segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Presença Divina e Louvado seja Deus - Jardim

Esse ano nós resolvemos trabalhar no nosso encerramento cinco histórias do livro Pai Nosso, Meimei/Chico Xavier. 

Vamos trabalhar com as turmas em sala e depois vamos apresentar no último dia de evangelização (24/11/2018).

Esse sábado (27/10/2018) o jardim trabalhou as histórias "Presença Divina" e

"Louvado seja Deus".

A aula foi da Carol, ela passou os dois vídeos com as histórias do livro Pai Nosso, como os vídeos são bem curtinhos, deu para passar cada um duas vezes.  



Após cada vídeo ela conversou com os evangelizandos para verificar se haviam compreendido o que aconteceu na história. 

Depois de assistirem os dois, ela perguntou aos evangelizandos o que os dois vídeos tinha em comum: Deus, recaptulou as histórias e conversou com os evangelizandos sobre os ensinamentos.

Primeira atividade: Criação de Deus
Distribuiu figuras de coisas criadas por Deus e pelo homem para que os evangelizandos pintarem.





Após pintarem, perguntou: Quem foi que criou a Terra? Deus.
Como podemos agradecer a Deus por tudo que ele nos deu? Usando com amor, tudo que Deus nos deixou. Cuidando da terra, das plantas e dos animais. Amando a todos, a vida e vivendo em Paz.

Segunda atividade: Planeta Terra
Distribuiu uma bola para cada evangelizando e pedi para que colassem na bola as figuras que representassem as coisas criadas por Deus.

Após terminarem, perguntou quem foi que fez as demais coisas que estão nas figuras que restaram? Foram feitas pelos seres humanos.
Pediu aos evangelizandos que colassem na bola, as demais figuras que sobraram.

O que formou? O planeta Terra em que vivemos nos dias de hoje.

Frisar que Deus sempre está olhando todos nós. Devemos tratar com muito carinho e amor tudo o que Ele criou: as plantinhas, os animais e todas as pessoas que convivem conosco.














Presença Divina - Maternal

Esse sábado (27/10/2018) o maternal também trabalhou a história "Presença Divina".

A Cíntia colocou a história https://www.youtube.com/watch?v=ilTzhkxLnBQ para os evangelizandos ouvirem (é um vídeo, mas ela usou só o audio)

Depois conversou com os evangelizandos de forma simples, explicando o conteúdo da história.


E aplicou a atividade "Quem é você por trás da máscara?"

Colocou máscaras em todos. Pediu que tirassem um papel do saco e reproduzissem a atitude escolhida. Nos papéis tinha atitudes feias como dar língua, fazer pirraça, xingar a evangelizadora de boba e feia. Perguntou se eles se sentiram escondidos atrás das máscaras? Concluiu que nunca fazemos nada escondidos, mesmo quando achamos que estamos sós ou disfarçados, pois Deus está conosco o tempo inteiro, Ele nos conhece e tudo vê. Por isso, devemos fazer o bem sempre, independentemente de ter alguém olhando ou não.






O Exemplo da Árvore - Maternal

Esse ano nós resolvemos trabalhar no nosso encerramento cinco histórias do livro Pai Nosso, Meimei/Chico Xavier. 

Vamos trabalhar com as turmas em sala e depois vamos apresentar no último dia de evangelização (24/11/2018).

Esse sábado (27/10/2018) o maternal trabalhou O Exemplo da Árvore.

A aula foi da Cíntia, ela levou todos para o nosso pátio para ouvir a história https://www.youtube.com/watch?v=kvdSjlZA41g (é um vídeo, mas ela usou só o audio)

Depois conversou com os evangelizandos de forma simples, explicando o conteúdo da história.







Como atividade, ela confeccionou uma árvore feliz.



Distribuiu figuras de atitudes, as que a árvore aprovaria, os evangelizandos coloriram e colaram em sua copa. As atitudes que árvore não aprovaria, jogaram na lata de lixo.









segunda-feira, 22 de outubro de 2018

A Parábola do Semeador




Na bíblia: (Mateus, 13:1-9 - Marcos 4:1-9 - Lucas 8:4-8)

Naquele mesmo dia, tendo saído de casa, Jesus sentou-se à borda do mar. Em torno dele logo reuniu-se grande multidão. Disse, então, Jesus ao povo:
Saiu o que semeia, a semear a sua semente. E ao semeá-la, uma parte caiu ao longo do caminho, foram pisadas e as aves do céu a comeram.
Outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra; nasceu depressa; mas logo que saiu o sol, foram queimadas porque não tinha raízes.
Outra parte caiu entre espinheiros, e logo os espinhos que nasceram com elas as abafaram.
Outra, finalmente caiu em terra boa, vingou, cresceu, produziu frutos.
Dito isto, começou a dizer em alta voz:
- O que tem ouvidos de ouvir, ouça.
Então os seus discípulos lhe perguntaram que queria dizer essa parábola, e ele, explicando-a, lhes respondeu:
A semente é a palavra de Deus.
A que cai à beira do caminho, são aqueles que a ouvem; mas, depois, vem o mau e tira a palavra de seus corações, para que não suceda que, crendo, sejam salvos.
A que cai no pedregulho, significa os que recebem com gosto a palavra, quando a ouvem; mas, não tendo raízes, em sobrevindo a tribulação e a perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam e voltam da atrás.
Quanto a que caiu entre espinhos, são os que ouvem a palavra; mas, os cuidados deste mundo, a ilusão das riquezas e as outras paixões, a que dão entrada, afogam a palavra, e assim fica infrutuosa.
Mas a que caiu em boa terra, são os que, ouvindo a palavra com coração reto e bom, a retêm e dão fruto com perseverança.


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Evangelho da Meninada


E agora vou contar-lhes uma bonita parábola de Jesus; chama-se a parábola do semeador.
Parábola! O que é parábola, dona Lina, pergunta­mos curiosos.

Parábolas são pequeninas histórias que encerram sempre um ensinamento. Jesus recorria muito a parábolas para ensinar ao povo.

Um dia um semeador saiu a semear trigo em seu campo. Uma parte das sementes caiu na beira da estrada, foi pisada pelos que passavam e os passarinhos comeram-nas. Um punhado caiu entre pedregulhos, nasceu mas logo secou. Ou­tra parte caiu entre espinhos. Os espinheiros cresceram e afogaram as plantinhas. E por fim muitas caíram em boa terra; germinaram, cresceram e deram muito trigo; cada grão produziu cem.

Tal e qual a horta que o Antônio fez; onde tinha pe­dras, não deu nada, disse dona Leonor.

Todos olhamos para o sr. Antônio, que procurou justi­ficar-se explicando que não percebera as pedras sob a leve camada de terra. Dona Lina riu e continuou:

- Vou dar-lhes o sentido da parábola do semeador. O campo que o homem semeou é o mundo; as sementes são os ensinamentos divinos que Jesus nos trouxe. Quem ouve os ensinamentos e não os pratica, é como a semente que caiu na beira da estrada, pisada pelos caminhantes e comida pelos passarinhos. Outros recebem com prazer os ensina­mentos mas pouco tempo depois os esquecem; são os que receberam a semente entre pedregulhos. Aqueles que rece­bem a semente entre espinheiros são os que acham difícil praticar as lições divinas e preferem viver entregues aos negócios do mundo. Finalmente os que recebem a semente em boa terra, são todos aqueles que procuram viver de acordo com as lições de Jesus.

  E como é que se vive de acordo com as lições de Jesus, dona Lina? perguntou a Cecilia.

  Fazendo sempre o bem e perdoando as ofensas que os outros nos fizerem, respondeu prontamente o Roberto.

  Isso mesmo, confirmou dona Lina. Jesus compara o mundo a uma grande roça onde devemos plantar as semen­tinhas do bem, as quais, germinando, farão a humanidade feliz.

  Mas o mundo é tão grande, Lina! suspirou dona Aninhas.

  De fato, Jesus também notou a extensão do trabalho; por isso disse a seus discípulos:

  “A seara verdadeiramente é grande e os trabalhado­res são poucos. Peçam ao Senhor da seara que mande tra­balhadores para sua seara”.
  
Quero ver em que terreno vão cair as sementes que hoje estou plantando no coração de vocês.

  Esperemos que nossos corações sejam terra boa, onde frutifiquem as lições do bem, disse dona Leonor.

   Jesus também afirmou que os que praticam suas lições são como uma lanterna que um homem acendeu para alumiar toda a casa. E agora até amanhã que já passa das oito horas, concluiu dona Lina, levantando-se.


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A semente é a palavra de Deus. O solo, o coração.

Conforme a sua vontade, na aceitação da palavra de Deus e na maneira como procedem após tê-la ouvido, os homens podem ser classificados como: “beira do caminho”, “pedregal”, “espinheiro” ou “terra boa”.

A que cai à beira do caminho, são aqueles que a ouvem; mas, depois, vem o mau e tira a palavra de seus corações, para que não suceda que, crendo, sejam salvos.

Há a turma da “beira”.
É o pessoal do lado de fora, alheio à palavra.
Seus representantes comparecem ao Centro Espírita motivados por variados problemas, de ordem física e emocional.
Procuram o hospital.
Sua intenção é meramente receber benefícios. Escasso interesse quanto às palestras e orientações.
A atenção fica difícil, vêm os bocejos; as pálpebras pesam; cerram-se se os olhos e o sono triunfa. O conhecimento da D.E. faz apelo à razão, que exige atenção e disposição para assimilar seus conceitos renovadores.  (Richard S.)
A que cai no pedregulho, significa os que recebem com gosto a palavra, quando a ouvem; mas, não tendo raízes, em sobrevindo a tribulação e a perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam e voltam da atrás.

Há a turma das “pedras”.
Ouvem a palavra e a recebem com alegria.
Assimilam algo, mas não estão dispostos a enfrentar os dissabores da adesão.
O sol abrasador dos preconceitos e das discriminações torra facilmente as frágeis raízes de sua fé.
Acontecia com o Espiritismo no passado.
Falava-se que os espíritas eram adoradores do demo. As pessoas recusavam-se a passar em frente ao Centro.
Na própria família havia problemas. Raros resistiam.
Ainda hoje, temos simpatizantes que não se integram para não criar problemas com o cônjuge, renunciando a um dos dons mais preciosos da existência – a liberdade de consciência, o direito de exercitar nossos ideais e convicções. (Richard S.)
Quanto a que caiu entre espinhos, são os que ouvem a palavra; mas, os cuidados deste mundo, a ilusão das riquezas e as outras paixões, a que dão entrada, afogam a palavra, e assim fica infrutuosa.

Há a turma dos “espinhos”.
Aceitam a palavra, mas as seduções do mundo a sufocam.
Com a ampla visão das realidades espirituais que a Doutrina Espírita nos oferece, ficam encantados, mas…
Conversei, certa feita, com um simpatizante:
O Espiritismo é bênção de Deus. Amo seus princípios, a ação espírita no campo social, o exercício da caridade. Gostaria de participar, mas não me sinto preparado. Sou fumante inveterado e abuso dos aperitivos.
Como comerciante, nem sempre me comporto com lisura e reconheço ter gênio difícil.
O Espiritismo deitou boas raízes nele, mas as fraquezas, espinhos danosos que não quer eliminar, falam mais alto.
Outro dizia.
Reconheço-me despreparado para a Doutrina, mas não me preocupo. Temos a eternidade pela frente.
Realmente, temos todo o tempo do mundo, para atingir a perfeição, mas as pessoas esquecem uma recomendação de Jesus (João, 12:35): Andai enquanto tendes luz.
Imperioso aproveitar as oportunidades de edificação da jornada humana. É para isso que estamos aqui.
Amanhã, poderá nos faltar a luz, a lucidez, a saúde, o vigor físico, a possibilidade de mudar e penoso será o futuro se não o fizermos. (Richard S.)

Mas a que caiu em boa terra, são os que, ouvindo a palavra com coração reto e bom, a retêm e dão fruto com perseverança.
E há a turma do “solo fértil”.
É o pessoal que ao primeiro contato com a palavra, sente um frêmito de emoção, algo que toca o mais íntimo do ser, como se sua vida estivesse, até então, em compasso de espera. É um maravilhoso despertar, que ilumina os caminhos.
Estes logo “arregaçam as mangas” e tornam-se multiplicadores de sementes, produzindo trinta, sessenta ou cem por um, segundo suas possibilidades, mas sempre estendendo o Bem ao redor de seus passos para que o Reino se estenda pelo mundo. (Richard S.)

Há um aspecto a ser destacado.

Por que, se somos todos filhos de Deus, há vários tipos de solo?
Por que muitos não se sensibilizam?
Por que, há os que se sensibilizam, mas permanecem distantes, preocupados com opiniões alheias?
Por que há os que se aproximam, mas não estão dispostos a se envolver?
Por que, enfim, há os que se envolvem?
Por que, dentre eles, há os que produzem pouco e os que produzem muito?
Que fatores determinam reações tão díspares?
Se a palavra é para todos, porque não somos todos dadivosos?
A teologia medieval situava a turma do “solo fértil” como indivíduos escolhidos por Deus para a santidade, mas isso só complica a questão, configurando uma injustiça inconcebível.
Por que Deus escolheu o meu irmão ou o meu vizinho ou o meu adversário?
Por que não eu?
Só a reencarnação pode explicar essa diversidade de solos.
A natureza de nosso envolvimento com os valores do Evangelho e o que produzimos, condiciona-se à maturidade.
A vocação de servir, a disposição de uma participação efetiva, são frutos de experiências pretéritas.
Geralmente, o servidor do Evangelho já nasce feito, não por mera graça divina, mas como o resultado de suas experiências anteriores.
Veio da “beira”, para o “solo dadivoso”, com trânsito pelos “espinhos” e as “pedras”.
***
Será que podemos, já na presente existência, entrar para a turma especial do “solo dadivoso”?
Sem dúvida!
O lavrador pode limpar o campo, tirar as pedras e os espinhos revolver a terra, aplicar adubo…
Podemos e devemos fazer isso.
Para isso estamos aqui.
Depende de nossa iniciativa.
É preciso tão somente usar a enxada da vontade, revolver a terra da indiferença e aplicar o adubo do trabalho, preparando o solo do coração para as sementes do Evangelho.
Então, gloriosa será a nossa passagem pela Terra, com frutos dadivosos em favor do próximo e abençoada edificação para nós.

Marta e Maria


(Evangelho da Meninada)

  
Continuaram o caminho e entraram numa aldeia, onde foram hospedados por uma bondosa mulher chamada Marta, que tinha uma irmã chamada Maria.

Jesus descansava e aproveitava o tempo para ensinar; Maria sentou-se a seus pés e ouvia embevecida as palavras dele. Porém, Marta estava toda entregue aos afazeres da casa, limpando, esfregando, arrumando, e preparando as coisas para seus hóspedes. Percebendo que Marta não fazia nada, foi reclamar com Jesus:

   “Eu estou trabalhando sozinha, e Maria aí sem me ajudar; mande que ela me ajude”.

 “Marta, Marta”, respondeu-lhe Jesus, não te embara­ces em cuidar de muitas coisas. Uma só coisa é necessária; Maria escolheu a melhor parte que não lhe será tirada”.

  O que significa esta resposta que Jesus deu à Marta? perguntou dona Aninhas.

  Fiquei curioso também eu por saber, disse o sr. Antônio.

 Com esta resposta, Jesus chama nossa atenção para as coisas espirituais, que valem mais do que as materiais. Maria ouvia a palavra de Jesus, que eram ensinamentos que lhe beneficiariam a alma, e esta era a melhor parte. Marta, porém, preocupada com as coisas materiais, não soube reservar nem alguns poucos minutos para aprender as lições novas que Jesus trazia.

Vocês, por exemplo, que estão ouvindo e aprendendo a história de Jesus, escolheram a melhor parte.

E agora vamos a nossas orações, que já se faz tarde.

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Em Betânia morava (e isto não é história inventada, mas verdadeira) uma família muito querida de Jesus, formada por três irmãos: Marta, Maria e Lázaro.

Era nessa casa graciosa, de pedra caiada, cheia de flores e uma figueira plantada, que Jesus se hospedava, quando suas peregrinações o levavam àquela região.

As duas irmãs - ah! as duas irmãs - tinham temperamentos bastante diferentes. Talvez pela responsabilidade de ser a mais velha e se colocar, às vezes, como mãe dos irmãos, Marta era muito asseada e ordeira, cumprindo com dedicação as obrigações da casa. E Maria, sempre pensando longe, o que se percebia por seus olhos sonhadores estarem sempre voltados para um ponto além das coisas visíveis.

Marta até compreendia que a irmã fosse assim, esperando que o avançar da idade lhe botasse algum senso prático na cabeça. Porém, quando as tarefas da casa aumentavam, Marta se irritava com a atitude de Maria, o que levava a desentendimentos...

Certo dia, depois de muito andar pelas estradas da Samaria e da Judéia, Jesus foi visitar as duas irmãs que, como sempre, o receberam prazerosas e hospitaleiras.

Marta, ainda insatisfeita com os arranjos que dava ao ambiente doméstico, andava para lá e para cá, quanto mais agora, que um visitante tão caro chegara.

Maria, porém, deixou de lado tudo que estava fazendo para sentar-se perto de Jesus e ouvi-lo falar. Não era algo que fizesse por querer, mas quando estava diante do Mestre, nada podia ser mais importante que sua presença.

Jesus compreendia os anseios de seu coração, e suas palavras caíam-lhe como gotas de chuva sobre campos ressequidos.

- Senhor - interrompeu Marta - fale com minha irmã! Diga a ela que me ajude. Será que ela não vê o quanto eu trabalho?

- Marta, Marta... - respondeu Jesus - por que te preocupas tanto? Tu queres pôr tua casa em ordem para receber-me, e reconheço o teu zelo, mas já me recebestes em vossos corações.

Enquanto Marta refletia sobre suas palavras, o Mestre prosseguiu, ternamente:

- Observa que Maria, em sua juventude, acaba de ficar com a parte mais importante deste momento, e que o que ela escolheu jamais lhe será tirado, e ficará com ela para sempre.

***

v  BÍBLIA – Luc. 10:38-42


38. E aconteceu que, na ida deles, entrou numa aldeia, e certa mulher de nome Marta recebeu-o na casa dela.
39. E tinha uma irmã, chamada Maria, a qual, sentada aos pés de Jesus ouvia o seu ensino.
40. Marta entretanto, estava atarefada com muito serviço; e disse: “Senhor, a ti não importa que minha irmã me tenha deixado sozinha a servir? Dize-lhe, pois, que me ajude".
41. Mas, respondendo-lhe, Jesus disse: "Marta, Marta, estás ansiosa e preocupada com muitas coisas,
42. no entanto, poucas são necessárias, ou melhor, uma só; como Maria escolheu a parte boa, esta não lhe será tirada" .

Jesus como Agente de Transformação – Nosso Modelo - Jardim


A aula desse sábado (20/10/2018) foi da Ângela. 





Ela começou perguntando aos evangelizandos "O que é ser um mestre?"
Ouviu e concluiu que mestre não é só quem sabe mais, mas que também é capaz de ensinar através de seus exemplos, agindo de acordo com o que ensina.

Lembrou que no dia 15/10 comemoramos o dia do Mestre, dos professores da escola que nos ensinam tantas coisas: ler, escrever, fazer continhas, etc. 

Disse que existe uma pessoa que é o maior mestre de todos, perguntou se eles sabiam quem era, e a resposta não podia ser outra: JESUS

Aproveitou para reforçar que Jesus não é Deus, fazendo perguntas:
Quem é o nosso Pai? Deus
Jesus é nosso Pai? Não, pois Jesus não é Deus
Se Deus é Pai de todos nós, então o que Jesus é nosso? Nosso irmão. 

Explicou que Jesus é um espírito MUITO evoluído, um espírito puro que é o nosso modelo, que ele é um agente de transformação. 

Fez um breve resgate da aula anterior, que falou sobre o Homem de Bem, perguntou:

Quem veio na aula passada? Lembra que a tia Carla falou sobre o homem de bem? O que  precisamos fazer para sermos homens de bem? Fazer coisas boas, praticar a caridade, amar.

Qual foi a missão de Jesus? Ensinar a todos nós o amor verdadeiro.

Como Jesus nos ensinou? Através de histórias e de seus exemplos

Todos nós temos uma missão? Sim, nossa missão é nos tranformarmos em espíritos mais evoluidos.

E como a gente consegue essa transformação? Praticando o amor que Jesus nos ensinou. Precisamos seguir os exemplos de Jesus.

Aplicou a atividade abaixo, para colorir, recortar os pés e colar no caminho:








E distribuiu um quebra-cabeça para cada um.









Jesus como Agente de Transformação – Nosso Modelo - Maternal

Sábado (20/10/2018), foi dia de Momento de Convergência, que é quando todos os grupos estudam um mesmo tema.

A aula do Maternal foi da Cida, e ela começou contando a história "O Meu Melhor Amigo".




Depois, distribuiu algumas atividades para os evangelizandos realizarem.






Ouviram e cantaram a música "Herói".


Ela fez a brincadeira o mestre mandou(sons, ações amorosas, movimentos, mas só coisas boas).


O Mestre mandou os três se abraçarem

O Mestre mandou dar um beijo na tia Sara
Depois da brincadeira, com todos sentados, conversaram sobre o que mais gostaram de fazer durante a brincadeira.