quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Cuidado, Marimbondo Zangado!

Narrar à história: "Cuidado, Marimbondo Zangado!".





Após a narrativa, dialogar com os evangelizados sobre o que entenderam da história, mostrando que nós somos como o marimbondo, ouvimos os ensinamentos, mas às vezes precisamos das dificuldades para aprender, no entanto não precisa ser assim, podemos nos modificar sem precisarmos delas, basta termos vontade e nos esforçarmos.


Apresentar um cartaz com o desenho do marimbondo zangado de um lado e do marimbondo transformado do outro lado. Disponibilizar figuras de pessoas agindo de forma agressiva, egoísta, amável e caridosa. Um evangelizando de cada vez deve escolher uma figura, identificar se a atitude representada na figura escolhida corresponde ao marimbondo zangado ou ao marimbondo transformado, depois, deverão colar a figura escolhida no cartaz, em volta do desenho do marimbondo correspondente, até que as figuras disponibilizadas tenham terminado. 



Com o cartaz montado, fazer uma reflexão, mostrando que podemos nos esforçar para modificar nossa atitude, buscando sempre agir como verdadeiros cristãos, fazendo sempre o bem.


Vale x Não Vale - regras de convivência

Iniciamos uma conversa com os evangelizandos sobre o que é necessário e o que podemos fazer para tornar a nossa convivência a melhor possível. Estimular a discussão sobre os limites, os direitos e as obrigações de cada um individualmente e de todos na sala como sociedade. 

Utilizando figuras das atitudes, fomos estipulando quais atitudes não devemos ter, ou seja, atitude que NÃO VALE e quais as atitudes que devemos ter, que VALE.

As figuras formaram pares das regras para uma convivência harmônica, assim, sempre que uma atitude/regra era estabelecida, ficava automaticamente reforçada, com a sua oposição. 

Montamos um quadro com as figuras em uma cartolina, determinando o que vale e o que não vale. 

O quadro foi fixado na parede da sala para ser consultado sempre que necessário. 


Quebra-cabeça do ENEFE

Começamos essa atividade perguntando quem estava participando pela primeira vez de um ENEFE. Demos boas vindas e explicamos o que o ENEFE é o Encontro Estadual da Família Espírita, que tem o propósito de trocar experiências, estudar e vivenciar a Doutrina Espírita através de dinâmicas, estudos do evangelho e muito mais... 

Informamos que o tema de 2016 era "Desafios da Vida: Estamos vivendo como cristãos?" e que o objetivo geral do encontro era colocar em prática os conhecimentos doutrinários, agindo como homem de bem na família e no mundo, realizando o autoconhecimento e a reforma íntima para superar os desafios da via.

Entregamos a cada evangelizando uma peça grande (A4) de um quebra-cabeça, para que escrevessem, desenhassem ou fazessem uma colagem, demonstrando o que significa o ENEFE para cada um. Para isso, disponibilizamos canetas hidrocores, lápis de cor, giz de cera, figuras (pessoas confraternizando, abraçadas, felizes, diversos tipos de famílias, grupos de estudo, etc.), palavras retiradas de revistas (amor, amizade, família, Jesus, Fé, etc.) e cola

As peças foram coladas em uma cartolina, montando o quebra-cabeça que foi fixado na parede.

O mais legal foi que cada peça ficou de um jeito e um evangelizando virou a sua e fez a definição no verso, na hora de montar a peça não encaixou totalmente. Fizemos uma reflexão mostrando que cada um é de um jeito, cada família é de um jeito, algumas se encaixam logo, outras tentam se encaixar, mas no final vemos todas fazem parte de uma grande família, a Família Universal, a Família de Deus. 







Caixa de Correios do ENEFE 2016

Segue a caixa que fizemos para o Correio Fraterno do ENEFE desse ano. Infelizmente não funcionou conforme o esperado, pois a quantidade de correspondência para os Pequenos Companheiros foi muito grande, nossa maior dificuldade foi no momento de distribuí-las, separar tudo e entregar. Valeu como experiência...
Agora vamos pensar em uma outra utilidade para ela, ou no ENEFE, ou na evangelização.









sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Jarra e bacia da passagem do lava pés

Para a encenação da passagem do lava pés, confeccionamos uma jarra e uma bacia. 

A jarra foi feita com uma garrafa de sabão líquido, um pedaço de papelão e foi revestida com jornal e cola preparada (1 parte de cola e 2 partes de água), depois pintada com guache e finalizada com uma camada de cola branca passada com pincel para dar brilho.

A bacia foi feita com camadas de jornal e cola preparada, aplicadas sobre um dos lados de uma bacia plastica previamente revestida com plastico filme. A cada camada é necessário secar para aplicar outra camada, quando estiver firme o suficiente, basta soltar do plastico filme e pintar com guache, finalizando com uma camada de cola, como fizemos com a jarra. E aí está o resultado, parece barro, mas é mais leve e pode ser usado pelos evangelizandos sem o risco de quebrar.




A caixa do egoísmo

Antes de contar a história "Aprendendo a repartir" aplicar a seguinte atividade:

Entregar 2 BIS para cada evangelizando e fazer a seguinte proposta:
Cada um de vocês recebeu dois BIS, vocês têm duas opções para escolher:

Opção 1) Comer agora, mas aí terão que dar um para um evangelizador, nessa opção vocês comerão um BIS e o evangelizador escolhido comerá o outro; 

Opção 2) Poderão escolher comer mais tarde e assim irão comer os dois BIS sozinhos.

Essa é a caixa apresentada aos evangelizandos

O evangelizando que escolher a opção 1 poderá comer um BIS naquele momento e dar o outro para um dos evangelizadores.

O evangelizando que escolher a opção 2, deverá colocar os dois BIS na Caixa.

A caixa deverá ser usada na contação da história, aparecendo no momento em que o menino pega sua caixa com guloseimas que estava escondida, dessa forma, os evangelizandos poderão associar o menino da história (real dono da caixa) com eles próprios. 


OBS: Se nenhum evangelizando quiser guardar os dois BIS um ou dois evangelizadores entrarão na atividade e guardando os dois BIS na caixa.

Quando a caixa for aberta, todos terão uma surpresa...





A caixa foi confeccionada pela companheira Camila Borges, e fez muito sucesso com os evangelizandos do 1º Ciclo da Infância.

História: Aprendendo a repartir (Adaptada)




Bruno era um menino que pensava apenas em si mesmo.
Não repartia nada com ninguém. Quando ganhava dos avós ou dos tios algum doce, chocolate ou balas, escondia tudo no seu armário. E tão bem fazia que ninguém conhecia seu esconderijo, nem sua mãe. Era seu tesouro. Sabem para quê?
Para poder comer tudo depois, na hora em que estivesse sozinho.
A mãe reprovava seu comportamento dizendo:
- Bruno, meu filho, temos que aprender a repartir o que temos com os outros. Não podemos ser egoístas e desejar tudo para nós. À medida que a gente dá, também recebe.
Mas o garoto respondia mal-educado:
- Eu, hein! Se fui eu que ganhei, tudo é meu! Não abro mão.
Seus irmãozinhos menores, Brenda e Bianca comiam os doces que tinham ganhado e Bruno ficava só olhando, pensando no prazer que teria depois ao apreciar tudo sozinho no seu quarto. Porém, Bruno ia brincar e se distraía, esquecendo que havia guardado os presentes. E o tempo ia passando.
Um belo dia, as irmãs de Bruno entraram em casa trazendo balas e pirulitos cada uma. Vinham contentes, exibindo os doces que tinham ganhado na escola.
Bruno, que estava dentro de casa, nada ganhou, e fez bico:
- Eu quero também! Eu quero! Dá um pouco pra mim?
Mas Brenda retrucou, decidido, com a aprovação de Bianca, a menorzinha:
- Não dou não. Você nunca reparte nada com ninguém!
Bruno, irritado e com cara de choro, respondeu:
- Egoístas! Não faz mal. Tenho muita coisa guardada. Não preciso de nada! Vocês vão ver!
E correu para o quarto, seguido de perto pelas irmãs, curiosas de ver onde ficava o esconderijo que Bruno escondia tão cuidadosamente e que elas nunca tinham conseguido descobrir. Bruno abriu a porta do guarda-roupa, retirou uma gaveta e, no fundo, num espaço vago, bem escondidinho, lá estava tudo o que ele tinha ganhado e que conservara.
Com ar de triunfo, enfiou a mão e foi retirando chocolates, doces, bolos, balas, diante dos olhos arregalados dos pequenos. Mas, ó surpresa! Com espanto, Bruno notou que os seus doces estavam com aspecto muito feio: os chocolates estavam velhos, os doces tinham se estragado, os bolos estavam azedos, as balas meladas.
Terrivelmente decepcionado, Bruno percebeu naquele instante que, em virtude do seu egoísmo, não repartira nada para ninguém. E, pior que isso, constatou que ele mesmo não aproveitara as coisas tão gostosas que lhe tinham dado com tanto carinho. Agora, infelizmente, está tudo estragado e teria que ser jogado no lixo. Sentou-se na cama e, cobrindo a cabeça com as mãos, começou a chorar.
Suas irmãs, que apesar de pequenas, tinham bom coração, aproximaram-se dele e Brenda disse:
- Não fique triste, Bruno.
E, sob seu olhar surpreso, repartiram fraternalmente com ele tudo o que tinham ganhado naquele dia.
- Eu não mereço a generosidade de vocês. Aprendi nesse momento importante lição. Entendo agora o que mamãe quer dizer quando afirma que à medida que a gente dá, recebe. Eu nunca dei nada e nada mereço, mas vocês provaram que têm um bom coração.
A partir de hoje, vou procurar ser menos egoísta. Prometo!

(Célia Xavier de Camargo - Revista Consolador - Ano 3 - N° 136 - 6 de Dezembro de 2009)

Leia mais: 
http://www.passatempoespirita.com.br/products/aprendendo-a-repartir/