS E A INCLUSÃO”
Confeccionamos um cartaz com figuras de atitudes que excluem e incluem. A cada figura apresentada, fizemos com que os evangelizandos refletissem em relação a atitude retratada, depois colamos no cartaz.











ATIVIDADE 2:

Distribuímos a figura de Zaqueu para colorirem.




Depois a cena em que Jesus encontra Zaqueu pela primeira vez




Enquanto os evangelizandos coloriam a cena, cortamos Zaqueu. Depois fisemos um furo na árvore passando um pedaço de linha pelo furo, fixamos um pedaço de palito no pedaço da linha que ficou na parte de trás do desenho e a linha que ficou na parte da frente, foi colada no verso da figura de Zaqueu permitindo que ele  subisse e descesse da árvore quando quisesse. Eles adoraram!





terça-feira, 16 de abril de 2019

Imortalidade da Alma - Vivência - 3º Ciclo


Imortalidade da Alma – Sobrevivência do Espírito na morte do corpo físico. É a continuação da vida do Espírito imortal sem o corpo físico.

Deus com sua misericórdia nos dá novas oportunidades.

Estamos encarnados para progredir espiritualmente, sanarmos débitos/faltas anteriores e/ou missão.

Trabalhar música “Fonte Eterna” para resgate da aula anterior

Fonte Eterna
(Carlinhos Conceição)

A vida não cessa,
É fonte eterna
A morte é o jogo,
Escuro das ilusões
É o modo contínuo, noutras dimensões
De conhecimentos, de aquisições
Que a alma percorre,
Etapas diversas,
Se purificando a se avolumar
Assim como o rio, antes do eterno
Mar  da sabedoria
Morrer para o mundo é adormecer
Porém não decide não o destino do ser
Oh! Caminhos da alma, temos que percorrer
Viver nossos dramas, resolver um por um
Detalhe a detalhe de um longo processo
De aperfeiçoamento espiritual
Seria infantil querer resolver transcendentes questões
Num piscar de olhos
Uma vida apenas um ato
Cem anos apenas um dia
Um serviço uma experiência
Vitória uma aquisição
Um corpo uma roupa no mundo
O mundo mais uns zilhões
A morte é o sopro renovador

E quantos atos? E quantos séculos?
Quantos séculos, quantos serviços?
Pelos desenganos do meu coração

E quantas roupas? Quantas aquisições?
Quantas vestes carnais preciso ?
Só por uma nesga de iluminação
E quantos atos? E quantos séculos?
Quantos séculos, quantos serviços?
Para forjar um verdadeiro cristão

E quantas roupas? Quantas aquisições?
A vida não cessa.

1ª Vivência
Pedir para que se desenhe numa folha e pedir que de um lado eles escrevam o que já conquistaram, e do outro o que estão com dificuldades para conquistar.

2ª vivência
Receberão 3 folhas que simbolizassem 3 encarnações deles, a passada, a presente e a futura

E perguntar para primeira folha, como eles acham que foi a sua última encarnação, qual a dificuldade, o que foi fácil?

Perguntar na segunda, a encarnação atual o que já conquistaram, o que está sendo difícil, o que acham importante?

Na terceira, a encarnação futura, o que eles acham como vai ser, se vai ser mais fácil ou mas difícil que a atual, qual a expectativa ?

3ª vivência
Questionar: Você tem nesta encarnação um talento que você julga ser nato (nasceu) com você?

Qual o objetivo/sonho que você tem para sua atual encarnação?

Por que escolheu essa tarefa para executar nesta encarnação?

Como pode com sua escolha também ajudar ao próximo?

Acredita que essa escolha seja uma missão ou reparação?

Se missão, qual? Se reparação, qual?

Escala Espírita - Vivência - 2º Ciclo


Relembrar a aula anterior sobre a escala espírita.

Conversar sobre os espíritos bons e puros, suas características, se eles possuem apego ou não à matéria.

Entregar bolas de encher coloridas para cada criança, pedir que encham e brinquem com elas. Fazer associação com os espíritos, conversar com eles, perguntar: “será que os espíritos imperfeitos seriam assim leves?”

Tocar a música “Nosso Lema”. Tocar a música duas vezes para eles entenderem a mensagem.

Nosso Lema
(Vitor de Sá)

Eu vou partir prum mundo bom
Sem brigas, guerras, desolações
A vida é um dom, que cultivaremos em paz
E o amor, será o nosso lema

Vou lutar, trabalhar, reparar o mal que fiz
Em épocas longínquas
De um passado que ficou pra trás

Nada mais vá frear a vontade de alterar
Os rumos desta estrada
Conduzindo todos ao amor
E a paz, será o nosso lema

Dividir a turma em dois grupos, cada grupo receberá uma escada desenhada numa folha de papel pardo. Pedir que escrevam ou desenhem palavras ou situações que nos levem para cima da escada, simbolizando a nossa evolução. Cada grupo fará a sua escada da forma que achar melhor, depois de um tempo apenas olhar o resultado e pedir para cada grupo mostrar a sua escada.

Imortalidade da Alma - Vivência - 1º Ciclo


Relembrar a aula passada com perguntas para serem respondidas oralmente, atividades de descubra as palavras.


Levar um cartaz com a letra da música "EU SOU ESPIRÍTO" e distribuir a letra para os evangelizandos.

Eu sou um espírito 
(Grupo Bem)


Vou perguntar uma coisa pra você
Quero ver se vai me responder
Isso é importante, é pra valer
Pois ninguém pode viver sem ser

Está presente em todo lugar
Você pode ouvir, sentir e até cheirar
Está na hora de você saber
Que essa coisinha é você

Você é um espírito
Você é um espírito
Você é um espírito e nunca vai morrer
Você é um espírito
Você é um espírito
Você é um espírito e foi Deus quem fez você

Vou perguntar uma coisa pra você
Quero ver se vai me responder
Isso é importante, é pra valer
Pois ninguém pode viver sem ser

Está presente em todo lugar
Você pode ouvir, sentir e até cheirar
Está na hora de você saber
Que essa coisinha é você

Eu sou um espírito
Eu sou um espírito
Eu sou um espírito e nunca vou morrer
Eu sou um espírito
Eu sou um espírito
Eu sou um espírito
E foi Deus quem me fez ser
Imortal


Ler com eles, fazer perguntas sobre a letra da música, tirar dúvidas.

Vamos tentar modificar ou acrescentar, algumas palavras da música, usando palavras que vocês conhecem sobre imortalidade da alma.

Ouvir a música original cantando com eles.

Momento Criativo: Devolver os copos da vivência anterior para que façam um chocalho e cantem a música modificada.

Imortalidade da Alma - Vivência - Maternal


1º Momento: Recapitulação da aula anterior.

2º Momento: Recontar a história de “André Luiz”, adequado para a faixa etária deles, para a realidade deles. (Estimulando-os a lembrarem). Reflexão sobre a importância do cuidado com o nosso corpo físico.

3º Momento: Colorir desenhos de flores, recortar e colar em palitos de picolé. Explicar que são as flores de Nosso Lar – colônia que recebeu André Luiz.

4º Momento: Confeccionar vasinhos com as flores.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Progressão dos Espíritos - Vivência Jardim


A aula de sábado (13/04/2019) foi elaborada pela Angela.

Iniciamos fazendo uma recapitulação da aula anterior (Imortalidade da Alma - Jardim/Imortalidade da Alma - André Luiz - Jardim  ), relembrando que Deus nos criou para progredirmos, que o nosso objetivo, como espíritos imortais que somos, é evoluir um pouco a cada dia. 

Conversamos sobre a progressão dos espíritos, que são criados simples e ignorantes, e ao longo das reencarnações vão evoluindo. Passam da 3ª Ordem, que são os Espíritos Imperfeitos, para a 2ª Ordem, os Espíritos Bons, até chegarem à 1ª Ordem, que são os Espíritos Puros, mas para progredirmos, precisamos agir de acordo com as Leis de Deus e seguir os exemplos de Jesus.

Vivência: Usamos uma cartolina com envelopes, e dentro de cada envelope algumas situações para reflexão. 




Fixamos na parede uma folha de papel pardo com do desenho de uma escada com a imagem de Jesus no topo e duas crianças na base.





Os evangelizandos, um de cada vez, tiravam um papel com uma situação do envelope, faziam a reflexão, analisando se aquela situação permitia ou não o progresso do espírito. Quando permitia, subiam um degrau com uma das crianças (alternando menino e menina a cada rodada), quando não permitia, a criança da rodada ficava parada.






Essa atividade fez com que os evangelizandos percebessem que, por meio das nossas ações, que são resultado das nossas escolhas, progredimos mais rapidamente ou mais lentamente, mas todos nós iremos progredir, todos nós seremos Espíritos Puros um dia, cada um de acordo com o seu esforço e sua vontade de fazer o bem.

Para finalizar, cada um coloriu um desenho da 2ª Ordem - Espíritos Bons, pois essa é a nossa meta atual.




segunda-feira, 8 de abril de 2019

Imortalidade da Alma - André Luiz - Jardim

Esse ano vamos trabalhar alguns temas junto com uma personalidade. 

Para o tema "Imortalidade da Alma", escolhemos André Luiz.

A Ângela montou um cartaz com base nas figuras tiradas do blog "Evangelização Espírita Infantil" (http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/2009/07/quadrinhos-andre-luiz.html / http://evangelizacao-infantil.blogspot.com/2009/05/quadrinhos-andre-luiz.html)



O cartaz serviu somente para ilustrar, pois ela contou a história usando uma linguagem de fácil entendimento para a faixa etária (5/6 anos) da turma.


Imortalidade da Alma - Jardim

A aula do dia 06/04/2019 foi da Ângela, e para que os evangelizandos entendessem que o espírito nunca morre, ela fez uma breve recapitulação das duas últimas aulas (Corpo, Perispírito e Espírito - Jardim e Vivência - Corpo, Perispírito e Espírito - Jardim).

Em um segundo momento, levou flores recortadas em cartolinas brancas e distribuiu para os evagelizandos colorirem como quisessem. Colando-as depois em um palito de churrasco.

Depois ela colocou em cima da mesa um vaso com uma planta florida e um vasinho com as flores que os evangelizandos fizeram.




Pediu para eles observem o que havia de diferente entre os dois vasos. Através do diálogo, ela foi extraindo a opinião dos evangelizandos, deixou eles falarem e foi estimulando, com perguntas, com dicas, para que chegassem a conclusão de que em um vaso havia vida e no outro não. Comparando ao nosso corpo, que só tem vida quando o espírito habita nele. 

Como atividade ela levou folhas com desenho de flores para que preenchessem com papel picado ou colorissem, pedindo para usassem sua criatividade.