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segunda-feira, 21 de maio de 2018

Aprendendo a Compartilhar - Jardim

Aula da Carolina Higino desse sábado (19/05/2018).

Para fazer a introdução do tema, ela distribuiu para cada evangelizando um tubo de papel higiênico/toalha. Falou que a missão deles seria levar uma bolinha de papel, que seria colocada dentro do rolo de um deles, até o final do trajeto, em um local da sala que tinha um X colado no chão, mas eles não podiam sair do lugar.


Esse era o X


Tentaram arremessar a bolinha

Tentaram soprar a bolinha



Deixou eles pensarem um pouco e depois ajudou, explicando que não conseguiriam levar a bolinha sozinhos pois o alvo estava muito distante, mas se cada evangelizando compartilhasse o seu tubo, todos juntos iam conseguir. Pediu para que os evangelizandos fizessem uma fila ficando um ao lado do outro, sem sair do lugar, e segurando o tubo na horizontal. 





A bolinha foi colocada no tubo pela evangelizadora, no rolo de quem era o primeiro da fila, eles precisaram encostar um tubo no outro e inclinar um pouquinho sem deixar a bolinha cair no chão. Cada evangelizando passou a bolinha para o colega do lado até que o último alcançasse o alvo (o X).




Foi um sucesso! Eles adoraram!

Depois todos sentaram para uma conversa, a Carol explicou que falaríamos sobre compartilhar. 




Perguntou:
Alguém sabe o que isso significa?
O que a gente ganha quando divide?
O que é mais legal: brincar sozinho ou com vários amigos?

Lembrou que quando damos, também recebemos, deu o exemplo do amor e carinho que recebemos da nossa família.

Explicou que podemos compartilhar bens materiais e/ou espirituais:
Bens Materiais: doação de alimentos, roupas, dinheiro, remédios... 

Bens Espirituais - calor humano ou bons sentimentos, que pode ser exercido através da prece, vibrações positivas, perdão sincero, sentimentos de amor e carinho, consolo nas horas de dificuldades, um abraço, um sorriso, um aperto de mão, doçura no trato pessoal, compaixão, compreensão...

Exibiu o vídeo "O Gigante Egoísta"



Depois fez a reflexão da história, conversando com os evangelizandos sobre as atitudes do Gigante, concuindo que o gigante ficou mais feliz quando compartilhou seu jardim com as crianças.

Como atividade, confeccionaram as emoções do gigante no decorrer da história, tiramos a ideia do site: 
http://www.aartedeensinareaprender.com/2015/11/fantoche-das-emocoes.html






Entregamos a cada evangelizando as quatro carinhas já cortadas, para colorirem.
Molde das carinhas para impressão

Depois que coloriram, colamos as carinhas e fixamos no palito de sorvete.








segunda-feira, 19 de junho de 2017

A Luva da Caridade - Combatendo o Egoísmo

Quando analisamos o perfil dos nossos evangelizandos, observamos que os pais destacavam como dificuldade de muitos deles o egoísmo: não dividir, não emprestar, não ceder, bem típico dessa faixa etária. Assim escolhemos outro acessório para trabalhar com eles, a Luva da Caridade.

Explicamos que falaríamos de mais um dos acessórios que nos auxiliam em nossa evolução, a Luva da Caridade. Colocamos a luva na mão direita e lembramos que nossa mão é uma preciosa ferramenta de trabalho e que a Doutrina Espírita nos fala que “Fora da caridade não há salvação”, que devemos usar a luva da caridade em nossas mãos todos os dias, para fazer o bem ao próximo, para garantir que a nossa mão faça tudo sempre com amor. Temos que lembrar, assim que acordarmos, de colocar a luva da caridade na nossa mão.
Questionamos: Como vocês podem usar suas mãos de forma caridosa? Ouvir um a um. Fazer carinho, ajudar o amigo, molhar a plantinha, dar água para o cachorro, etc. 
Questionamos: mas é somente usando nossas mãos que podemos ser caridosos? Não, também podemos ser caridosos quando deixamos nosso egoísmo de lado e passamos a tratar nosso próximo com o amor que gostamos de ser tratados. Falando palavras agradáveis, repartindo o que temos com quem não tem, respeitando as pessoas que convivem conosco, ajudando os outros em suas necessidades, compreendendo, sendo pacientes, esquecendo as ofensas ou não nos ofendendo com as palavras e as atitudes dos outros.
Precisamos exercitar a caridade. Se conseguirmos praticar alguma dessas coisas pelo menos uma vez ao dia, estaremos exercitando a caridade que há em nós.
Qual é o primeiro lugar em que devemos praticar a caridade? É dentro do nosso lar, com os nossos familiares, com pequenos gestos, que precisamos começar. Quem pode dar um exemplo de caridade que praticamos em nosso lar? Ouvimos e nem precisamos acrescentar pois deram como exemplo – usar sempre as palavrinhas mágicas (quais são? Por favor, com licença, obrigado(a), me desculpe), ajudar nas tarefas de casa, respeitar os outros (aqui questionamos, e como podemos respeitar os outros? Incentivamos respeitando os direitos das pessoas que convivem conosco por exemplo: quando alguém que ver um programa na TV, se tiver deitado no sofá sentar para que outro possa sentar também,  aceitar quando o adulto disser não, não brigar com os irmãos e primos, não ficar irritado quando não fizerem o desejamos) foi legal que a medida que fomos conversando, eles foram dando exemplos, contando quando agem de forma caridosa e quando não agem, reconhecendo suas dificuldades.

Propomos então uma atividade, para ver quem já sabia usar a luva a caridade. Mostramos figuras de crianças fazendo coisas boas e ruins.






Perguntamos individualmente se quem usa a luva da caridade praticava ou não aquela ação, pedindo que justificassem. Depois que todos os evangelizandos participaram respondendo, distribuímos as figuras das boas atitudes para que colorissem. 

Cada um recebeu uma luva, eles quiseram colorir também.


A figura colorida foi colada na palma da luva.



Cada evangelizando também recebeu uma luva descartável e colou com fita dupla face um coração com a seguinte frase: “Luva da Caridade. Eu uso.”





sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A caixa do egoísmo

Antes de contar a história "Aprendendo a repartir" aplicar a seguinte atividade:

Entregar 2 BIS para cada evangelizando e fazer a seguinte proposta:
Cada um de vocês recebeu dois BIS, vocês têm duas opções para escolher:

Opção 1) Comer agora, mas aí terão que dar um para um evangelizador, nessa opção vocês comerão um BIS e o evangelizador escolhido comerá o outro; 

Opção 2) Poderão escolher comer mais tarde e assim irão comer os dois BIS sozinhos.

Essa é a caixa apresentada aos evangelizandos

O evangelizando que escolher a opção 1 poderá comer um BIS naquele momento e dar o outro para um dos evangelizadores.

O evangelizando que escolher a opção 2, deverá colocar os dois BIS na Caixa.

A caixa deverá ser usada na contação da história, aparecendo no momento em que o menino pega sua caixa com guloseimas que estava escondida, dessa forma, os evangelizandos poderão associar o menino da história (real dono da caixa) com eles próprios. 


OBS: Se nenhum evangelizando quiser guardar os dois BIS um ou dois evangelizadores entrarão na atividade e guardando os dois BIS na caixa.

Quando a caixa for aberta, todos terão uma surpresa...





A caixa foi confeccionada pela companheira Camila Borges, e fez muito sucesso com os evangelizandos do 1º Ciclo da Infância.

História: Aprendendo a repartir (Adaptada)




Bruno era um menino que pensava apenas em si mesmo.
Não repartia nada com ninguém. Quando ganhava dos avós ou dos tios algum doce, chocolate ou balas, escondia tudo no seu armário. E tão bem fazia que ninguém conhecia seu esconderijo, nem sua mãe. Era seu tesouro. Sabem para quê?
Para poder comer tudo depois, na hora em que estivesse sozinho.
A mãe reprovava seu comportamento dizendo:
- Bruno, meu filho, temos que aprender a repartir o que temos com os outros. Não podemos ser egoístas e desejar tudo para nós. À medida que a gente dá, também recebe.
Mas o garoto respondia mal-educado:
- Eu, hein! Se fui eu que ganhei, tudo é meu! Não abro mão.
Seus irmãozinhos menores, Brenda e Bianca comiam os doces que tinham ganhado e Bruno ficava só olhando, pensando no prazer que teria depois ao apreciar tudo sozinho no seu quarto. Porém, Bruno ia brincar e se distraía, esquecendo que havia guardado os presentes. E o tempo ia passando.
Um belo dia, as irmãs de Bruno entraram em casa trazendo balas e pirulitos cada uma. Vinham contentes, exibindo os doces que tinham ganhado na escola.
Bruno, que estava dentro de casa, nada ganhou, e fez bico:
- Eu quero também! Eu quero! Dá um pouco pra mim?
Mas Brenda retrucou, decidido, com a aprovação de Bianca, a menorzinha:
- Não dou não. Você nunca reparte nada com ninguém!
Bruno, irritado e com cara de choro, respondeu:
- Egoístas! Não faz mal. Tenho muita coisa guardada. Não preciso de nada! Vocês vão ver!
E correu para o quarto, seguido de perto pelas irmãs, curiosas de ver onde ficava o esconderijo que Bruno escondia tão cuidadosamente e que elas nunca tinham conseguido descobrir. Bruno abriu a porta do guarda-roupa, retirou uma gaveta e, no fundo, num espaço vago, bem escondidinho, lá estava tudo o que ele tinha ganhado e que conservara.
Com ar de triunfo, enfiou a mão e foi retirando chocolates, doces, bolos, balas, diante dos olhos arregalados dos pequenos. Mas, ó surpresa! Com espanto, Bruno notou que os seus doces estavam com aspecto muito feio: os chocolates estavam velhos, os doces tinham se estragado, os bolos estavam azedos, as balas meladas.
Terrivelmente decepcionado, Bruno percebeu naquele instante que, em virtude do seu egoísmo, não repartira nada para ninguém. E, pior que isso, constatou que ele mesmo não aproveitara as coisas tão gostosas que lhe tinham dado com tanto carinho. Agora, infelizmente, está tudo estragado e teria que ser jogado no lixo. Sentou-se na cama e, cobrindo a cabeça com as mãos, começou a chorar.
Suas irmãs, que apesar de pequenas, tinham bom coração, aproximaram-se dele e Brenda disse:
- Não fique triste, Bruno.
E, sob seu olhar surpreso, repartiram fraternalmente com ele tudo o que tinham ganhado naquele dia.
- Eu não mereço a generosidade de vocês. Aprendi nesse momento importante lição. Entendo agora o que mamãe quer dizer quando afirma que à medida que a gente dá, recebe. Eu nunca dei nada e nada mereço, mas vocês provaram que têm um bom coração.
A partir de hoje, vou procurar ser menos egoísta. Prometo!

(Célia Xavier de Camargo - Revista Consolador - Ano 3 - N° 136 - 6 de Dezembro de 2009)

Leia mais: 
http://www.passatempoespirita.com.br/products/aprendendo-a-repartir/

Contando a história "O Jacarezinho egoísta" com figuras

Para contar a história "O Jacarezinho egoísta", minha amiga Deise Nunes usou figuras como recurso.


O lago

A família de patos
E o jacaré, cada um fez o seu.
E a minha irmã Marcia Calaza, montou essa apresentação para contar a história para os seus pequenos.